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9 de junho de 2015

17 Pontos da Igreja Verdadeira

Ponto número 1 - Cristo organizou a Igreja. (Mateus 16:18-19; Efésios 4:11-14)
Ponto número 2 - A Igreja verdadeira deve levar o nome de Jesus Cristo. (Efésios 1:22; 5:23; Col. 1:18)
Ponto número 3 - A Igreja verdadeira deve ter a fundação de Apóstolos e Profetas. (Efésios 2:19-20; Josué 4:4; Marcos 3:14; Lucas 6:13; 10:1; I Cor. 12:28)
Ponto número 4 - A Igreja verdadeira deve ter a mesma organização que existia na Igreja primitiva de Cristo. (Efésios 4:11-14)

Ponto número 5 - A Igreja verdadeira deve afirmar autoridade divina. (João 15:16; Hebreus 5:4)

Ponto número 6 - A Igreja verdadeira não deve ter ministros pagos ou remunerados.  (Isaías 45:13; 52:3; I Corintios 12:28; I Pedro 5:2)

Ponto número 7 - A Igreja verdadeira deve realizar batismos por imersão. (Mateus 3:13-16; Romanos 6:3-5; Marcos 1:10; Atos 8:38)

Ponto número 8 - A Igreja verdadeira precisa dar o dom do Espirito Santo por imposição das mãos. (Atos 8:14-18; Atos 19:6)

Ponto número 9 - A Igreja verdadeira deve ter o poder para fazer curas divinas. (Marcos 3:14-15; Mateus 10:1; 16:18; Atos 28:8;Tiago 5:14-16)

Ponto número 10 - A Igreja verdadeira deve ensinar que Deus e Jesus Cristo são pessoas separadas e distintas. (Mateus. 3:14-17; Lucas 1:31-32; João 2:17; 14:28; 17:1,3,11; 20:17; Atos 7:55-56; II Cor 13:14)

Ponto número 11 - A Igreja verdadeira deve ensinar que Deus e Jesus Cristo possuem corpos tangíveis e não são meros espíritos, energia, força ou luz cósmica. (Atos 7:55-56; Génesis 1:27; Lucas 24:36-39; Filipe 2:5-7; 3:20-21; 1Timóteo 3:16; Hebreus 1:3; Tiago 3:9)

Ponto número 12 - Os ministros da Igreja verdadeira são chamados por Deus. (Jeremias 3:14-15; 1:5; Salmos 127:1; Hebreus 5:4; Êxodo 40:13-16; João 15:16; Números 27:23)

Ponto número 13 - A Igreja verdadeira deve receber revelação de Deus. (Amós 3:7; Deuteronômio 8:3; Provérbios 29:18; II Corintios 12:1) 

Ponto número 14 - A Igreja verdadeira deve ter missionários. (Mateus 24:14; 28:19-20; Marcos 16:15; Lucas 24:47; Romanos 10:15)

Ponto número 15 - A Igreja verdadeira precisa de ser uma Igreja restaurada. (Atos 3:19-21; Daniel 2:44; Jeremias 31:31-34;Mateus 17:11)

Ponto número 16 - A Igreja verdadeira deve realizar batismos pelos mortos pois o evangelho também foi pregado a eles. 
(I Corintios 15:16-19, 29; I Pedro 4:6)

Ponto número 17 - Pelos seus frutos os conhecereis. (Mateus 7:20: Tiago 2:17-18;  I João 3:10)

20 de novembro de 2011

A quem estou ouvindo?

No livro de  I Coríntios 14:10 o Apóstolo Paulo diz: “há (…) tanta espécie de vozes no mundo” que competem com a voz do Espírito.

A voz do Espírito Santo está sempre presente, mas é serena. Ele comunica conosco de forma amigável e branda! É uma voz mais sentida do que ouvida! Não como um trovão nem como uma tempestade. Embora essa comunicação seja suave, ela é tão nítida que muitas vezes temos a sensação de ouvir em vez de sentir! É de fato uma comunicação celestial! Contudo outras vozes tentam interferir nesta comunicação celestial.

Isaías afirmou: “E o efeito da justiça será paz, e a operação da justiça, repouso e segurança para sempre”. (Isaías 32:17).
O adversário tenta silenciar essa voz com inúmeras vozes altas, persistentes, persuasivas e atraentes:

• Vozes negativas que relembram as injustiças que as pessoas acham que sofreram.
• Vozes queixosas que detestam os desafios e o trabalho.
• Vozes sedutoras que incitam à sensualidade.
• Vozes lisonjeiras que nos acalentam com segurança carnal.
• Vozes intelectuais que professam sofisticação e superioridade.
• Vozes orgulhosas que confiam no braço de carne.
• Vozes aduladoras que nos incham de orgulho.
• Vozes céticas que destroem a esperança.
• Vozes hedonistas que nos impelem à busca de prazeres.
• Vozes de comerciais que nos tentam a despender “dinheiro naquilo que não tem valor [e nosso] trabalho naquilo que não pode satisfazer”. (2 Néfi 9:51)
• Vozes delirantes que instigam o desejo de “sensações fortes”. Não me refiro a drogas ou álcool, mas à busca de experiências perigosas e que causem risco à vida apenas pelo prazer. A vida, até mesmo a nossa própria, é tão preciosa que somos responsáveis por ela perante o Senhor e não devemos brincar com ela. Quando perdida, não é possível recuperá-la.

Uma das coisas mais importantes que podemos fazer é aprender a ouvir e seguir os sussurros do Espírito.

O Salvador prometeu aos apóstolos que, após Sua partida, eles desfrutariam o dom do Espírito Santo. Afirmou: “Mas aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (João 14:26). Essa promessa foi cumprida no dia de Pentecostes.

Os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias têm direito a esse mesmo dom. Depois que somos batizados, o dom do Espírito Santo nos é conferido pela imposição de mãos por alguém que possui autoridade para administrar as ordenanças do evangelho. Esse dom é o direito de contar com a companhia constante do terceiro membro da Trindade, quando somos dignos.

A companhia do Espírito Santo é uma das maiores bênçãos que podemos desfrutar na mortalidade.

O Élder Bruce R. McConkie (1915–1985), do Quórum dos Doze Apóstolos, declarou:
“Os homens devem — acima de todas as coisas neste mundo — buscar a orientação do Espírito Santo. Nada é mais importante do que ter a companhia do Espírito Santo. (…)Não há preço demasiado alto, trabalho demasiado árduo, luta demasiado severa, sacrifício demasiado grande se com isso recebermos e desfrutarmos o dom do Espírito Santo.”

O Profeta Joseph Smith ensinou que o Espírito de Deus pode ser conhecido e que, “por conhecer e aceitar o Espírito de Deus, poderemos crescer no princípio da revelação até que [cheguemos] a ser perfeitos em Cristo Jesus”.
Referente à perfeição Cristo declarou: "Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus." (Mateus 5:48)

Uma das coisas mais importantes que podemos fazer, para que caminhemos em direção a essa perfeição, é passar a conhecer o Espírito de Deus — aprender a ouvir e seguir os sussurros do Espírito. Caso assim desejemos e sejamos dignos, o Senhor nos instruirá no princípio da revelação.