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18 de julho de 2010

Instrumentos nas mãos de Deus!

Discurso realizado pelo Pres. Gordon B. Hinckley no Estádio do Pacaembu – São Paulo.
Meus queridos e amados irmãos e Amigos. Que maravilhoso privilégio é estar com vocês! Oro pela inspiração e orientação do Santo Espírito. Sou tão grato pela sua presença. Dezenas de Milhares reunidos neste grande estádio e os muitos outros espalhados, milhares nesta grande nação.
Obrigado por sua presença, Obrigado por sua fé, por seu amor ao Senhor e Agradeço ao Senhor por suas bênçãos sobre vós.
É uma extraordinária oportunidade estar aqui no Brasil.
Estamos em 160 nações, mais 7% da população da Igreja reside no Brasil! e 10% dos conversos quando entram na igreja estão no Brasil. O Brasil é um grande campo de colheita da Igreja. Vocês são os frutos desta colheita.
Não fiz missão aqui no Brasil, o Elder Faust serviu aqui e ele nunca para de falar da sua missão e do Brasil. É o que ele tem mais orgulho! Quero dizer que o Brasil está muito bem representado na Primeira Presidência da Igreja e entre todas as Autoridades Gerais.
Como já foi indicado há 800.000 membros nesta nação e continua aumentando! Mas poderá ser duplicado, poderá ser triplicado se cada um de nós, se cada membro da Igreja nesta grande nação viver o evangelho em todos os momentos e circunstâncias. O obra crescerá como nunca aconteceu.
Que Deus os abençoes! Vós fiéis membros da Igreja a viverem uma vida de tal forma que todos os que os conhecerem vejam algo diferente em vocês e perguntem o que é diferente que eu gostaria de obter em minha vida.
Não tem maior alegria do que sermos instrumentos do Senhor para realizar a conversão destas pessoas no reino de Deus. E quando estes conversos vierem, estendam seus braços e seu amor e façam-nos sentirem-se importantes. Façam que vejam que são seus amigos. Ajudem-nos a ficarem firmes na fé!
Jovens! Como vocês parecem tão lindos! Estamos esperando a sua apresentação hoje a noite!
Desafio a cada um a: Serem verdadeiros a esta bondade que existe em vocês. Nunca percam de Vista o fato de que são Filhos de Deus.
(discurso proferido por Pres. Gordon B. Hinckley - Pacaembú; São Paulo - SP / Brasil)

15 de julho de 2010

Esta Vida é o Tempo

Existem algumas pessoas que acreditam que (ao morrer e entrar) no mundo espiritual, se tornará um indivíduo totalmente diferente; que seu caráter sofrerá uma mudança radical e miraculosa com a morte. Porém, nada disso poderia estar mais longe da verdade. "Nós", nossos espíritos, não se modificam com a morte; nós continuamos sendo os mesmos de antes.

No Livro de Mórmon há uma explicação clara a esse respeito:
Vejamos: Alma 34:33-34 " E agora, como vos disse antes, já que haveis tido tantos testemunhos, peço-vos, portanto, que não deixeis o dia do arrependimento para o fim; porque depois deste dia de vida que nos é dado a fim de nos prepararmos para a eternidade, eis que, se não fizermos melhor uso de nosso tempo nesta vida, virá a noite tenebrosa, durante a qual nenhum labor poderá ser executado.

Não podereis dizer, quando fordes levados a essa terrível crise: Arrepender-me-ei para retornar a meu Deus. Não, não podereis dizer isso; porque o mesmo espírito que possuir vosso corpo quando deixardes esta vida, esse mesmo espírito terá poder para possuir vosso corpo naquele mundo eterno."

30 de junho de 2010

ħυмıłđαđe

Conta-se que o Profeta Joseph Smith certa vez encontrou-se com Brigham Young. Na presença de um grupo bem grande de irmãos, o Profeta repreendeu severamente o irmão Brigham por deixar de cumprir seu dever. Todos, suponho que bastante surpresos, esperaram para ver qual seria a reação de Brigham. Pois, afinal de contas, Brigham, que mais tarde veio a ser conhecido como o Leão do Senhor, não era de forma alguma uma pessoa tímida e retraída. Brigham ergueu-se lentamente e com palavras que verdadeiramente demonstraram seu caráter e humildade ele simplesmente baixou a cabeça e disse: "Joseph, o que deseja que eu faça?" Conta a história que, soluçando, Joseph desceu correndo do púlpito, abraçou Brigham e disse: "Você passou no teste, irmão Brigham, você passou no teste". (Ver Truman G. Madsen, "Hugh B. Brown — Youthful Veteran", New Era, abril de 1976, p. 16.)

