Em nossa família, nossa estaca e nossa cidade procuremos estabelecer Sião por meio da união, santidade e caridade.
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4 de fevereiro de 2012
17 de agosto de 2010
Casamento Eterno!
Jesus Cristo triunfou sobre a morte
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Cremos que a morte não desfaz o casamento realizado aqui na terra dentro dos Templos!
Algumas pessoas ao saberem que acredito no Casamento Eterno usam a escritura: "Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu" (Mat. 23:30) para tentar fazer com que eu não creia na eternidade do casamento. Mas será que foi isso que Cristo e seus apóstolos ensinaram acerca dessa ordenança sagrada?
Jesus Cristo sempre respondeu às pessoas de acordo com o conhecimento que percebia nelas.
Por exemplo, usava parábolas para ensinar ao fazendeiro, ao pastor e ao lavrador em comum. Quando Cristo foi confrontado pelos saduceus, o versículo 23 mostra que naquela ocasião, os que o interrogavam, não criam na ressurreição. Portanto, Cristo tinha um opositor diante dele, fazendo pergunta sobre coisas que não acreditava, tentando confundir ao Senhor.
Cristo viu naquela circunstância em específico uma oportunidade para ensinar. O saduceu fundamentou-se na lei judaica (Lei do Levirato) que mandava que a mulher de um falecido e que não lhe tivesse dado um filho, deveria coabitar com um irmão do falecido para levantar-lhe uma descendência. No caso particular armado pelo saduceu, os irmãos do morto foram morrendo sucessivamente sem dar descendência ao primeiro marido, a mulher foi casando também sucessivamente com cada um deles, ate que morreu o sétimo e último, e ela também morreu.
A pergunta era: De qual dos sete seria a mulher na ressurreição? Cristo respondeu de acordo com o entendimento que o opositor demonstrava ter. Ele respondeu especificamente à pergunta, isto é: "na ressurreição nem se casam nem são dados em casamento". Isso significa que depois de havermos ressurgido não mais nos podemos casar, nem ser dados em casamento, mas não significa o cessamento dos vínculos familiares que aqui formamos ao longo de toda a nossa vida. Até porque em Efésios 3:15 fala de famílias tanto no céu como na Terra, o que parece-nos afirmar sobre a continuação dos vínculos familiares, (semelhantes aos vínculos familiares mantido na terra), no céu!
Do mais, eu entendo que o casamento não pode ser somente para essa vida, mas acredito que para toda a eternidade. Não posso acreditar que uma vida construída a dois por muitos anos, às vezes, 40, 50, 60 anos de muitas alegrias, sofrimentos, vitórias, derrotas, fortes emoções pelas mais variadas experiências vividas, pode simplesmente acabar com a frase: até que a morte os separe.
Sem falar do laço de amor que envolve o casal, unidos em uma só carne, (uma só carne não no sentido literal) mas em pensamentos, desejos, ideais, etc.
Além do mais o primeiro casamento foi realizado pessoalmente por Deus, no Éden, quando sequer o pecado houvera ainda chegado a essa Terra, evidenciando ser uma ordenança sagrada por ser realizada pelo Senhor naquelas circunstâncias quando nem Adão nem Eva podiam ainda morrer.
Cristo mesmo disse: "O que ligares na terra será ligado no céu". Em Mateus 19:4-6, vemos que essa mesma questão foi apresentada por um fariseu, o qual acreditava na ressurreição. A ele o Senhor deu outra resposta: "O que Deus juntou, será para sempre".
Nem o homem separa, nem a morte, nem coisa alguma. Nisso, os fariseus o compreenderam, pois criam na ressurreição. É por isso que em 1 Coríntios 11:11 lemos: "Nem o varão é (completo) sem a mulher, nem a mulher é (completa) sem o varão diante (na presença) do Senhor".
É por esse e outros motivos mais que em I Pedro 3:7, ele afirmou ao povo que o homem e a mulher serão co-herdeiros da graça da vida!
Portanto, respondendo aos vários e-mail´s que me questionam tendo como base o versículo de Mateus 23:30 sobre o Casamento Eterno digo: Cristo respondeu aos saduceus, de acordo com seu pouco conhecimento e incredulidade. Se nós cremos na ressurreição, não podemos interpretar essas escrituras com o pouco conhecimento e a incredulidade dos saduceus. É por isso que a resposta de Cristo a eles é até hoje mal compreendida. Mas se colocada em seu devido contexto tudo é esclarecido!
