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27 de junho de 2009

Regras de Fé

Perguntaram a Joseph Smith quais eram as crenças básicas da Igreja. Ele resumiu os ensinamentos e doutrinas em 13 pontos básicos que são conhecidos como as Regras de Fé d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. São elas:
Cremos em Deus, o Pai Eterno, e em Seu Filho, Jesus Cristo, e no Espírito Santo.
Cremos que os homens serão punidos por seus próprios pecados e não pela transgressão de Adão.
Cremos que, por meio da Expiação de Cristo, toda a humanidade pode ser salva por obediência às leis e ordenanças do Evangelho.
Cremos que os primeiros princípios e ordenanças do Evangelho são: primeiro, Fé no Senhor Jesus Cristo; segundo, Arrependimento; terceiro, Batismo por imersão para remissão de pecados; quarto, Imposição de mãos para o dom do Espírito Santo.
Cremos que um homem deve ser chamado por Deus, por profecia e pela imposição de mãos, por quem possua autoridade, para pregar o Evangelho e administrar suas ordenanças.
Cremos na mesma organização que existia na Igreja Primitiva, isto é, apóstolos, profetas, pastores, mestres, evangelistas, etc.
Cremos no dom de línguas, profecia, revelação, visões, cura, interpretação de línguas, etc.
Cremos ser a Bíblia a palavra de Deus, desde que esteja traduzida corretamente; também cremos ser o Livro de Mórmon a palavra de Deus.
Cremos em tudo o que Deus revelou, em tudo o que Ele revela agora e cremos que Ele ainda revelará muitas coisas grandiosas e importantes relativas ao Reino de Deus.
10º Cremos na coligação literal de Israel e na restauração das Dez Tribos; que Sião (a Nova Jerusalém) será construída no continente americano; que Cristo reinará pessoalmente na Terra; e que a Terra será renovada e receberá sua glória paradisíaca.
11º Pretendemos o privilégio de adorar a Deus Todo-Poderoso de acordo com os ditames de nossa própria consciência; e concedemos a todos os homens o mesmo privilégio, deixando-os adorar como, onde ou o que desejarem.
12º Cremos na submissão a reis, presidentes, governantes e magistrados; na obediência, honra e manutenção da lei.
13º Cremos em ser honestos, verdadeiros, castos, benevolentes, virtuosos e em fazer o bem a todos os homens; na realidade, podemos dizer que seguimos a admoestação de Paulo: Cremos em todas as coisas, confiamos em todas as coisas, suportamos muitas coisas e esperamos ter a capacidade de tudo suportar. Se houver qualquer coisa virtuosa, amável, de boa fama ou louvável, nós a procuraremos.

21 de junho de 2009

Qual a atitude dos líderes da Igreja com relação ao racismo e a escravidão desde o seu início?

Joseph Smith:
Quanto à posição de Joseph Smith em relação aos negros, os antimórmons nunca se referem às declarações e atitudes de Joseph sobre o assunto, principalmente numa época pró-escravocrata, Joseph irritava seus inimigos por atitudes abolicionistas e pró-negros.


Uma Sra.Mary Frost Adams relata o seguinte incidente quando Joseph era prefeito de Nauvoo no estado de Illinois.
"Enquanto ele estava exercendo a prefeitura da cidade, um homem Negro chamado Anthony foi preso por vender licor no Domingo, o que era contrário à lei. Ele alegou que a razão de ter feito aquilo era de que ele precisava levantar dinheiro necessário para comprar a liberdade de seu querido filho que era detido como escravo em um Estado do Sul. Ele havia sido capaz de comprar a sua própria liberdade e a da sua esposa e agora desejava trazer seu pequeno filho para junto de seu lar. Joseph disse, ‘Desculpe-me, Anthony, mas a lei precisa ser observada e nós teremos que lhe imputar uma multa’".
No outro dia Irmão Joseph presenteou Anthony com um belo cavalo, orientado-o para que o vendesse e usasse o dinheiro obtido da transação para comprar a liberdade da criança.
O cavalo foi vendido por US$ 500, que era uma soma considerável para aquela época, seria o equivalente a alguém vender o seu carro esportivo hoje e doar o dinheiro para poder comprar a liberdade de um filho escravo...
Em outra ocasião, irritou os magistrados do Illinois e do Missouri por punir um homem que chicoteou o seu escravo o qual havia lhe roubado alguns víveres...
O profeta Joseph Smith incansavelmente advogava os direitos do povo Negro; em uma época onde não era popular agir desta forma, nem mesmo nos estados do Norte dos E.U.A. onde escravidão já era ilegal. Como Prefeito de Nauvoo, Illinois, um homem branco (um não Mórmon) havia chicoteado terrivelmente um negro por roubar-lhe alguns de seus víveres. O nome do homem negro era Chism. Joseph perguntou a Chism se ele havia roubado os víveres, e Chism replicou que sim. Ele cobrou de Chism uma pequena multa e mandou prender o homem branco por ter chicoteado Chism!
Isto foi um ULTRAJE para homens brancos em todo Illinois e no estado vizinho do Missouri, que era pró-escravocrata. Não muito tempo após isso, Joseph Smith foi novamente levado à prisão sob acusações genéricas alardeadas por todo o estado e logo assassinado junto com seu irmão Hyrum na cadeia de Carthage, Illinois.
Como podem ver, atitudes como essas só insuflaram o antagonismo dos líderes locais que acabaram culminando no seu (e de seu irmão) futuro martírio em 1844.

Declarações como direitos iguais e livre educação para os negros:
Joseph Smith (1º Presidente da igreja) disse em 1842.

"...Eu aconselhei (os donos de escravos) para trazerem seus escravos a uma nação livre e libertá-los, educá-los e dar-lhes direitos iguais".
(Compilation on the Negro in Mormonism, p.40)

Ele disse em 1844:
"Eles (Os negros) vieram ao mundo escravos, mental e fisicamente. Mudem suas situações com os brancos, e eles serão como eles. Eles têm almas e são sujeitos à salvação. Vá para Cincinnati ou qualquer cidade, encontre um Negro educado, que dirige em sua carruagem, e vocês verão um homem que se elevou através de sua própria mente ao seu exaltado estado de respeitabilidade".

Ele também disse:
"A Declaração de Independência 'sustenta serem estas verdades auto-evidentes: que todos os homens são criados iguais; que são investidos pelo seu criador com certos direitos inalienáveis, que entre esses estão a vida, liberdade e busca de felicidade.' Mas, ao mesmo tempo, alguns dois ou três milhões de pessoas são detidas como escravas nesta vida porque os seus espíritos são revestidos por uma pele mais escura que a nossa...A Constituição dos Estados Unidos da América quer dizer exatamente o que diz sem referência à cor ou condição, ad infinitum!"
(Messages of The First Presidency 1:191-2)

Ele disse em 1844:
"Quebrai as correntes do pobre homem Negro e empregai-o no trabalho como qualquer outro ser humano."
(History of the Church 5:209)

Onze anos antes do filósofo Ralph Emerson fizesse sua petição contra a escravatura (1855), Joseph o antecedeu e pediu a abolição em todo o USA, requerendo até mesmo os fundos do Estado para que isso fosse realizável:
Joseph Smith 1844 (alguns meses antes de ser assassinado):
"Petição também a vós, bons habitantes dos estados escravocratas e a vossos legisladores a fim de abolir a escravidão até o ano de 1850, ou até mesmo já, e salvai o abolicionismo da reprimenda e da ruína. Roguem ao Congresso para pagar a cada homem um preço razoável pelos seus escravos a partir do lucro da receita obtida através da venda de terras públicas ou então dêem uma redução de impostos em troca da libertação de seus escravos. Quebrai as correntes do pobre homem negro, empregai-os no trabalho como qualquer outro ser humano; pois uma hora de virtuosa liberdade vale mais do toda uma eternidade de cativeiro.” ·