27 de maio de 2010

Nas ondas do dia-a-dia

"O pessimista queixa-se do vento. O otimista espera que ele mude.
O realista ajusta as velas".
Willian George Ward
 
 

13 de maio de 2010

Espiritualidade

“Todo impulso nobre, toda expressão de amor altruísta, todo sofrimento corajoso pelo direito; toda renúncia do eu em favor de algo superior  ao eu; toda abnegada devoção a um princípio; toda forma de ajuda à humanidade; todo ato de autocontrole; toda verdadeira coragem de alma, não derrotada pela pretensão e pela astúcia, mas por ser, fazer, e viver o bem por amor ao próprio bem — isto é espiritualidade…

Espiritualidade, nossa verdadeira meta, é a consciência da vitória sobre si mesmo, e da comunhão com o infinito. A espiritualidade impele o ser humano a conquistar as dificuldades e a adquirir cada vez mais força. Sentir as faculdades desabrochando e a verdade expandindo na alma é uma das experiências mais sublimes da vida” 
(Man May Know for Himself. Compilado por Clare Middlemiss —
Salt Lake City: Deseret Book Co.,1967, p. 72).

3 de maio de 2010

Seja você um Santo!

A palavra santo em grego, significa "designado, separado[e] sagrado". Se quisermos ser santos em nossos dias, precisamos separar-nos da má conduta e objetivos destrutivos que reinam no mundo.


Em Suas últimas instruções aos Seus discípulos,(capítulos 15 e 16 do Evangelho de João) Jesus os alerta dizendo: Se o mundo vos aborrece, sabei que, primeiro do que a vós, aborreceu a mim. Se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós. Mas tudo isso vos farão por causa do meu nome, porque não conhecem aquele que me enviou.

E no versículo 33 do capítulo 16 do livro de João o Senhor declara: Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

Afim de termos bom ânimo há algo a fazer!
“... buscai diligentemente e ensinai-vos uns aos outros palavras de sabedoria; sim, nos melhores livros

buscai palavras de sabedoria; procurai conhecimento, sim, pelo estudo e também pela fé” (D&C 88:118).

Até porque:
“Qualquer princípio de inteligência que alcançarmos nesta vida, surgirá conosco na ressurreição. E se nesta vida uma pessoa, por sua diligência e obediência, adquirir mais conhecimento e inteligência do que outra, ela terá tanto mais vantagem no mundo futuro” (D&C 130:18,19).

Veja que há uma esperança tangível em um mundo futuro.
Poucos são os que enchergam esta possibilidade, sim a de uma vida em um mundo vindouro.
O Apóstolo Paulo disse certa vez em  I Coríntios 15:19 - Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais infelizes de todos os homens.

Ter a visão de que a vida se estende por eternidades a fora dá-nos a possibilidade de empenhar-mos em um caminho de excelência. E ainda mais, quisera que considerásseis o estado abençoado e feliz daqueles que guardam os mandamentos de Deus. Pois eis que são abençoados em todas as coisas, tanto materiais como espirituais; e se eles se conservarem fiéis até o fim, serão recebidos no céu, para que assim possam habitar com Deus em um estado de felicidade sem fim. Oh! Lembrai-vos, lembrai-vos de que estas coisas são verdadeiras, porque o Senhor Deus as disse.
Queridos amigos leitores desse Blog, a palavra do Senhor Jesus Cristo nos alerta para que não sejamos surpreendidos no dia do mal, mas também nos encoraja, fortalece e nutre a nossa fé (Romanos 8) dizendo: Se Deus é por nós quem será contra nós? O que poderá nos apartar do amor de Cristo? Quem intentará acusação contra os escolhidos de Deus? É Deus quem os justifica.


E para isso precisamos deixar o homem natural.
Pois eis que o homem natural é inimigo de Deus.

O requisito de renunciar ao homem natural e tornar-se santo, de evitar e de sobrepujar o mal, de fazer o bem e tornar-se melhor, de ter mãos limpas e coração puro, é um tema que se repete inúmeras vezes no Livro de Mórmon. Na verdade, o convite de Morôni no final do livro resume o assunto.

“Sim, vinde a Cristo, sede aperfeiçoados nele e negai-vos a toda iniqüidade; e se vos negardes a toda iniqüidade e amardes a Deus com todo o vosso poder, mente e força, então sua graça vos será suficiente; e por sua graça podeis ser perfeitos em Cristo; (...)
E novamente, se pela graça de Deus fordes perfeitos em Cristo e não negardes o seu poder, então sereis santificados em Cristo pela graça de Deus, por meio do derramamento do sangue de Cristo, que está no convênio do Pai para aremissão de vossos pecados, a fim de que vos torneis santos, sem mácula” (Morôni 10:32–33).

Por fim fica a pergunta, pergunta esta, tema central desse Blog:
“Quem subirá ao monte do Senhor, ou quem estará no seu lugar santo?
Aquele que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à vaidade, nem jura enganosamente” (Salmos 24:3–4).
Queridos amigos que leêm este Blog, é possível que tenhamos mãos limpas e não sejamos puros de coração. Observem que ter mãos limpas e ser puro de coração são requisitos distintos para subir ao monte do Senhor e estar em Seu lugar santo.
Gostaria de lembrá-los de que nossas mãos ficam limpas por meio do processo de renúncia ao homem natural e sobrepujando o pecado e as influências maléficas em nossa vida por meio da Expiação do Salvador Jesus Cristo. Quanto ao nosso coração, ele é purificado quando recebemos Seu poder fortalecedor de fazer o bem e de tornar-nos melhores.