Algumas pessoas ao saberem que acredito no Casamento Eterno usam a escritura: "Porque na ressurreição nem casam nem são dados em casamento; mas serão como os anjos de Deus no céu" (Mat. 23:30) para tentar fazer com que eu não creia na eternidade do casamento. Mas será que foi isso que Cristo e seus apóstolos ensinaram acerca dessa ordenança sagrada?
Jesus Cristo sempre respondeu às pessoas de acordo com o conhecimento que percebia nelas.
Por exemplo, usava parábolas para ensinar ao fazendeiro, ao pastor e ao lavrador em comum. Quando Cristo foi confrontado pelos saduceus, o versículo 23 mostra que naquela ocasião, os que o interrogavam, não criam na ressurreição. Portanto, Cristo tinha um opositor diante dele, fazendo pergunta sobre coisas que não acreditava, tentando confundir ao Senhor.
Cristo viu naquela circunstância em específico uma oportunidade para ensinar. O saduceu fundamentou-se na lei judaica (Lei do Levirato) que mandava que a mulher de um falecido e que não lhe tivesse dado um filho, deveria coabitar com um irmão do falecido para levantar-lhe uma descendência. No caso particular armado pelo saduceu, os irmãos do morto foram morrendo sucessivamente sem dar descendência ao primeiro marido, a mulher foi casando também sucessivamente com cada um deles, ate que morreu o sétimo e último, e ela também morreu.
A pergunta era: De qual dos sete seria a mulher na ressurreição? Cristo respondeu de acordo com o entendimento que o opositor demonstrava ter. Ele respondeu especificamente à pergunta, isto é: "na ressurreição nem se casam nem são dados em casamento". Isso significa que depois de havermos ressurgido não mais nos podemos casar, nem ser dados em casamento, mas não significa o cessamento dos vínculos familiares que aqui formamos ao longo de toda a nossa vida. Até porque em Efésios 3:15 fala de famílias tanto no céu como na Terra, o que parece-nos afirmar sobre a continuação dos vínculos familiares, (semelhantes aos vínculos familiares mantido na terra), no céu!
Do mais, eu entendo que o casamento não pode ser somente para essa vida, mas acredito que para toda a eternidade. Não posso acreditar que uma vida construída a dois por muitos anos, às vezes, 40, 50, 60 anos de muitas alegrias, sofrimentos, vitórias, derrotas, fortes emoções pelas mais variadas experiências vividas, pode simplesmente acabar com a frase: até que a morte os separe.
Sem falar do laço de amor que envolve o casal, unidos em uma só carne, (uma só carne não no sentido literal) mas em pensamentos, desejos, ideais, etc.
Além do mais o primeiro casamento foi realizado pessoalmente por Deus, no Éden, quando sequer o pecado houvera ainda chegado a essa Terra, evidenciando ser uma ordenança sagrada por ser realizada pelo Senhor naquelas circunstâncias quando nem Adão nem Eva podiam ainda morrer.
Cristo mesmo disse: "O que ligares na terra será ligado no céu". Em Mateus 19:4-6, vemos que essa mesma questão foi apresentada por um fariseu, o qual acreditava na ressurreição. A ele o Senhor deu outra resposta: "O que Deus juntou, será para sempre".
Nem o homem separa, nem a morte, nem coisa alguma. Nisso, os fariseus o compreenderam, pois criam na ressurreição. É por isso que em 1 Coríntios 11:11 lemos: "Nem o varão é (completo) sem a mulher, nem a mulher é (completa) sem o varão diante (na presença) do Senhor".
É por esse e outros motivos mais que em I Pedro 3:7, ele afirmou ao povo que o homem e a mulher serão co-herdeiros da graça da vida!
Portanto, respondendo aos vários e-mail´s que me questionam tendo como base o versículo de Mateus 23:30 sobre o Casamento Eterno digo: Cristo respondeu aos saduceus, de acordo com seu pouco conhecimento e incredulidade. Se nós cremos na ressurreição, não podemos interpretar essas escrituras com o pouco conhecimento e a incredulidade dos saduceus. É por isso que a resposta de Cristo a eles é até hoje mal compreendida. Mas se colocada em seu devido contexto tudo é esclarecido!
11 de fevereiro de 2010
Convênio Abraâmico
O Convênio Abraâmico é um convênio feito entre Deus e Abraão, grande patriarca do Velho Testamento, prometendo a seus descendentes adotados por todo mundo todas as bênçãos do evangelho, incluindo o Sacerdócio e a vida eterna, desde que fossem fiéis.