Josias Quincy, futuro prefeito de Boston (havia conhecido Joseph Smith pessoalmente em Nauvoo), lamentando a terrível destruição que causada pela guerra de secessão americana, lembrou os ensinamentos de Joseph Smith a respeito da liberdade dos escravos e do filósofo Ralph Emerson sobre suas defesas dos negros e da abolição:
"Nós podemos olhar para trás e ver o terrível custo desta guerra fratricida que pôs um fim à escravidão, agora dizemos que uma solução para tal dificuldade teria valido à pena para um estadista Cristão. Mas se o aposentado filósofo [referindo-se a Émerson] esteve adiante de seu tempo quando advogou a disposição de propriedade pública em 1855, o que deveríamos dizer do líder político e religioso [referindo-se a Joseph Smith] que havia se comprometido em publicações impressas, assim como em conversação, a mesma causa em 1844? Se a atmosfera da opinião pública fosse instigada por tal proposição quando as nuvens de guerra estivessem discerníveis no céu, não foram tais palavras como a de uma grande estadista onze anos antes quando os céus pareciam tranqüilos e beneficentes?". (Josiah Quincy, Figures of the Past, "Joseph Smith at Nauvoo," p. 398, as cited by B. H. Roberts, Comprehensive History of the Church, Vol. 2, Ch. 51, p.192):

Brigham Young em 1863:
“Negros devem ser tratados como seres humanos e não como animais brutos e irracionais. Pelo seu abuso desta raça, os brancos serão amaldiçoados, a menos que se arrependam.” (Journal of Discourses 10:111)

John A. Widstoe (Apóstolo) em 1946:
“As alegações de “raça superior” são puramente cacarejos de galo, usadas por homens sem caráter em benefícios de seus próprios interesses. Nunca houve um monopólio da superioridade das realizações humanas por qualquer nação. Declarar isso é simplesmente permitir que o nacionalismo sem lei corra solto e selvagem (em relação a ideologia nazista). A doutrina da “raça superior”da última guerra foi uma horrível enganação, concebida pelos poderes do mal, cujo príncipe é Satã, o demônio.” (Evidences and Reconciliations, pp. 3-4)

Presidente McKay em 1951:
“George Washington Carver [famoso cientista afro-americano] foi uma das mais nobres almas que já veio a esta terra. Ele se manteve em próxima intimidade com o seu Pai Celestial e proporcionou um serviço tão excelente aos seus concidadãos que poucos o igualariam. A cada projeto religioso, a cada impulso nobre e a cada boa obra realizada em sua vida altruística, George Washington Carver será recompensado, e da mesma forma será qualquer outro homem, seja ele vermelho, branco, negro ou amarelo, pois Deus não faz acepção de pessoas.”(Home Memories of David O. Mckay, p.231)

Joseph Fielding Smith (10º Presidente da Igreja) disse em 1962:
"Os Santos dos Últimos Dias, comumente chamados 'Mórmons', não têm animosidade alguma em relação ao Negro. Nem também o descrevem como pertencente a uma alguma raça 'INFERIOR'.
(Deseret News June 14, 1962, p.3)”

Ele disse em 1963:
“A Igreja Mórmon não acredita, nem ensina, que o Negro seja um ser inferior. Física e mentalmente o Negro é capaz de grandes realizações, tão grandes e até superiores do que as potencialidades da raça branca.”
(LOOK magazine, Oct. 22, 1963, p.79)

Bruce R. McConkie (Apóstolo) escreveu em 1966:
“Certamente os Negros são filhos de Deus e designados à igualdade diante da lei e a serem tratados com toda a dignidade e respeito como qualquer membro da raça humana. Muitos deles certamente vivem de acordo com os mais altos padrões de decência e justiça nesta vida do que alguns de seus outros irmãos de outras raças; uma situação que irá proporcionar ‘um juízo à regra e justiça ao prumo’ (Isa. 28:17) no dia do julgamento”.
(Mormon Doctrine, 1966 edition, p.528)

President Spencer W. Kimball (12º Presidente da Igreja) disse em 1972:
“Preconceito Racial é do demônio. Preconceito Racial vem da ignorância. Não há um lugar para isto no Evangelho de Jesus Cristo”.
(Teachings of Spencer W. Kimball, p.237)
De novo em 1972:
“A intolerância por membros da Igreja é desprezível. Um problema em especial existe com respeito aos negros porque eles não podem hoje [1972] receber o sacerdócio. Alguns membros da Igreja justificariam suas próprias discriminações não-cristãs contra os negros devido à regra a respeito do sacerdócio, mas enquanto esta restrição fora imposta pelo Senhor, não cabe a nós adicionar qualquer fardo sobre os ombros de nossos irmãos negros. Aqueles que receberam Cristo pela fé através de um batismo autorizado são herdeiros do reino celestial junto com todos os homens de outras raças. E aqueles que permanecerem fiéis até o fim podem esperar que Deus possa finalmente lhes garantir todas a bênçãos que merecem por sua retidão. Tais questões estão nas mãos do Senhor. Cabe a nós estender nosso amor a todos.”
(De um discurso em 1972 reimpresso em The Teachings of Spencer W. Kimball, Deseret Book, 1982.)

O Quórum dos Doze Apóstolos emitiu esta declaração em 1986:
“Nós repudiamos os esforços em negar a qualquer pessoa os seus direitos e dignidades inalienáveis baseados na abominável e trágica teoria da superioridade de uma raça sobre outra”. (LDS Global Media Guide)

Élder John K. Carmack (Membro do Primeiro Quórum dos Setenta) escreveu em 1993:
“Nós não acreditamos que qualquer nação, raça ou cultura seja de uma prole inferior ou menor aos olhos de Deus. Aqueles que acreditam em tais doutrinas não possuem autoridade do Senhor nem de seus servos autorizados.”
(Tolerance, p.3)

Élder Alexander Morrison (Membro do Primeiro Quórum dos Setenta) disse em 1993:
“Não há lugar para racismo na Igreja. Nós o abominamos”
(Salt Lake Tribune, June 6, 1998)

Geralmente estas declarações não aparecem em nenhum panfleto antimórmon...

Bíblia Sagrada

A Bíblia Sagrada testifica de Jesus Cristo e influenciou e auxiliou milhares de Seus seguidores.Trata-se de uma coleção de registros sagrados que contêm as revelações de Deus e relatos de Seus concertos com Seus filhos. Os registros históricos contidos na Bíblia abrangem muitos séculos, desde o tempo de Adão até a morte dos Apóstolos. Os livros da Bíblia foram escritos por profetas e a respeito deles, que viveram em várias épocas da história do mundo. O Velho Testamento contém textos sagrados escritos antes do nascimento de Cristo. Muitos profetas do Velho Testamento predisseram a vinda de um Salvador e de um Redentor. O Novo Testamento conta a vida desse Salvador e Redentor, que é Jesus Cristo. Também relata como a Sua Igreja foi originalmente estabelecida.
Saiba mais...

17 de junho de 2009

De onde vem Bíblia???