Deixo-vos um sincero alerta: Todos os nossos desejos justos e nossas boas obras, por mais necessários que sejam, jamais poderão produzir mãos limpas e coração puro. É a Expiação de Jesus Cristo que concede o poder purificador e redentor que nos ajuda a sobrepujar o pecado e o poder santificador e fortalecedor que nos ajuda a nos tornar melhores do que jamais poderíamos ser, se contássemos apenas com nossa própria força. A Expiação infinita é tanto para o pecador como para o santo que existe em cada um de nós.

27 de abril de 2010

Como encarar a prosperidade?

“O pior medo que tenho em relação aos [membros desta Igreja] é que ao enriquecerem, esqueçam-se de Deus e de Seu povo, e saiam da Igreja e vão para o inferno. Essas pessoas resistirão a ataques de turbas, roubos, pobreza e todo tipo de perseguição e continuarão fiéis. Porém, meu maior medo é que não suportem a riqueza; entretanto, terão de ser provados com riquezas, pois se tornarão o povo mais rico da Terra”.
[Preston Nibley, Brigham Young: The Man and His Work (Brigham Young: O Homem e Seu Trabalho), 1936, p. 128.]

Antes te lembrarás do SENHOR teu Deus, que Ele é o que te dá força para adquirires riqueza; para confirmar o Seu convênio, que jurou a teus pais, como se vê neste dia. (Deuteronômio 8:18)

No Livro de Mórmon, a prosperidade muitas vezes afastou as pessoas do Senhor. Mórmon advertiu: “(…) Vemos que é justamente quando ele faz prosperar seu povo, sim, aumentando seus campos, seu gado e seus rebanhos e ouro e prata e toda sorte de coisas preciosas de todo tipo e de todo estilo (…), sim, então é quando endurecem o coração, esquecendo-se do Senhor seu Deus”

O Senhor descreveu três conseqüências naturais do fato de se ter o coração fixo nas coisas do mundo: Primeiro, procuramos ocultar nossos pecados em vez de arrepender-nos deles. Em seguida, procuramos satisfazer nosso orgulho e vãs ambições, em vez de buscar as coisas de Deus. Por fim, começamos a exercer injusto domínio sobre as pessoas.

T. Carlyle disse: Por cada cem homens capazes de suportar a adversidade, há apenas um capaz de suportar a prosperidade.


20 de abril de 2010

Perdão

“Possamos pedir ajuda de Deus para sermos mais bondosos, mostrando paciência, estando mais dispostos a perdoar, estando dispostos a caminhar a segunda milha, estender a mão para ajudar aqueles que podem ter pecados e trazer-lhes diante dos frutos do arrependimento, não nos nutrindo de velhos rancores. (Gordon B. Hinckley, "Perdão," Ensign, Nov. 2005, p. 81)

17 de abril de 2010

DEZ VIRTUDES


DEZ VIRTUDES

QUE IRÃO CURAR NOSSOS CORAÇÕES E NOSSOS LARES

Gordon B. Hinckley
 
 
 
AMOR – O amor é a única força que pode apagar as diferenças entre as pessoas e cobrir as fendas da amargura. O amor é como a Estrela Polar. Em um mundo em mutação, é uma constante. É a segurança do lar. É um farol de esperança em um mundo de aflições.

HONESTIDADE – Homens e mulheres íntegros entendem de maneira intrínseca que é seu o precioso direito de manterem erguidas suas cabeças à luz do sol da verdade, sem se sentirem envergonhados diante de ninguém.

MORALIDADE - Tanto a experiência quanto a sabedoria determinam que a virtude moral e a limpeza pavimentam o caminho que conduz à força de caráter, paz na consciência e no coração, e felicidade na vida.

CIVILIDADE - A civilidade traz consigo a essência da cortesia, polidez, e consideração pelos outros. Toda a educação e realizações no mundo não terão grande valor, a menos que sejam acompanhadas por demonstrações de nobreza, respeito pelos outros, de andar-se a milha extra.

APRENDIZADO – Não importa quão idosos nos tornemos, podemos adquirir e usar conhecimento. Podemos adquirir sabedoria e tirar proveito da mesma. Podemos crescer, progredir e melhorar, e, no processo, fortalecer as vidas daqueles que estão dentro de nosso círculo de influência.

PERDÃO E MISERICÓRDIA – A disposição para perdoar é um sinal de maturidade espiritual e emocional. Imagina-se um mundo repleto de pessoas dispostas tanto a pedir perdão, quanto a aceitar uma retração. Existe algum problema que não possa ser solucionado entre pessoas que tenham a humildade e a grandeza de espírito e alma para fazer uma – ou ambas- as coisas quando necessário?
 
ECONOMIA E INDUSTRIALIDADE – Recomendo a todos as virtudes da industriosidade e da economia, as quais, eu creio, andam de mãos dadas. O trabalho e a economia das pessoas tornam fortes uma nação, uma comunidade, ou uma família. O trabalho e a economia tornam a família independente.