O Convênio Abraâmico inclui o casamento celestial, que permite que as pessoas tenham uma família eterna. Uma outra parte desde convênio envolve a posse eterna da terra de Canaã por Abraão e por sua posteridade. Também inclui a presciência de Deus, pois eventualmente a posteridade de Abraão seria espalhada por toda a terra e teria uma inclinação espiritual de aceitar a plenitude do Evangelho de Jesus Cristo e compartilhar o evangelho com toda a humanidade.
O Convênio Abraâmico foi introduzido em Gênesis 12 e em Abraão 2, quando o Senhor disse a Abraão para sair da terra de seu pai e entrar na terra de Canaã, onde “Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12: 2–3).
Quando Abraão chegou a Canaã, o Senhor disse-lhe: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhe-ei o seu Deus” (Gênesis 17: 7–8).
O livro de Abraão, em Pérola de Grande Valor contém uma introspecção adicional das promessas que Jeová declarou a Abraão:
“E farei de ti uma grande nação, e abençoar-te-ei sobremaneira e engrandecerei o teu nome entre todas as nações; e serás uma bênção para tua semente depois de ti, para que em suas mãos levem este ministério e Sacerdócio a todas as nações; E abençoá-las-ei por meio de teu nome;pois todos os que receberem este Evangelho serão chamados segundo o teu nome e contados como tua semente; e levantar-se-ão e abençoar-te-ão como seu pai; E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti (isto é, em teu Sacerdócio) e em tua semente (isto é, teu Sacerdócio), pois faço-te a promessa de que este direito continuará em ti e em tua semente depois de ti (isto quer dizer a semente literal, ou seja, a semente do corpo, serão abençoadas todas as famílias da Terra, sim, com as bênçãos do Evangelho, que são as bênçãos de salvação, sim, de vida eterna” (Abraão 2: 9 – 11).
O Mormonismo ensina que Abraão foi abençoado com estas promessas do convênio porque procurou recuperar o verdadeiro Sacerdócio e o verdadeiro Evangelho possuído por seus antepassados, mas perdido pelas apostasias de seus pais e porque estavam dispostos a seguir a direção do Senhor em todas as coisas.
Mais tarde, quando foi pedido para sacrificar seu filho, Isaac, na semelhança do Sacrificio expiatório, onde Deus oferece à humanidade como sacrifício seu único e amado filho, Jesus Cristo, Abraão mostrou sua boa vontade em obedecer a essa diretriz e sua fé na ressurreição do seu filho, Isaac.
Abraão tornou-se, pelo exemplo e pelo convênio o “pai da fidelidade”. No Mormonismo explica que aqueles que recebem a “plenitude do Evangelho Eterno” e seus convênios e Sacerdócio responderam as instigações espirituais que Abraão foi prometido que sua posteridade e as nações dos Gentios entre eles receberiam (3 Néfi 20:25 – 27).
A terra prometida à semente de Abraão é esta terra, que se transformará em um lugar santificado para aqueles que herdam a vida eterna com sua lealdade de fidelidade em todas as coisas (Doutrina e Convênios 130:9).
O Convênio Abraâmico inclui o casamento celestial, que permite que as pessoas tenham uma família eterna. Uma outra parte desde convênio envolve a posse eterna da terra de Canaã por Abraão e por sua posteridade. Também inclui a presciência de Deus, pois eventualmente a posteridade de Abraão seria espalhada por toda a terra e teria uma inclinação espiritual de aceitar a plenitude do Evangelho de Jesus Cristo e compartilhar o evangelho com toda a humanidade.
O Convênio Abraâmico foi introduzido em Gênesis 12 e em Abraão 2, quando o Senhor disse a Abraão para sair da terra de seu pai e entrar na terra de Canaã, onde “Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12: 2–3).
Quando Abraão chegou a Canaã, o Senhor disse-lhe: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhe-ei o seu Deus” (Gênesis 17: 7–8).
O livro de Abraão, em Pérola de Grande Valor contém uma introspecção adicional das promessas que Jeová declarou a Abraão:
“E farei de ti uma grande nação, e abençoar-te-ei sobremaneira e engrandecerei o teu nome entre todas as nações; e serás uma bênção para tua semente depois de ti, para que em suas mãos levem este ministério e Sacerdócio a todas as nações; E abençoá-las-ei por meio de teu nome;pois todos os que receberem este Evangelho serão chamados segundo o teu nome e contados como tua semente; e levantar-se-ão e abençoar-te-ão como seu pai; E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti (isto é, em teu Sacerdócio) e em tua semente (isto é, teu Sacerdócio), pois faço-te a promessa de que este direito continuará em ti e em tua semente depois de ti (isto quer dizer a semente literal, ou seja, a semente do corpo, serão abençoadas todas as famílias da Terra, sim, com as bênçãos do Evangelho, que são as bênçãos de salvação, sim, de vida eterna” (Abraão 2: 9 – 11).