De acordo com Wernner Keller no seu excelente livro "E A Bíblia Tinha Razão", os mais antigos documentos até hoje descobertos, foram: O Livro de Isaías, um rolo em pergaminho com sete metros, copiado provavelmente em 100 a. C. , descoberto em 1947. Um fragmento do Evangelho de João, descoberto em 100 d. C. Em 200 d. C. foi descoberto o Papirus Chester Beatty. Em aproximadamente 150 d. C. surgiu a Vetus Latina e entre 300 e 400 d. C. surgiram o Codex Sinaiticus e o Codex Vaticanus. Depois, em 450 d. C., o Codex Alexandrinus e a Vulgata. Em 916 d.C., o Código Petropolitanus. Entre o tempo da Vetus Latina e da Vulgata, surgiram as Bíblias modernas. Mas o grande fundamento da nossa Bíblia está na Septuaginta, traduzida para o grego em Alexandria.
Diz o apóstolo Bruce R. McConkie:
"Várias versões da Bíblia foram de uso comum entre determinadas porções dos habitantes da terra de tempos em tempos. Entre elas estão: A Septuaginta, versão grega do Velho Testamento, usada desde o terceiro século, ao longo do período formativo da Igreja Cristã; a Vulgata, uma versão latina da Bíblia preparada em 382 d. C. por Jerônimo, por designação do Papa. Esta última esteve em uso comum por cerca de mil anos. A Bíblia de Gutemberg foi a primeira edição impressa da Vulgata, foi publicada no ano 1452. Da Vulgata veio a Bïblia de Wycliffe, a edição inglesa, iniciada em 1382. Tyndale traduziu o Novo Testamento e parte do Velho em 1525; grande parte dessa tradução foi conservada na "Versão Autorizada do Rei Tiago". A Bíblia de Coverdale (1535) foi a primeira versão completa na edição inglesa. A versão alemã de Lutero, apareceu aproximadamente ao mesmo tempo. Houve outras versões inglesas mais antigas: Mateus em 1537; Taverner em 1539; a Grande Bíblia em 1557; a Bíblia do Bispo em 1568 e finalmente a Versão Autorizada do rei Tiago em 1611. A Bíblia Douay é a versão inglesa da Vulgata, publicada entre 1609/10, é a versão católica para o povo de língua inglesa. A Bíblia do rei Tiago teve duas revisões, em 1881 - A Versão Revisada;
e em 1952 a Versão Revisada Padrão". (Mormon Doctrine, p. 421/422) O grande milagre e poder de Deus está manifestado no fato de que, a despeito de toda essa manipulação humana, a Bíblia ainda conservou-se viva no Espírito. Embora qualquer pessoa de bom critério admitirá que ela teve erros introduzidos nessas inúmeras versões; e que o nosso zelo deve ser pelo que nela está correto, não pelo que eventualmente esteja errado. Porém, o mais antigo documento descoberto é o Livro de Abraão; encontrado em 1833 por Michael Chandler nos sarcófagos desenterrados por seu tio A. Sebolo em 1831, próximo à antiga Tebas no Egito. Sua idade é cerca de dois mil anos. Se o mundo aceita as descobertas físicas de todos esses documentos, por que rejeita o conteúdo dos papiros de Abraão; traduzidos para o inglês por Joseph Smith? A resposta é: - Ele não era um erudito, era "apppennaas" um profeta de Deus chamado para os últimos dias.

6 de junho de 2009

Auto-disciplina!

" Descobri que não há nenhum jeito de ganharmos mais do que aquilo que podemos gastar. Estou convencido de que não é a quantidade de dinheiro que um indivíduo ganha que lhe traz paz de espírito, mas como ele controla seu dinheiro. O dinheiro pode ser um servo obediente, mas também um severo feitor. Aqueles que organizam seu padrão de vida de modo a terem algum excedente, controlam as circunstâncias. Aqueles que gastam um pouco mais do que ganham são controlados por elas. Estão em cativeiro (...) A chave para gastar menos do que se ganha é simples: chama-se Disciplina. [...] Cedo ou tarde na vida, devemos todos finalmente aprender a disciplinar-nos a nós mesmo, nossos apetites e desejos econômicos. Quão abençoado é aquele que aprende a gastar menos do que ganha e poupa alguma coisa para uma época de necessidade."

Elder N. Eldon Tanner

Eis que esta vida é o Tempo! O que estás fazendo com seu Tempo?


Hoje temos casas maiores e famílias menores.

Mais comodidades, porém menos tempo!

Temos mais diplomas, mas menos senso comum.

Mais conhecimento, porém menos discernimento.

Temos mais especialistas, mas mais problemas.

Mais medicina, mas menos saúde.

Gastamos imprudentemente.

Rimos muito pouco.

Guiamos muito depressa.

Zangamo-nos demasiado e muito facilmente.

Ficamos acordados até muito tarde.

Lemos muito pouco.

Vemos demasiada TV.

E oramos muito raramente.

Multiplicamos as nossas posses, mas reduzimos os nossos valores.

Falamos demais, amamos de menos e mentimos muitas vezes.

Aprendemos a ganhar dinheiro, mas não a vida.

Acrescentámos anos à nossa vida, mas não vida aos nossos anos.

Temos prédios maiores, mas fervemos em pouca água.

Estradas mais largas, mas pontos de vista mais estreitos.

Gastamos mais, mas temos menos.

Compramos mais, mas gozamos menos.

Fomos à lua e voltámos, mas temos dificuldade em atravessar a rua para nos encontrarmos com os nossos vizinhos.

Conquistámos o espaço sideral, mas não espaço interior.

Dominamos o átomo, mas não os nossos preconceitos.

Escrevemos mais, aprendemos menos.

Planeamos mais, mas realizamos menos.

Aprendemos a ter pressa, mas não a esperar.

Temos maiores salários , mas menor ética.

Construímos mais computadores para conter mais informação, para produzir mais cópias, mas comunicamos menos.

Temos demasiada quantidade, mas qualidade a menos.

Estes são tempos de comida rápida e digestão lenta.

Homens altos , e baixeza de carácter.

Mais lazer e menos divertimento mais tipos de alimentos, mas pior nutrição.

Dois salários, mas mais divórcios.

Casas mais luxuosas, mas lares desfeitos.

Por isso eu proponho que, a partir de hoje, não guardes nada para uma ocasião especial , porque cada dia que vives é uma ocasião especial.

Busca o conhecimento, lê mais, senta-te à tua porta e admira a vista sem prestar atenção às tuas necessidades.

Passa mais tempo com a tua família e amigos, come as tuas comidas favoritas, e visita os lugares de que gostas .

A vida é uma cadeia de momentos de prazer, e não apenas sobrevivência.

Temos muito na vitrine , mas pouco ou nada na dispensa.

Não adies nada que traga risos e alegria à tua vida .

Lembra-te de passar tempo com as pessoas que amas, pois elas não estarão por aqui para sempre.

Lembra-te de dar um abraço carinhoso num amigo, pois não te custa um cêntimo sequer.
Lembra-te de dizer "eu amo-te" às pessoas que amas,

Pois cada dia, cada hora e cada minuto é especial.

E não sabes se não vai ser o teu último.



Vamos dizer à nossa família e amigos quanto gostamos deles.
O segredo da vida não é querer tudo o que amas, mas amar tudo que tens!
Por isso, valoriza o que tens e as pessoas que estão ao teu lado.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Retira do teu vocabulário frases como “ um destes dias “ e “ qualquer dia”.


Vamos escrever essa carta que pensámos escrever “ um destes dias “.


Se estás demasiado ocupado para conseguires viver cada dia com alguém que amas, e dizes a ti mesmo que o vais fazer “ um dia destes “.

Acredita em mim


um destes dias

Podes não estar cá para o fazeres.

Pensa nisso!




Ao pesquisar sobre o verdadeiro autor de “O Paradoxo de Nosso Tempo” pois existem muitos textos parecidos com este, descobri aqui que era alguém chamado Dr. Bob Moorehead, pastor de uma igreja nos EUA, que teria escrito o texto em 1990, e onde foram dados os devidos créditos ao autor e não a George Carlin. (mensagem enviada por C. J.T.)

31 de maio de 2009

...uma visão sobre a evolução!