GRATIDÃO - A gratidão é o início da civilidade, da decência e da bondade, do reconhecimento de que não podemos ser arrogantes. Devemos viver com o conhecimento de que necessitaremos de ajuda a cada passo do caminho.

OTIMISMO – Meu apelo é de que deixemos de procurar as tormentas e apreciemos mais completamente a luz do sol. Estou sugerindo que a medida que sigamos pela vida, que “acentuemos o positivo”. Estou pedindo que procuremos mais profundamente pelo que é bom, que silenciemos nossas vozes de insulto e sarcasmo, que mais generosamente elogiemos e endossemos a virtude e o esforço.

FÉ - Os grandes edifícios nunca foram erguidos sobre fundações inseguras. As grandes causas nunca foram levadas ao exito por líderes vacilantes. A fé sempre esteve, e sempre deverá estar, à raiz de qualquer prática ou esforço significativo.

11 de abril de 2010

Orai sem cessar

Vigiai, pois, em todo o tempo, orando, para que sejais havidos por dignos de evitar todas estas coisas que hão de acontecer, e de estar em pé diante do Filho do homem.
(Lucas 21:36)

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Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos...
(Efésios 6:18)
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Regozijai-vos sempre.
 Orai sem cessar.
 Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.
(I Tessalonicenses 5:16-18)

30 de março de 2010

Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; eu não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize.
(João 14:27)

29 de março de 2010

Haverá um Juízo Final

Uma parte importante do plano de felicidade de nosso Pai Celeste é o juízo final. Não falamos muito a respeito do dia do julgamento, mas ele ocorrerá. Haverá um julgamento final!
O que sabemos sobre o dia do julgamento? Ele ocorrerá depois da Ressurreição. Deus, por meio de Jesus Cristo, julgará cada um de nós, a fim de determinar que glória eterna receberemos. Esse julgamento final será conforme nossa obediência pessoal aos mandamentos de Deus, incluindo nossa aceitação do sacrifício expiatório de Jesus Cristo (Guia para Estudo das Escrituras, p. 122).
As escrituras esclarecem muitas coisas: "todos havemos de comparecer ante o tribunal de Cristo" (Romanos 14:10). "Ninguém há de escapar" (D&C 1:2). Por todas as nossas obras seremos levados a julgamento (ver 1 Néfi 10:20). Especificamente, isso inclui nossas obras (ver Mosias 3:24), nossas palavras (ver Mateus 12:36:37), nossos pecados (ver D&C 101:78) e até o intento e os desejos de nosso coração (ver Morôni 7:9; ver também D&C 137:9). É importante lembrar que somente Ele "[conhece] teus pensamentos e os intentos de teu coração" (D&C 6:16). Além disso, de cada um de nós será exigido um relatório de nossa mordomia (ver D&C 70:4). Será um julgamento justo (ver Mosias 3:10), a ponto de que todos concordem que seu julgamento seja justo (ver Mosias 27:31).
Para os dignos e retos será um glorioso dia (ver 2 Néfi 9:46). Naquele dia eles poderão ter confiança (ver I João 4:17), porque os inocentes têm a promessa de habitar na presença de Deus num estado de felicidade que não tem fim (ver Mórmon 7:7).
Os iníquos o acharão um dia grande e terrível (ver 2 Néfi 26:3). Seus planos e desígnios maldosos tornar-se-ão vergonha e condenação para eles no dia do juízo (ver D&C 10:25). Como um exemplo, quando Alma, o filho, reconheceu seu estado indigno, sofreu as penas do inferno e teria preferido a aniquilação para não ser levado à presença de Deus, a fim de ser julgado (ver Alma 36:11:16).
Élder Stanley G. Ellis - Primeiro Conselheiro na Presidência da Área Brasil (Abril/2010)

20 de março de 2010

ONDE ENCONTRAR A PAZ?

  
O PROPÓSITO DA VIDA É ENCONTRAR

PAZ E FELICIDADE.

MAS ONDE ESSA PAZ E ESSA FELICIDADE PODEM SER ENCONTRADAS?  
Podem a paz e a felicidade duradouras ser encontradas
















NA COMIDA, NAS ROUPAS

E NA MORADIA?

Para provermos a nossas necessidades básicas—


• Precisamos nos preparar—e aumentar continuamente nosso conhecimento e nossas aptidões—a fim de utilizarmos de maneira
produtiva os talentos que Deus nos deu.
• Devemos trabalhar.
• Devemos gastar com sabedoria o que ganhamos.

Mas, afinal, sabemos que a paz e a felicidade duradouras não são

encontradas em coisas materiais. Como disse Jesus: _________________________________
“De certo vosso Pai Celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”
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Podem a paz e a felicidade duradouras ser encontradas
NA BOA SAÚDE?
 

Para este importante componente da paz e da felicidade, todos
sabemos que ficamos em melhores condições quando:

• Ingerimos alimentos nutritivos—frutas e legumes, grãos, pouca
carne—e não mais do que nosso corpo necessita.

• Exercitamo-nos regularmente.

• Mantemos uma atitude mental positiva.

• Não introduzimos em nosso corpo álcool, fumo e drogas não
prescritas por médicos competentes.