O Mormonismo ensina que Abraão foi abençoado com estas promessas do convênio porque procurou recuperar o verdadeiro Sacerdócio e o verdadeiro Evangelho possuído por seus antepassados, mas perdido pelas apostasias de seus pais e porque estavam dispostos a seguir a direção do Senhor em todas as coisas.
Mais tarde, quando foi pedido para sacrificar seu filho, Isaac, na semelhança do Sacrificio expiatório, onde Deus oferece à humanidade como sacrifício seu único e amado filho, Jesus Cristo, Abraão mostrou sua boa vontade em obedecer a essa diretriz e sua fé na ressurreição do seu filho, Isaac.
Abraão tornou-se, pelo exemplo e pelo convênio o “pai da fidelidade”. No Mormonismo explica que aqueles que recebem a “plenitude do Evangelho Eterno” e seus convênios e Sacerdócio responderam as instigações espirituais que Abraão foi prometido que sua posteridade e as nações dos Gentios entre eles receberiam (3 Néfi 20:25 – 27).
A terra prometida à semente de Abraão é esta terra, que se transformará em um lugar santificado para aqueles que herdam a vida eterna com sua lealdade de fidelidade em todas as coisas (Doutrina e Convênios 130:9).
5 de setembro de 2009
O Casamento eterno é essencial no Plano do Pai Celestial
O Élder Joseph B. Wirthlin, do Quórum dos Doze, disse: “O doce companheirismo do casamento eterno é uma das maiores bênçãos que Deus concedeu a Seus filhos. Sem dúvida, os muitos anos que compartilhei com minha bela companheira proporcionaram-me as maiores alegrias de minha
vida. Desde o início dos tempos, o companheirismo conjugal entre marido e mulher é parte fundamental do grandioso plano de felicidade de nosso Pai Celestial. Nossa vida é influenciada para o bem e somos ambos edificados e enobrecidos quando desfrutamos as doces bênçãos da companhia de nossos queridos familiares”. (A Liahona, janeiro de 1998, p. 36.)
O Presidente Boyd K. Packer, do Quórum dos Doze, ensinou: “O propósito maior de tudo o que ensinamos é unir pais e filhos na fé do Senhor Jesus Cristo, para que sejam felizes em seu lar, selados em um casamento eterno, ligados a suas gerações passadas e futuras e seguros de sua exaltação na presença de nosso Pai Celestial. (A Liahona, julho de 1995, p. 8.)
O Presidente Gordon B. Hinckley aconselhou: “Escolham um companheiro de sua própria fé. Haverá, assim, uma probabilidade muito maior de serem felizes. Escolham um companheiro que possam sempre honrar e respeitar, que irá complementá-los em sua própria vida, a quem possam entregar todo o seu coração, todo o seu amor, toda a sua lealdade e toda a sua fidelidade. (A Liahona, maio de 1999, p. 4.)
vida. Desde o início dos tempos, o companheirismo conjugal entre marido e mulher é parte fundamental do grandioso plano de felicidade de nosso Pai Celestial. Nossa vida é influenciada para o bem e somos ambos edificados e enobrecidos quando desfrutamos as doces bênçãos da companhia de nossos queridos familiares”. (A Liahona, janeiro de 1998, p. 36.)
O Presidente Boyd K. Packer, do Quórum dos Doze, ensinou: “O propósito maior de tudo o que ensinamos é unir pais e filhos na fé do Senhor Jesus Cristo, para que sejam felizes em seu lar, selados em um casamento eterno, ligados a suas gerações passadas e futuras e seguros de sua exaltação na presença de nosso Pai Celestial. (A Liahona, julho de 1995, p. 8.)
O Presidente Gordon B. Hinckley aconselhou: “Escolham um companheiro de sua própria fé. Haverá, assim, uma probabilidade muito maior de serem felizes. Escolham um companheiro que possam sempre honrar e respeitar, que irá complementá-los em sua própria vida, a quem possam entregar todo o seu coração, todo o seu amor, toda a sua lealdade e toda a sua fidelidade. (A Liahona, maio de 1999, p. 4.)
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