Antes de Darwin, Willian Paley, um teólogo do século XVIII propôs a famosa analogia do relógio suíço encontrado na areia de uma praia ou deserto. Segundo sua analogia, qualquer um que encontrasse este objeto perdido, ao tomá-lo em sua mão de imediato pensaria num relojoeiro suíço que o fabricou; mesmo se o relógio tivesse boca e falasse que não existisse relojoeiro algum, que ele simplesmente se fez, nenhum ser inteligente seria capaz de acreditar no relógio, sua complexidade era por demais precisa para simplesmente ter surgido por acaso.
A extrapolação deste argumento de Paley para a complexidade dos seres vivos e do próprio homem era evidente, tudo apontava para um Criador, negá-lo seria quase um absurdo. Neste ponto da história entra Darwin com seu livro...
T.H. Huxley, destacado seguidor do Darwinismo, descreveu mais tarde o impacto dramático do Livro de Darwin:
“A Origem (das Espécies)... prestou um enorme serviço ao nos libertar para sempre do Dilema: Recusa-se a aceitar a hipótese da Criação? E o que você tem a propor que possa ser aceito por qualquer pessoa de raciocínio prudente? Em 1857 eu não dispunha de nenhuma resposta, e não creio que alguém mais o tivesse. Um ano depois nos reaproximamos com embotamento por nossa perplexidade com este tipo de inquérito. Minha conclusão ao descobrir-me dominando a idéia central de A Origem das Espécies, foi “Como fui um imbecil de não haver pensado nisso!”“
[Citado em W.C. Dampier, A History of Science, pós-escrito I. Bernard Cohen (Cambridge: Cambridge University Press, 1989), p.279.]

Ou seja, agora os ateístas tinham uma teoria racional que poderia deixar Deus de lado, o relógio de Paley não se encontrava sozinho na areia, atrás dele havia vários outros relógios que se auto-multiplicavam, desde relógios mais simples que foram se adaptando ao ambiente, aos mais capazes, geralmente mais complexos que os anteriores os quais foram substituindo os menos complexos, até que chegássemos no relógio suíço perdido na praia. A idéia de um relojoeiro-Deus podia ser descartada e substituída por auto-multiplicação, acaso, tempo bem longo e evolução seletiva dos mais adaptados ao ambiente.
Para muitos evolucionistas teístas, entretanto, a teoria da evolução poderia ser simplesmente o método de Deus utilizado para trazer os seres vivos sobre a Terra, acreditavam que ainda assim alguém deveria estar no controle, simplesmente o acaso e a seleção natural, apesar de explicarem muita coisa, muita coisa ainda apontava para um Deus. Por exemplo, no início da formação da Terra, a passagem de elementos brutos do Reino Mineral para componentes orgânicos dos Reinos Vegetais e Animais deveriam estar sob condições específicas de controle. Outro aspecto seria a inteligência e comunicação entre vários animais que pareciam não seguir um padrão evolutivo, formigas, abelhas e cupins, por exemplo, são capazes de se organizarem em sociedades, se comunicarem entre elas, de uma maneira muito mais efetiva que vários organismos superiores e mais complexos, como por exemplo vacas, cavalos, cachorros, etc.
O argumento dos teístas evolucionistas ganhou ainda mais força com a publicação do Livro “A Caixa Preta de Darwin”, por Michael Behe. Behe, um ex-ateu convicto, bioquímico molecular sempre acreditou que a evolução, o acaso e o longo tempo pudesse explicar tudo que aconteceu e acontecia no reino animal e vegetal. Sua primeira surpresa foi descobrir que não havia nada na teoria da evolução desenvolvida desde 1858 que indicasse por exemplo como as complexas reações bioquímicas que ocorrem no interior dos seres vivos se desenvolveram, não havia evolução destas reações bioquímicas, elas simplesmente tinham de ser daquele jeito. Behe então volta ao antigo conceito de Paley e propõe o que chama da “complexidade irredutível”. Para entender este termo, Behe usa a analogia da ratoeira, um sistema complexo formado por uma mola, um sensor, um gatilho que disparasse uma prensa de ferro. Behe argúe que a ratoeira seria um objeto de “complexidade irredutível”, qualquer outra configuração da mola, grampos de ferro e sensor, se não fossem desenhadas de uma forma inteligente para nada serviriam. Desta analogia simples ele segue com inúmeros exemplos que existiriam na natureza de “complexidade irredutível”, desde os sistemas digestivos das células até os “motores biológicos” que movem o flagelo da Euglena (um protozoário ciliado). Behe, então explica que na época de Darwin, acreditava-se ser a célula algo muito simples que se desenvolveu das partículas brutas, na verdade para Darwin a célula ainda era uma “caixa preta” desconhecida completamente sua complexidade interior.
Muitos líderes da Igreja achava que a Teoria da Evolução afastasse os homens de Deus, mas vemos não ser este necessariamente o caso, há muitos teístas que conciliam perfeitamente a seleção natural das espécies com um Designer Inteligente.
Outros líderes seguindo o conceito Criacionista alegariam que não poderia haver morte antes da Queda de Adão, uma exigência para que a Teoria da Evolução pudesse ser aceita, para isto citariam a escritura de Paulo:
Romanos 5:12
“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.”
Muitos membros da Igreja entendem esta morte como sendo restrita ao Homem, para o qual o plano de Salvação foi delineado. A escritura do Livro de Mórmon compara esta morte física com a sepultura humana, a qual seria revertida na ressurreição de Cristo.
II Néfi 9:11-12
“E por causa do caminho de redenção de nosso Deus, o Santo de Israel, essa morte da qual falei, que é a física, libertará seus mortos; essa morte é a sepultura. E essa morte da qual falei, que é a morte espiritual, libertará seus mortos; e essa morte espiritual é o inferno; portanto, morte e inferno deverão libertar seus mortos; e o inferno deverá libertar seus espíritos cativos e a sepultura deverá libertar seus corpos cativos; e o corpo e o espírito dos homens serão restituídos um ao outro; e é pelo poder da ressurreição do Santo de Israel.”

Alguns entendem que apesar de alguma maneira os espíritos dos animais façam parte do plano de Deus, cada um cumpre a “medida de sua criação”, e as escrituras são mais específicas ao Homem, seu livre arbítrio em aceitar ou rejeitar o sacrifício expiatório de Cristo. Mesmo somente após a Queda o homem foi capaz de procriar e ter filhos enquanto isso toda a Terra, plantas e animais obedeciam o mandamento de “Crescei-vos e multiplicai-vos”, imaginar uma terra sem a morte de animais e plantas antes da Queda seria quase o mesmo que imaginar uma Terra somente com um casal de cada espécie (planta e animal) antes da Queda do Homem.
Alguns eruditos mórmons como Steven E. Jones acreditam que antes da Queda plantas e animais fossem vivificados pelo Espírito de Deus, suas mortes apesar de biologicamente serem mortes espiritualmente não o eram, somente após a Queda estes espíritos não humanos começariam a ganhar identidade. Outros acreditam que a não morte estivesse restrita ao Éden, enquanto isso toda uma Terra estava sendo preparada para acolher o homem.

Outra grande dúvida também viria para explicar os fósseis de pré-homídeos. Explicações desde pré-adamitas extintos após a Queda (B.H. Roberts), ou então de um ínterim de tempo relativamente bem longo entre a transgressão de Adão e sua efetiva expulsão do Éden (Hugh Nibley) surgiram entre líderes e intelectuais mórmons, todavia o grande consenso da maioria é que isto são apenas idéias e especulações humanas tentando conciliar as verdades conforme reveladas pelas escrituras com as descobertas da Ciência, podem ser corretas ou falsas, um dia saberemos. (D&C 121:31-32).

26 de abril de 2009

A Sião Vem, Pois, Depressa!


"...esses princípios do amor, do trabalho, da auto-suficiência e da consagração foram dados por Deus. Aqueles que os aceitam e vivem de acordo com eles tornam-se puros de coração."