• Abstemo-nos de relacionamentos sexuais antes de nos casarmos e
somos completamente fiéis a nosso cônjuge após o casamento.

A boa saúde é importante e, felizmente, se não vivemos alguns desses princípios no passado, podemos mudar. Mas a doença e a morte, no final, mostram que não podemos buscar a paz e a felicidade
duradouras na saúde física. Entretanto, devemos cuidar de nosso corpo porque:
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“O bem-estar físico não é apenas um predicado inestimável para a própria pessoa—é uma herança a ser transmitida.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
COM OS AMIGOS?
Amigos verdadeiros contribuem de modo inestimável para nossa
paz e felicidade! À medida que as amizades crescem, através dos anos, compreendemos que:
• Para termos amigos, precisamos ser amigos.
• As amizades precisam ser alimentadas—amigos precisam fazer coisas juntos e ajudar um ao outro.
• É necessário relevar as faltas de nossos amigos, tal como esperamos
que relevem as nossas.
• Pessoas que nos incentivam a diminuir nossos padrões morais não
são amigos verdadeiros. Amigos de verdade fazem aflorar o que há de melhor em nós; não nos tentam para que façamos algo que sentimos ser errado.
Embora seja verdade em certo sentido que a paz e a felicidade duradouras devem ser encontradas dentro de nós mesmos, as amizades fazem-nos compreender o valor de relações que perduram ao longo do tempo. O Senhor revelou a Joseph Smith:
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“E a mesma sociabilidade que existe entre nós aqui existirá entre nós lá (após esta vida), só que lá será unida com a glória eterna, glória que não experimentamos agora.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
NA REALIZAÇÃO DE NOSSO POTENCIAL?
É importante para nossa paz e felicidade duradouras que descubramos como utilizar na vida os talentos que o Pai Celestial nos deu.
Habitando em nosso corpo e dando-lhe vida está nosso espírito eterno. Somos filhos do Pai Celestial, com um potencial infinito.
Sentimo-nos melhor a nosso respeito quando:
• Trabalhamos para alcançar uma meta.
• Desenvolvemos talentos, usando-os para servir a outros.

• Vivemos de acordo com nosso potencial.

Em nosso coração, compreendemos:
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“É [nosso] destino...vir a esta Terra e empreender uma jornada.(...) Ao longo de toda a jornada existem oportunidades de aprendizado, crescimento e desenvolvimento em direção à meta final.(...) [Temos] potencial ilimitado para o progresso e a realização.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
NA FAMÍLIA? 
 
Membros de nossa própria família podem dar algumas das mais importantes contribuições para nossa paz e felicidade duradouras. O plano de nosso Pai Celestial nos concede a oportunidade de selar para sempre o amor que partilhamos com os membros da família. Neste mundo agitado, algumas maneiras de fortalecer os laços familiares incluem:
• Passar pelo menos uma noite por semana em família, aprendendo, conversando e divertindo-se juntos.
• Tomar decisões em conjunto.
• Ajudar uns aos outros.
• Sair para “namorar” seu cônjuge uma vez por semana ou, se for solteiro, passar algum tempo cada semana solidificando o relacionamento com a família e os amigos.
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“A obra mais importante que o Senhor quer que desempenhem é aquela que devem realizar dentro das paredes de seu próprio lar.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
NO PLANO DO PAI CELESTIAL PARA NOSSA VIDA?
Nosso Pai Celestial tem um plano para que indivíduos e famílias
encontrem paz e felicidade duradouras. Por meio dos ensinamentos de Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, pelas escrituras e as palavras de profetas modernos, e por meio das ordenanças de Seu evangelho, podemos aprender o propósito de nossa vida. Podemos:

• Aprender como ser mais auto-suficientes e alcançar o sentimento
de segurança necessário à paz e à felicidade.

• Ter mais saúde.

• Fazer amizades que cresçam e progridam para sempre.

• Arrepender-nos e ser perdoados das coisas erradas que fizemos no

passado.

• Alcançar nosso pleno potencial.

• Unir nossa família para sempre.

• Compreender o propósito do Pai Celestial para nossa vida e

compreender como, por meio do Senhor Jesus Cristo, podemos

obter a paz e a felicidade que Ele planejou para nós.

Encontre paz e felicidade ainda mais duradouras estudando os
ensinamentos do Salvador a respeito do plano de nosso Pai Celestial.


VOCÊ ENCONTRARÁ OS ENSINAMENTOS DO SALVADOR A RESPEITO DO PLANO DE NOSSO PAI CELESTIAL NO

19 de março de 2010

Propósito da Vida

“O destino dos espíritos dos homens é vir a esta terra e empreender uma jornada de duração indefinida. E eles a empreenderem perigosamente, às vezes com segurança, às vezes com tristeza e outras com alegria. A estrada é sempre marcada por propósito divino.”

“Vemos pessoas que meramente caminham pela vida, sem ter qualquer desígnio, direção, destino ou propósito. Sem mapas ou algo que possa orientá-las, elas apenas percorrem o caminho, pegando aqui e ali as coisas que lhes agradam os olhos, aguçam-lhes a vaidade, satisfazem-lhes os apetites, saciam-lhes a sede e satisfazem as paixões.”