“Portanto, em verdade, assim diz o Senhor:


Que Sião se regozije, pois isto é Sião — o puro de coração”

5 de abril de 2009

"Porque já o mistério da injustiça opera; somente há um que agora resiste até que do meio seja tirado; e então será revelado o iníquo, a quem o Senhor desfará pelo assopro da sua boca, e aniquilará pelo esplendor da sua vinda; a esse cuja vinda é segundo a eficácia de Satanás, com todo o poder, e sinais e prodígios de mentira, e com todo o engano da injustiça para os que perecem, porque não receberam o amor da verdade para se salvarem."
(2 Tessalonicenses 2:7-11)
"Porque desde o menor deles até ao maior, cada um se dá à avareza; e desde o profeta até ao sacerdote, cada um usa de falsidade. E curam superficialmente a ferida da filha do meu povo, dizendo: Paz, paz; quando não há paz. Porventura envergonham-se de cometer abominação? Pelo contrário, de maneira nenhuma se envergonham, nem tampouco sabem que coisa é envergonhar-se; portanto cairão entre os que caem; no tempo em que eu os visitar, tropeçarão, diz o SENHOR."
(Jeremias 6:13-15)
"Mas falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério, a qual Deus ordenou antes dos séculos para nossa glória; a qual nenhum dos príncipes deste mundo conheceu; porque, se a conhecessem, nunca crucificariam ao Senhor da glória. Mas, como está escrito: As coisas que o olho não viu, e o ouvido não ouviu,e não subiram ao coração do homem,são as que Deus preparou para os que o amam."
(2 Coríntios 2:7-10)

22 de março de 2009

Helamã 14:8

“E acontecerá que todos os que acreditarem no Filho de Deus terão vida eterna.”

A DESTRUIÇÃO DO LIVRO DE MANDAMENTOS

O material mais importante que estava sendo impresso na redação do jornal era o Livro de Mandamentos, a primeira compilação das revelações recebidas pelo Profeta Joseph Smith. Quando a multidão hostil atacou o edifício, as pessoas atiraram pelas ruas as páginas soltas do livro. Vendo isso, duas jovens da igreja, Mary Elizabeth Rollins e sua irmã, Caroline, mesmo correndo risco de vida, procuraram salvar o que era possível. Mary Elizabeth contou: “A [turba] levou para fora grandes folhas de papel e os homens disseram: ‘Aqui estão os Mandamentos Mórmons’. Minha irmã Caroline e eu estávamos no canto de uma cerca, observando-os. Quando falaram dos mandamentos, decidi que queria ficar com alguns deles. Minha irmã disse que, se eu fosse pegar algum, ela também iria, mas comentou: ‘Eles vão nos matar’.” Enquanto a turba estava ocupada num lado da casa, as duas correram e encheram as mãos com as preciosas páginas. Os homens viram as meninas e mandaram que parassem. Mary Elizabeth contou:
“Corremos o mais rápido possível. Dois deles foram atrás de nós. Vendo uma abertura numa cerca, entramos num grande milharal, colocamos os papéis no chão e deitamo-nos sobre eles. O milharal tinha entre um metro e meio e dois metros de altura e era bem fechado; eles nos perseguiram por um tempo considerável e chegaram muito perto de nós, mas não nos encontraram”.

Quando os valentões foram embora, as meninas correram para um velho estábulo feito de troncos. Lá, conforme relata Mary Elizabeth, encontraram “a irmã Phelps e os filhos carregando mato e empilhando-o num lado do celeiro para servir de cama. Ela perguntou-me o que eu tinha nas mãos – eu contei. Ela, então, pegou as folhas. ( . . . ) Encadernaram as páginas em pequenos livros e enviaram-me um exemplar, o qual prezo imensamente

18 de março de 2009

CARACTERÍSTICAS DO PÓS-MODERNISMO QUE MAIS NOS AFETAM

Alistemos, agora, algumas características do que é este movimento. Vejamos nelas as marcas de caráter que muitas das pessoas hoje têm como produto do movimento e como afetam o nosso testemunho de Jesus Cristo.

(1) O colapso das crenças. Seja a fé, a educação, ou a cultura, há uma descrença em tudo que se afirmou até então. Não crêem que seja verdade que o estudo melhore a vida das pessoas e o mundo. Há desinteresse pela herança passada. Tudo é visto como não funcional, como não resultável, não produtor de bons resultados. Um Ronaldinho, que mal consegue fazer uma sentença gramatical articulada, ganha muito mais que um cientista. Vale a pena estudar? Voltando à questão das crenças: não há um conjunto de valores. O que se faz é desmantelar as regras e as estruturas.

(2) A busca de novidades exóticas. Uma música espanhola ilustra isso: “Cada noite um rolo novo. Ontem o ioga, o tarô, a meditação. Hoje o álcool e a droga. Amanhã a aeróbica e a reencarnação” (Cómo decirte, como cóntarte). Normalmente as novidades são contra o estabelecido, e as drogas, muito mais. A mídia cria mitos, cria conceitos, projeta sempre o que é contra os estabelecido. Um exemplo foi a exaltação do Islã em uma novela da Globo. Os evangélicos, enquanto isso, são ridicularizados. Esta atitude surge por causa dos dois itens seguintes.

(3) A descrença nas instituições. Elas falharam em prover um mundo melhor. Os governos, a família, a escola, todos falharam. O jovem não crê na declaração romântica do educador de que está formando mente e educando para o futuro. Não vê o professor encarar a profissão como um sacerdócio, mas como um ganha-pão. Não vê a escola como um lugar agradável nem crê no seu discurso de que estudando a pessoa pode ter oportunidades. Há milhares com diploma na mão e subempregados. Também não crê nas igrejas porque os escândalos são muitos. A igreja dos anos noventas não produziu santos, mas pessoas preocupadas com dinheiro. O vulto mais importante que a igreja evangélica dos anos sessentas legou à humanidade foi o pastor batista Martin Luther King Jr, Prêmio Nobel da Paz. A igreja evangélica dos anos oitentas apresentou ao mundo o bispo anglicano Desmond Tutu, também Prêmio Nobel da Paz. A igreja evangélica dos anos noventas é mais conhecida por Edir Macedo que por qualquer outro personagem. Para o homem pós-moderno, os governos não são honestos nem a classe política é íntegra. A família, via de regra, é um inferno na sua vida doméstica. Isso se vê na legião de meninos de rua que preferem um estilo de mendicância, superior ao que têm em casa. A autoridade nunca é bem vista. É sinônimo de opressão. As pessoas querem ser livres. É o desdobramento do existencialismo, como foi mostrado num filme dos anos sessentas, Cada um vive como quer. As pessoas são senhoras de suas vidas, sem convenções, sem compromissos e sem autoridade. E as igrejas são, hoje, mais instituição do que comunhão. O aspecto institucional e mais importância à ordem e à lei do que à vida nos colocam em desvantagem. Os regulamentos e o “está errado” falam mais alto que a celebração da vida.
Depois da “morte de Deus” para o homem se afirmar (tese central do existencialismo), temos agora a morte do homem. Cabe aqui a frase de Veith: “O modernismo tinha assumido o projeto da morte de Deus. David Levin mostra como o pós-modernismo dá o passo seguinte. Conservando a idéia de que Deus está morto, o pós-modernismo assume como projeto próprio a morte do eu”
.

(4) A necessidade de escandalizar. Escandalizam com a conduta, com a recusa às regras, na indumentária e no visual. A própria maneira de se vestir mostra desleixo e até falta de asseio. Gasta-se muito dinheiro para se comprar uma roupa rasgada. Vestir-se mal e como mendigo é sinal de estar na moda. O pós-moderno rejeita padrões. Costumo dizer que adolescente não se veste, apenas se cobre. É a bermuda que não se sabe se é uma calça comprida do irmão menor, porque ficou no meio da canela, ou se é uma bermuda do irmão maior porque ficou pouco acima do tornozelo. Todo mundo é igual: o boné virado para trás, um tênis encardido no pé e uma blusa de frio amarrada na cintura. Isto porque querem ser diferentes. Copiam-se uns ao outros na sua diferenciação. Um piercing dá um toque a mais. Julgam-se diferentes, mas são clones uns dos outros.

(5) Um estilo individualista, hedonista e narcisista. O pós-moderno é individualista, embora viva em “tribos”. Vive sua existência. Não tem patriotismo ou idealismo. É hedonista, vivendo em função do prazer, não necessariamente sexual, mas a busca o que é agradável. É narcisista, pois olha mais para si que para o mundo. O social e outro são irrelevantes. O que vale é o próprio indivíduo.