“por outro lado há os que planejam suas trajetórias, tomam decisões sábias e certas, e, em grande parte, alcançam seus objetivos e reais finalidades. Ao fazerem isso estão cooperando com o Criador, conforme o propósito que Ele estabeleceu para a vida:
Pois eis que esta é minha obra e minha bglória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem.
-Moisés 1:39-


17 de março de 2010

Ensino Familiar e Professoras Visitantes


Os presidentes de estaca e bispos, em coordenação com o presidente de missão, podem usar os missionários para visitar membros menos ativos e famílias em que nem todos são membros da Igreja. Em situações adequadas, eles podem pedir que os missionários de tempo integral participem do ensino familiar e do trabalho de professoras visitantes. Essas oportunidades de ensino devem fortalecer os membros, aumentar a capacidade de ensino dos missionários e ajudar os missionários a conseguirem referências. (Ver “Declaração sobre o Trabalho Missionário”, carta da Primeira Presidência, 11 de dezembro de 2002.)

10 de março de 2010

Aos Mestres com carinho

O ensino familiar coloca ao alcance dos membros todas as bençãos do Evangelho
“Os mestres familiares são representantes do sacerdócio, e o ensino familiar é o meio pelo qual o sacerdócio zela pela igreja. Através dele, os quoruns do sacerdócio orientam e fortalecem seus membros, para que eles, por sua vez, possam aperfeiçoar sua família. Por intermédio dele, os pais, famílias e indivíduos são instruídos de tal maneira, que passam a cumprir os seus deveres e a guardar os seus mandamentos, alcançando assim, a salvação. Quando realizado de maneira adequada, o ensino familiar é a maneira pela qual o senhor coloca ao alcance dos membros de seu reino todas as bençãos do evangelho.” (Élder Bruce R. McConkie. Let Every Man Learn His Duty[Que todo o homem aprenda o seu dever], p. 23. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 11.)


O Mestre Familiar deve ser um guardião ou sentinela
“O mestre familiar deveria ser ensinado mais claramente que sua missão é zelar – fortalecer – cuidar para que os membros cumpram todas as suas obrigações. É nesse ponto que estamos falhando, pois eles acreditam que são apenas mestres da mensagem do evangelho. Talvez devêssemos chamá-los de guardiões ou sentinelas... Precisamos fazer algo no sentido de mudar a ênfase do trabalho de ensinar para o de ser guardiães que zelam pela Igreja.” (Presidente Harold B. Lee. Discurso proferido no Seminário de Representantes Regionais, abril de 1972. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 12.)


O ensino familiar, posto em prática, implementa todos os programas da Igreja
“O ensino familiar deve ser compreendido, aceito e posto em prática, se quisermos implementar devidamente o programa das noites familiares e outros programas em toda a Igreja...
...A melhor maneira de fazermos com que realizadas as noites familiares é através do ensino familiar... Os membros e famílias da Igreja podem ser e estão sendo, através desse programa, encorajados a se aperfeiçoar, a assitir e cumprirem cada um e todos os deveres que lhes foram impostos pelo Senhor. O que estou dizendo se aplica também ao programa genealógico, à frequência à reunião sacramental, ao casamento no templo e à frequência dos alunos às aulas dos seminários e institutos.” (Marion G. Romney. Reunião da Junta Geral do Sacerdócio, 20 de maio de 1970. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 13.)


Os mestres familiares preparam as famílias para entrarem no reino dos céus
“O ensino familiar é mais do que apenas uma visita social realizada mensalmente. Os mestres familiares têm a sagrada responsabilidade de preparar as famílias que lhes foram designadas para estarem dignas de entrar na presença de Deus. Para que ocorra tal preparação, os portadores do sacerdócio devem ajudar a combater os problemas mais urgentes que os pais estão enfretando no lar... Para tanto, precisarão de coragem, dedicação, sabedoria e de um esforço discreto. Podemos fazê-lo Muitos já fizeram. Esta deve ser a atitude de todos os irmãos do sacerdócio empenhados no que o Presidente David O. McKay chamava de ´serviço divino` de um mestre familiar.” (“Are you meeting the needs of your families?” Mensagem do Sacerdócio de Melquisedeque, Improvement Era, setembro de 1967, p. 81. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 17.)



Como posso desempenhar plenamente meu dever como mestre familiar
“Para desempenhar plenamente o nosso dever como mestres familiares devemos estar continuamente cientes das atitudes, atividades e interesses, problemas, emprego, saúde, a felicidade, os planos e objetivos, as coisas físicas e temporais, as necessidades espirituais e circunstâncias de todos – de cada filho, cada jovem, cada adulto no lar e família que foram colocadas sob os nossos cuidados.” (Presidente David O. McKay. Improvemnet Era, janeiro de 1968, p. 2. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 19.)