(6) A falta de cosmovisão. O pós-moderno não tem uma cosmovisão nem mesmo posturas coerentes. Nega a existência de Deus, mas crê em energia de um cristal. Nega a historicidade de Jesus, mas aceita duendes. Age assim porque as cosmovisões são explicações totalizantes do mundo, trazem respostas cabais e últimas. “Nenhuma certeza pode ser imposta a ninguém”, diz o pós-moderno. Recusando uma cosmovisão, uma visão integrada, as pessoas fazem uma crença tipo picadinho. Tudo está bom, tudo está certo. Ao mesmo tempo, isto não faz diferença. Cada um faz sua crença e sua religião. O padrão aferidor é a própria pessoa. Foi isto que Raul Seixas cantou: “Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião sobre tudo, tudo”.

(7) A perda do sentido de história. Não há uma história unificada, produto da visão cristã que impregnou o Ocidente e lhe deu direção. Há acontecimentos isolados, histórias de pessoas que se cruzam entre si, sem nexo, sem ligação. Uma visão global da vida não existe. Existe uma visão fragmentária. Pensa-se no hoje, no fato de agora. Perdeu-se a visão de um passado, um presente e um futuro integrados. O pós-moderno opta pelo efêmero, pelo modismo, pelo fragmentário, pelo descontínuo. Com isto, a vida não tem sentido histórico nem dimensão linear. É para ser vivida agora, numa dimensão pontilear.

(8) A substituição da ética pela estética. O dever cede lugar ao querer. As escolhas são privadas e não mais ligadas à sociedade. A capacidade de viver e de desfrutar o belo substituiu a responsabilidade. O negócio é experimentar sensações, cada vez mais fortes, cada vez mais dinâmicas. Nada de culpa ou de valores. Viver é fazer o que agrada. Ninguém tem nada com a vida alheia. Ninguém se prende afetivamente a alguém.

(9) A crise de pertença, ou seja, a necessidade de pertencer a alguma coisa, se tornou mais aguda, nesta situação. A maldição sobre Caim foi tirar-lhe a pertença. Seria sem raízes, geográficas ou sociais, um nômade, um errante, um peregrino, andante. O homem necessita pertencer a alguma coisa. É uma carência existencial. Precisa pertencer a uma igreja, um clube, uma associação, etc. Com a crise de pertença vieram os relacionamentos “lights”, imediatistas, sem ligações profundas, manifestadas no sexo efêmero e casual. O instinto substitui o afeto. Cada semana, uma pessoa. Pertence-se a uma “tribo”, mas se refugia no anonimato da Internet.

(10) A característica a seguir é a mais forte, em termos de nosso trabalho: a pluralidade ideológica e cultural. Nossa época é uma época de síntese. As pessoas querem ter posições, mas querem concordar com tudo. A pessoa tem uma cultura tecnológica, de informática avançada, mas crê em florais, astrologia e numerologia. Não tem convicções, mas conveniências. Seu credo é mais produto de ajustes de convivência do que de convicção pessoal. Pode-se ter grande zelo pela ecologia e desprezo pelo humano. As crenças e posturas são casuais e produto de circunstâncias. O evangelho pode ser verdade, mas é verdade para uma pessoa e não para outra. Há tantas verdades como pessoas. Cada uma tem e faz a sua.. Mas o maior problema está hoje no neopentecostalismo. Ele está minado pelo paganismo e ele invade nossas igrejas., com sua contaminação. Quero citar um pastor da Assembléia de Deus, sobre este ponto: “Na América Latina, as religiões pagãs populares vão se incorporando aos rituais pentecostais. Pede-se ao diabo para se manifestar, com o objetivo de exercer poderes exorcistas sobre ele, mapeiam-se as moradias demoníacas por causa da influência da cosmovisão pagã de que os poderes malignos tomam posse de lugares. Os objetos supersticiosos, como óleo ungido, rosas sagradas e a água do rio Jordão, passam a ter o mesmo valor no Cristianismo que na religiosidade popular pagã”
A linha entre paganismo e neo e baixo-pentecostalismo tem sido apagada. Este é um dos mais sérios problemas para nós. Nossos crentes assistem aos programas da Universal, onde os fundamentos do protestantismo são negados. O sacerdócio universal de cada crente, a graça por causa do amor de Deus, o fato de que Deus não se deixa subornar, são negados nas suas práticas exóticas. Ao mesmo tempo há a idéia de que uma água benzida pela oração do pastor tem fluidos mágicos. Tudo isto entra na cabeça de nosso povo. Há uma paganização do movimento evangélico hoje. A crença picadinho é muito forte nos segmentos mais baixos do movimento evangélico.