9 de março de 2010

Mestre Familiar

O QUE OS MESTRES FAMILIARES PODEM FAZER POR NÓS

Para o Pai Celestial, toda pessoa é importante.
O Senhor salientou a importância do indivíduo e da família quando revelou a Joseph Smith um plano pelo qual o sacerdócio poderia cuidar de todos. O Senhor instruiu os irmãos a “visitar a casa de todos os membros, exortando-os a oração em voz alta e em segredo”, “a cumprirem todas as obrigações familiares” (D&C 20:47) e a “zelar pela Igreja”. (D&C 84:111)

Quem são esses mestres a quem é pedido que zelem pelas famílias da Igreja?

Hoje, esses homens são os mestres familiares. Chamados por Deus para zelar por Seu povo. Cabe-lhes fortalecer as pessoas para ajudá-las em suas experiências na vida, e a voltar à presença do Pai Celestial. Devem também ajudar cada indivíduo e família a viverem o evangelho mais completamente.

 
Podemos Ajudar os Mestres Familiares a Cumprirem Sua Responsabilidade.

Devemos fazer com que os mestres familiares sejam bem-vindos em nosso lar, chamando todos os membros da família para receber a visita. Podemos sugerir-lhes que venham nos visitar em ocasiões em que toda a família esteja em casa. Todos os membros devem honrar e respeitar os mestres familiares e considerá-los bons amigos. Nas horas de dificuldade ou emergência, devemos chamar nossos mestres familiares. Eles podem dar bênçãos, se não houver um portador do Sacerdócio de Melquisedeque no lar. Podemos ajudá-los a cumprir seu chamado, solicitando seu apoio espiritual nas horas difíceis. Certo mestre familiar conta de uma visita sua a uma senhora idosa, semi-inválida: “Ela expressou grande preocupação por um dos netos que no dia seguinte devia submeter-se a uma séria intervenção cirúrgica e perguntou se eu queria ajoelhar-me ao lado de sua cama para oferecer uma oração em favor do bem-estar da criança”. (Boyd K. Packer, A Liahona, julho de 1973, p. 9)

 
Os Mestres Familiares e o Chefe da Família
Os mestres familiares devem reconhecer, apoiar e fortalecer o chefe da família. Se houver um pai no lar, ele deve ser respeitado como
patriarca—o membro da família que preside. Se não houver pai no lar, a mãe deve ser reconhecida como autoridade presidente, e os mestres familiares devem trabalhar por meio dela, ajudando-a em seu papel. Os mestres familiares também devem trabalhar diretamente com membros solteiros, viúvos e outros membros, ajudando-os a se fortalecerem e prestando-lhes assistência sempre que necessário. Como os Mestres Familiares Podem Ajudar a Família. Os mestres familiares podem ajudar nossa família de muitas formas. Podem demonstrar como preparar e dirigir uma reunião familiar, incentivar-nos a desenvolver nossos talentos, oferecer conselhos que nos ajudem a resolver problemas e ajudar a aumentar a espiritualidade em nossa casa.


Conclusão

Os mestres familiares representam o Senhor, o bispo ou presidente do ramo, e o quórum do sacerdócio no fortalecimento espiritual, temporal e emocional das famílias. Podem ajudar as famílias que lhes foram designadas a apreciarem os programas da Igreja, e incentivá-las a cuidar de suas responsabilidades para com a família e para com a Igreja. Os mestres familiares trabalham com o chefe de cada

Manual Básico da Mulher Sud.

4 de março de 2010

Testemunhos sobre o Livro de Mórmon

“Os membros da Igreja de todo o mundo deveriam conhecer o Livro de Mórmon melhor do que qualquer outro livro. Deveríamos conhecer não somente os relatos históricos e inspiradores que contém, mas também compreender os seus ensinamentos. (...)Tenho observado dentro da Igreja as diferenças de discernimento, convicção e espírito entre as pessoas que conhecem e apreciam o Livro de Mórmon, e as outras. Esse livro éum grande selecionador de pessoas.”
(Pres. Ezra Taft Benson, Jesus Cristo-Dádivas e Esperanças, A Liahona, abril de 1977, p.25)



“Convidamos a todos os homens, em qualquer lugar, a lerem o Livro de Mórmon, um outro testamento de Jesus Cristo. (...)
Nós não temos de provar que o Livro de Mórmon é verdadeiro; ele é sua própria prova. A única coisa que nos resta fazer é lê-lo e proclamá-lo! O Livro de Mórmon não está em julgamento; quem está em julgamento é o povo do mundo, inclusive os membros da Igreja, com respeito ao que farão com esta segunda testemunha de Cristo.”
(Pres. Ezra Taft Benson, Uma Nova Testemunha, A Liahona, jan de 1985, p.7)


“Existe um poder neste livro que começará a fluir para sua vida no momento em que vocês iniciarem um estudo sério dele.Vocês encontrarão maior força para resistir às tentações. Acharão vigor para evitar as ilusões. Serão fortificados para permanecer no caminho estreito e apertado. As escrituras são chamadas de ‘as palavras de vida’ (D&C 84:85), e em nenhum lugar isso é mais verdade do que no Livro de Mórmon. Quando começarem a ter fome e sede dessas palavras encontrarão vida em abundância cada vez maior”.
(Pres. Ezra Taft Benson, Conference Report, out. de 1986, p. 6; Ensign, nov. de 1986, p. 7.)