15 de março de 2009

Conversão de um Cientista Ateu

Traduzido da Ensign (Março de 1990)
Um cientista italiano pôs-se a investigar a Igreja De Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O livro De Mórmon passou em seus testes - e ele mudou a sua vida.
Para Mario Ottaviano, a resposta era simples:
Não, seus filhos não tomariam aulas de religião em sua escola em Roma. Como ateu, filho e neto de ateus, ele não acreditava em nenhuma religião.
Mas logo seus filhos estavam voltando da escola chorando. Eles eram os únicos na escola que não estavam assistindo às aulas - os únicos que não pertenciam a nenhuma religião. Outros alunos os perturbavam por causa de suas faltas de crença. Eles queriam que seu pai ao menos listasse alguma religião para eles, mesmo se eles não assistissem a nenhuma aula de religião.
E então começou a procura do Doutor Otaviano pela correta igreja para seus filhos. Ele não tinha nenhuma intenção de estar ele mesmo envolvido com qualquer religião.
Mas a sua busca despertaria nele uma que não pensasse existir dentro dele. O doutor, um respeitado pesquisador em engenharia genética e biofísica, procurou abordar a questão cientificamente.
Ele começou por rever a informação de todas as igrejas listadas em um vasto catálogo produzido pelo Vaticano.
Embora ele não acreditasse em nenhuma religião, Cristã ou Judaica, ele era um descendente de Judeus, assim automaticamente descartou qualquer organização anti-semítica. Ainda, em todo o catálogo, ele não encontrou nenhuma igreja cujas crenças parecessem suportar seus testes de lógica.
Elas eram "vazias", reconta ele - basicamente igrejas de homens. Sua busca metódica ocupou meses de seu tempo livre. Finalmente, em um pequeno livro de sua própria biblioteca, ele encontrou uma referência ao Livro de Mórmon e a igreja Mórmon.
Ele checou sua enciclopédia "para descobrir o que era o Mormonismo, e quem era este tal de Joseph Smith." A informação de sua enciclopédia era superficial. Um amigo, um professor de história religiosa, assegurou-lhe que era uma igreja Marxista. Mas o próprio Doutor Ottaviano era um líder Marxista Italiano, ele detinha posições educacionais em organizações de afiliação comunista e era fundador de uma organização Ítalo-Soviética de intercâmbio cultural e educacional. Ele não via como qualquer religião pudesse coexistir com o Marxismo.
Foi um outro amigo, um professor da Universidade de Nápoles, que deu ao doutor alguma literatura que explicava crenças básicas dos Santos dos Últimos Dias. Este material lhe dizia que Deus o Pai e Jesus Cristo eram seres separados e ambos possuíam corpos materiais. "Eu achei aquilo verdadeiro," ele relembra. "Ninguém nunca me disse que você deveria ajoelhar e orar, mas eu fiz isto espontaneamente."
Ele sentiu que deveria aprender mais. "Então eu comecei a procurar por esta igreja. Onde estava a igreja Mórmon?" Ele encontrou o endereço de uma capela SUD local, e ele e seu filho mais novo, Marco, a visitaram no domingo de manhã. Após fazer algumas perguntas, ele foi apresentado a dois missionários. Ele lhes pediu para que viessem e ensinassem religião para seus filhos - "apenas para meus filhos, não para mim e minha esposa." Sua esposa, Stefania, também não acreditava em qualquer religião. Como uma pesquisadora na área de câncer para bebês e crianças, ela houvera se horrorizado por muitas das coisas que havia visto. Sem compreender o propósito da vida (a igreja de sua infância não tinha nenhuma resposta para ela), ela recusou-se a exercer fé em um deus que deixaria tais coisas acontecerem com as pequenas criancinhas.
Doutor Ottaviano, deixou claro ao seu filho e filhas de que se eles compreendessem e acreditassem no que os missionários ensinassem, eles poderiam escolher ser batizados naquela igreja. Mas ele intencionava manter sua tradição de não envolvimento em questões de fé. A princípio, o doutor manteve-se à distância das palestras dos missionários em seu lar. Ele ouviu um pouco a convite dos missionários, mas quando foi convidado a participar, ele recusou, dizendo-lhes que "seria como um gato brincando com um rato." Ele os achou "cheio de fé, mas faltava-lhes conhecimento em muitas coisas." Ele deixou claro que eles não estavam no seu nível de intelectualidade e de educação. Haveria alguém em sua igreja preparado para responder suas questões? Sim, replicaram eles, ele poderia encontrar-se com o presidente de missão (que também detinha um PHD).
Esse encontro não aconteceu por algum tempo, mas Doutor Ottaviano e sua esposa ouviram mais algumas palestras. Ela foi inicialmente mais receptiva do que ele por causa de sua antiga experiência religiosa, mas dentro de pouco tempo ele encontrou-se lendo o Livro de Mórmon.
"Quanto mais eu lia, mais aterrorizado eu ficava, pois era como de as vozes de meus ancestrais surgissem daquelas páginas," ele reflete. No curso de seu estudo, ele sujeitou o Livro de Mórmon a vários testes que ele considerava científicos. Em um período de doze horas, por exemplo, ele leu o livro de capa a capa, começando a anotar
notas detalhadas no verso designadas para lhe mostrar se o livro mantinha sua consistência interna. Ele mantinha. Várias vezes ele tomaria pequenas seções do Livro de Mórmon e dava para alguns amigos instruídos - rabis, ou cientistas familiarizados com textos antigos - e lhes perguntava o que eles achavam. Eles lhe garantiram que os textos eram autênticos; de que fonte antiga eles vieram?
O doutor não disse a seus amigos a fonte, uma vez que eles provavelmente rejeitariam um livro conectado a uma igreja em particular. Mas ele lhes assegurou que um dia lhes mostraria o livro do qual as passagens foram tomadas, e que eles poderiam reconhecer a veracidade daquilo como ele havia verificado.
Em 4 de Dezembro de 1986, no dia do batismo de suas duas filhas (Sahara e Ljoya haviam alcançado a idade de batismo, mas o seu filho Marco ainda não), Doutor Ottaviano encontrou-se pela primeira vez com Dwight B. Williams, o então presidente da Missão Itália Roma. Três dias mais tarde eles tiveram a primeira do que seriam muitas palestras doutrinárias.
Presidente Willians não teve nenhum problema em tratar as indagações do Doutor Ottaviano em seu próprio nível intelectual, e algumas vezes as discussões seguiriam por horas.
O doutor tornou-se tão ansioso em sua investigação da igreja que deixou seu trabalho e suspendeu suas conexões com as associações e institutos Marxistas, dizendo a eles que estaria indefinidamente ocupado e não teria tempo para estar envolvido. Sua família viveu de suas economias e receitas de alguns investimentos, em adição ao salário de sua esposa, durante meses enquanto ele devotava horas cada dia a fim de estudar o evangelho.
Então chegou o dia em que o Presidente Williams lhe disse que ele já havia estudado mais do que o suficiente; era hora de procurar a ajuda do Santo Espírito no conhecimento da verdade. Mas o doutor já houvera chegado a esta conclusão por si mesmo. "Naquela altura, todas as minhas dúvidas teológicas haviam sido respondidas, e eu estava estudando a estrutura da Igreja." Ele percebeu que sua reação intelectual aos jovens missionários que haviam ensinado os seus filhos não havia mostrado a humildade requerida quando alguém está ponderando verdades eternas. Ele sabia que era hora de parar de procurar por provas científicas do evangelho e começar a examinar o assunto com o coração.
Doutor Ottaviano relembra claramente o instante quando ele percebeu que tinha um testemunho do Livro de Mórmon. Ele estava importunando uma jovem sister missionária com questões durante uma intensa discussão, ela bateu o livro contra a mesa em profundo desapontamento pela sua atitude de cabeça-dura. Aquilo o magoou ao ver o livro tratado daquela forma, pois ele sabia que era a palavra de Deus. No próximo dia, ele foi até seu amigo, Presidente Willians, e marcou a sua data de batismo.
Ele foi batizado em 18 de Março de 1987. Stefania foi batizada dois meses mais tarde. Várias vezes ela se maravilhara na intensidade do escrutínio do evangelho pelo seu marido. Quão estranho que aquilo pudesse tê-lo afastado temporariamente dos estudos científicos que ele tanto amava! E ele se perguntava, após o seu batismo, como os seus companheiros Marxistas iriam aceitar a sua decisão. Mas quando um outro membro da Igreja lhe perguntou se ele planejava continuar com suas afiliações comunistas, Irmão Ottaviano replicou que era claro que ele não poderia, pois antes de tudo, Marxismo havia sido previamente a sua religião.
Para sua surpresa, uma vez que ele explicou sua conversão a eles, seus colegas comunistas o compreenderam perfeitamente. Referindo-se a sua crença no Livro de Mórmon, eles arrazoaram:
"Antes que você fosse Marxista, você era Hebreu, e esta é a História de seu povo." Eles concordaram que ele deveria agora seguir o caminho que havia escolhido.

ATMIT


O ALIMENTO SALVA VIDAS
DESENVOLVIDO E FABRICADO POR


A IGREJA DE
JESUS CRISTO
DOS SANTOS
DOS ÚLTIMOS DIAS





ATMIT é uma palavra de origem etíope que significa “alimento fino” e é um composto nutricional desenvolvido por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que o produz e distribui para países com carências alimentares. A Etiópia tem sido o principal destino deste produto, tendo já recebido mais de mil toneladas. O alimento é composto por:


* farinha de aveia

* leite

* açúcar

* vitaminas e minerais.


Misturado nas proporções adequadas. Países como o Uganda, Sudão, Africa do Sul, Haiti, Gaza, Bangladesh, Indonésia, Sri Lanka e Níger também já foram contemplados com este suplemento alimentar destinado especialmente a crianças subnutridas e a adultos que não podem ingerir alimentos sólidos. O alimento é produzido no centro de Bem-Estar da Igreja em Salt Lake City, que dispõe de uma enorme área das suas instalações destinada à sua confecção, utilizando para o efeito a mais moderna maquinaria para produção de produtos alimentares. Todo o processo de fabrico, deste e de outros produtos alimentares produzidos pela Igreja SUD são ermanentemente acompanhados por técnicos do seu próprio laboratório de análise alimentar que acompanham todos os processos de fabrico e conservação, afim de se certificarem da real qualidade dos produtos fabricados. Para efectuar a distribuição, a Igreja Mórmon, por vezes faz parceria
com a Igreja Católica ou com Organizações de Socorro Muçulmanas que através dos seus voluntários no terreno procedem à distribuição do ATMIT aos necessitados em todo o mundo.
Existem as mais variadas histórias de sucesso, sobretudo de crianças, que têm sido salvas graças à ingestão deste alimento produzido e distribuído gratuitamente pel’ A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias para aqueles irmãos dos mais diversos países, raças e crenças que sofrem em qualquer parte do mundo.