 



“Declarei aos irmãos que o Livro de Mórmon era o mais correto de todos os livros da Terra, e a pedra angular de nossa religião; e que um homem se chegaria mais a Deus cumprindo seus preceitos que os de qualquer outro livro.”
(Joseph Smith, Ensinamentos, p.189)


   
 
 
“A pedra angular é a pedra de esquina que une e sustenta as paredes. Se ela for removida, as paredes e a estrutura desmoronam, o que, com efeito, significa que o mormonismo – que realmente é o evangelho de Cristo restaurado nos últimos dias – permanece ou cai com a veracidade ou falsidade do Livro de Mórmon. (...)”
(Élder Bruce R. McConkie, Conference Report, abril de 1961, pp.39-40)




“O início e o fim do evangelho estão escritos na seção dois de Doutrina e Convênios. Essa é a pedra angular do maravilhoso arco do evangelho; se essa pedra central se enfraquecesse e caísse, toda a estrutura do evangelho ruiria em blocos desorganizados de doutrina.”
(Élder John Andreas Widtsoe, Conference Report)

 
 
 
“Na minha maneira de entender, nenhum membro desta Igreja jamais deve sentir-se realizado, enquanto não tiver lido diversas vezes o Livro de Mórmon, examinando-o com sincera devoção, para que possa testificar que, de fato, é um registro preparado com a inspiração do Todo-Poderoso, e
que a história nele contida é verdadeira. (...) Nenhum membro desta Igreja que não tenha lido cuidadosa e sinceramente o Livro de Mórmon, poderá apresentar-se
aprovado na presença de Deus”
(Pres. Joseph Fielding Smith, Conference Report, out de 1961, p.18)



“Abri-o ansiosamente e li a página introdutória. Li, a seguir, o testemunho de diversas pessoas a respeito da maneira como ele foi achado e traduzido. Depois disso, comecei a ler seu conteúdo. Li-o o dia todo; comer era penoso, pois não tinha apetite; dormir se tornou difícil quando chegava a noite, pois eu preferia ler a repousar. Quando o li, o espírito do Senhor
desceu sobre mim, e eu soube e compreendi que o livro era
verdadeiro.”
(Parley P. Pratt, Autobiografia, p.20)



“Gostaria de incentivar cada homem e mulher (…) e cada menino e menina que tenha idade suficiente para ler, que leiam o Livro de Mórmon novamente durante o próximo ano. Ele foi escrito para convencer o judeu e o gentio de que Jesus é o Cristo. Não há nada que podemos fazer de maior importância, do que fortalecer em nossa vida individual a convicção inabalável de que Jesus é o Cristo, o Filho vivo, do Deus vivo. Esse é o propósito de se trazer à luz este livro notável e maravilhoso. Sugiro que leiam-no novamente e peguem um lápis, vermelho, caso tenham um, e façam uma marca toda vez que houver no livro referência a Jesus Cristo.
E virá a vocês, uma convicção muito real ao fazê-lo, de que Ele é de fato, um outro testamento do Senhor Jesus Cristo”.
(Teachings of Gordon B. Hinckley [1997], p. 44.)



“Estudamos o Livro de Mórmon na Escola Dominical no ano passado, mas aos membros da Igreja em todo o mundo e a nossos amigos em toda parte lanço o desafio de ler ou reler o Livro de Mórmon. Se lerem um pouco mais que um capítulo e meio por dia, conseguirão terminar o livro antes do fim deste ano. (...)

Prometo-lhes sem reservas que, se seguirem esse programa simples, não importando quantas vezes tiverem lido o Livro de Mórmon antes, haverá em sua vida e em sua casa mais do Espírito do Senhor, uma determinação mais firme de obedecer a seus mandamentos e um testemunho mais forte da realidade viva do filho de Deus.”
(Pres. Gordon B. Hinckley, Um Testemunho Vibrante e Verdadeiro, A Liahona, ago de 2005, pp.3-6)


“Precisamos evitar adotar os males do mundo, temos de buscar um curso que alimente nossa mente diariamente e a leve de volta às coisas do espírito. Não sei de melhor meio para fazê-lo do que ler o Livro de Mórmon diariamente”.

 “Tenho certeza de que se, nos lares da Igreja, os pais lerem o Livro de Mórmon com fervor e regularidade, tanto sozinhos como com os filhos, o espírito desse grandioso livro passará a permear o lar e todos os que nele habitarem. O espírito de reverência aumentará e a consideração e respeito mútuos crescerão. O espírito de contenda se afastará. Os pais aconselharão os filhos com maior amor e sabedoria. Os filhos serão mais receptivos e obedientes às orientações dos pais. A retidão aumentará. A fé, esperança e caridade—o puro amor de Cristo—aumentarão em nosso lar e nossa vida, trazendo em seu bojo paz, alegria e felicidade.” (Pres. Marion G. Romney, Conference Report, abril de 1980, pp. 88, 90, ou Ensign, maio de 1980, pp. 66, 67)