5 de março de 2009

O Inspirado Programa de Bem-Estar da Igreja

O programa de bem-estar da Igreja é bastante conhecido em todo o mundo. Há pessoas das mais diversas classes sociais que vão à sede da Igreja em Salt Lake City para ver pessoalmente como ela cuida dos pobres e necessitados em todo o mundo sem que os beneficiados se tornem dependentes e sem que as pessoas que doam se ressintam. O presidente de certo país cancelou todos os demais compromissos do dia após visitar a Welfare Square. "O que há aqui é mais importante do que qualquer outro compromisso", disse ele. "Tenho de ficar e aprender mais." Com o passar dos anos, o programa de bem-estar da Igreja cresceu para atender às necessidades cada vez maiores da Igreja, que está em expansão. Atualmente, na América do Norte, existem 80 fazendas da Igreja que produzem alimentos nutritivos para os necessitados. Oito fábricas cuidam de embalar esse alimento básico. Mais de 100 armazéns do bispo estão prontos a ajudar mais de 10.000 bispos e presidentes de ramo a cumprir seu dever sagrado de estender a mão e auxiliar os pobres e necessitados de suas alas e ramos. Cinqüenta fábricas das Indústrias Deseret oferecem trabalho e treinamento a milhares de pessoas. Em todo o mundo, existem 160 centros de empregos que, anualmente, ajudam mais de 78.000 pessoas a encontrar emprego. Há 65 escritórios de Serviços Sociais SUD que ajudam os casais da Igreja a adotarem crianças e oferecem aconselhamento a quem precise. Tenho certeza de que os grandes líderes que o Senhor suscitou para serem os pioneiros deste trabalho de bem-estar da época atual ficariam contentes com os avanços deste atual e inspirado programa de bem-estar.

Élder Joseph B. Wirthlin
Quórum dos Doze Apóstolos

3 de março de 2009

Nenhum mortal é perfeito. O Élder Russell M. Nelson, do Quórum dos Doze Apóstolos, descreveu o processo que conduz à vida eterna: “Vamos dar o máximo de nós e empenharmo-nos para melhorar a cada dia. Quando nossas imperfeições se manifestarem, tentemos corrigi-las. Estejamos mais dispostos a perdoar as falhas em nós mesmos e nas pessoas que amamos. Podemos ser conciliadores e pacientes. O Senhor ensinou: ‘Não podeis suportar a presença de Deus agora (…); portanto continuai pacientemente até que sejais
aperfeiçoados’
(D&C 67:13)”.

1 de março de 2009

Permaneçam no Caminho Elevado

"Orem pedindo forças para permanecer no caminho elevado, que às vezes pode ser solitário, mas irá conduzi-los à paz, felicidade e alegria sublime."

PRESIDENTE GORDON B. HINCKLEY

28 de fevereiro de 2009

Deus é o nosso amoroso Pai Celestial

“Todas as coisas mostram que existe um Deus”, declarou há muito tempo, um profeta. Alma, esse profeta a quem conhecemos no Livro de Mórmon, continua: “sim, até mesmo a Terra e tudo que existe sobre sua face, sim, e seu movimento, sim, e também todos os planetas que se movem em sua ordem regular [...]


Deus é o governante Todo-Poderoso do universo
Por meio de Seu filho Jesus Cristo, Deus criou os céus, a Terra e tudo que neles existe (ver Moisés 2:11). Fez a lua, as estrelas e os sistemas solares. Organizou esse mundo, deu-lhe forma, movimento e vida. Encheu o ar e a água com coisas vivas. Cobriu os montes e as planícies com todos os tipos de vida animal. Deu-nos o dia e a noite, o verão e o inverno, o tempo de semear e o tempo de colher. Ele é o Pai de nossos espíritos e habita nos Céus (ver Mateus 6:9). Somos criados à Sua imagem e Ele nos pôs como governantes sobre Suas criações (ver Gênesis 1:26-27). Deus é o Ser supremo e absoluto em quem cremos e a quem adoramos. Ele é o Criador, o Governante e o Protetor de todas as coisas.


A natureza de Deus
Por sermos feitos à Sua imagem, sabemos que Ele tem um corpo físico que se parece com o nosso. Seu espírito eterno está em um corpo tangível de carne e ossos (ver Doutrina e Convênios 130:22). O corpo de Deus, contudo, é perfeito e glorificado, com uma glória que vai além de qualquer descrição.
Deus é perfeito. É um Deus de amor, misericórdia, caridade, verdade, poder, fé, conhecimento e julgamento. Possui todo o poder. Conhece todas as coisas. É cheio de bondade. Todas as coisas boas vêm de Deus. Tudo o que Ele faz é para ajudar Seus filhos, ou seja, a cada um de nós, indiscriminadamente, a se tornarem como Ele é: um Deus perfeito. Ele disse: “eis que essa é minha obra e minha glória: levar a efeito a imortalidade e vida eterna ao homem” (Moisés 1:39).


Nosso caminho à vida eterna
Como Pai dos nossos espíritos, Deus conhece a cada um de nós pessoal e nominalmente. Ele nos ama mais do que podemos compreender. Toda a Sua obra é feita para nos ajudar a encontrar felicidade nesta vida e para nos guiar a viver com Ele novamente. Para tanto, nosso Pai Celestial proporcionou um plano chamado “o evangelho de Jesus Cristo”, um guia baseado na vida e os ensinamentos de seu Filho, Jesus Cristo.
Vejamos o que disse o próprio Salvador:
“E a vida eterna é essa: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3).
A Expiação de Jesus Cristo é o ponto central do evangelho. A Expiação inclui Seu sofrimento no Jardim do Getsêmani e também Seu sofrimento e morte na cruz. Por meio da Expiação podemos ser libertados do fardo de nossos pecados e desenvolver fé e forças para enfrentar nossas provações.


Deus fala conosco
Desde o início, o Pai Celestial tem chamado profetas para pregar Sua palavra e fornecer o Seu plano para Seus filhos na terra. Os ensinamentos dos profetas são encontrados em livros sagrados chamados “escrituras” (Amós 3:7).
O propósito de nossa vida terrena é muito maior do que ver passar um dia após outro. Estamos aqui para ganharmos um corpo, aprendermos, crescermos e encontrarmos alegria, muito embora a vida, às vezes, seja como conhecemos bem: muito dura, solitária e até assustadora. Mas sabem o que tenho aprendido? O Pai Celestial SEMPRE está ao nosso lado. Ele chora quando sofremos e Se alegra quando fazemos o que é certo. Ele quer Se comunicar conosco, por isso nos pede que oremos a Ele. Eis outra coisa que tenho aprendido por mim mesma: o Pai Eterno sempre está pronto para nos confortar, dar paz e orientação em todo e qualquer momento de nossas vidas.


Como podemos conhecer a Deus?
Acreditando que Ele existe e que nos ama (ver Mosias 4:9);
Estudando as escrituras (ver II Timóteo 3:14-17);
Orando a Ele (ver Tiago 1:5);
Obedecendo a todos os Seus mandamentos da melhor maneira possível (ver João 14:21-23).
Se fizermos todas essas coisas, conheceremos a Deus e teremos, por fim, a vida eterna.


As coisas espirituais, como a conversão e o testemunho, advêm-nos em grande parte por meio de sentimentos iluminados pelo Espírito Santo. Quem busca uma convicção intelectual ou com ela se contenta, vive sobre um alicerce espiritual edificado na areia. Para essas pessoas e seus filhos - caso seja essa toda a herança que lhes deixarem - esse alicerce estará eternamente vulnerável.
As coisas de Deus, incluindo a conversão espiritual e o testemunho, precisam ser transmitidas à maneira do Senhor, "pelo Espírito"...Os métodos intelectuais - o estudo e a razão - são essenciais para nosso progresso rumo à vida eterna, mas não são suficientes. Eles podem preparar o caminho. Podem preparar a mente para receber o Espírito. Mas o que as escrituras chamam de conversão - a transformação da mente e do coração que nos proporciona orientação e força para dirigir-nos resolutamente a vida eterna - só ocorre por meio do testemunho e poder do Espírito Santo.

(Élder Dallin H. Oaks - A Liahona de Agosto 2001, pág. 19)