Em nossa família, nossa estaca e nossa cidade procuremos estabelecer Sião por meio da união, santidade e caridade.
31 de maio de 2009
...uma visão sobre a evolução!
A extrapolação deste argumento de Paley para a complexidade dos seres vivos e do próprio homem era evidente, tudo apontava para um Criador, negá-lo seria quase um absurdo. Neste ponto da história entra Darwin com seu livro...
T.H. Huxley, destacado seguidor do Darwinismo, descreveu mais tarde o impacto dramático do Livro de Darwin:
“A Origem (das Espécies)... prestou um enorme serviço ao nos libertar para sempre do Dilema: Recusa-se a aceitar a hipótese da Criação? E o que você tem a propor que possa ser aceito por qualquer pessoa de raciocínio prudente? Em 1857 eu não dispunha de nenhuma resposta, e não creio que alguém mais o tivesse. Um ano depois nos reaproximamos com embotamento por nossa perplexidade com este tipo de inquérito. Minha conclusão ao descobrir-me dominando a idéia central de A Origem das Espécies, foi “Como fui um imbecil de não haver pensado nisso!”“
[Citado em W.C. Dampier, A History of Science, pós-escrito I. Bernard Cohen (Cambridge: Cambridge University Press, 1989), p.279.]
Ou seja, agora os ateístas tinham uma teoria racional que poderia deixar Deus de lado, o relógio de Paley não se encontrava sozinho na areia, atrás dele havia vários outros relógios que se auto-multiplicavam, desde relógios mais simples que foram se adaptando ao ambiente, aos mais capazes, geralmente mais complexos que os anteriores os quais foram substituindo os menos complexos, até que chegássemos no relógio suíço perdido na praia. A idéia de um relojoeiro-Deus podia ser descartada e substituída por auto-multiplicação, acaso, tempo bem longo e evolução seletiva dos mais adaptados ao ambiente.
Para muitos evolucionistas teístas, entretanto, a teoria da evolução poderia ser simplesmente o método de Deus utilizado para trazer os seres vivos sobre a Terra, acreditavam que ainda assim alguém deveria estar no controle, simplesmente o acaso e a seleção natural, apesar de explicarem muita coisa, muita coisa ainda apontava para um Deus. Por exemplo, no início da formação da Terra, a passagem de elementos brutos do Reino Mineral para componentes orgânicos dos Reinos Vegetais e Animais deveriam estar sob condições específicas de controle. Outro aspecto seria a inteligência e comunicação entre vários animais que pareciam não seguir um padrão evolutivo, formigas, abelhas e cupins, por exemplo, são capazes de se organizarem em sociedades, se comunicarem entre elas, de uma maneira muito mais efetiva que vários organismos superiores e mais complexos, como por exemplo vacas, cavalos, cachorros, etc.
O argumento dos teístas evolucionistas ganhou ainda mais força com a publicação do Livro “A Caixa Preta de Darwin”, por Michael Behe. Behe, um ex-ateu convicto, bioquímico molecular sempre acreditou que a evolução, o acaso e o longo tempo pudesse explicar tudo que aconteceu e acontecia no reino animal e vegetal. Sua primeira surpresa foi descobrir que não havia nada na teoria da evolução desenvolvida desde 1858 que indicasse por exemplo como as complexas reações bioquímicas que ocorrem no interior dos seres vivos se desenvolveram, não havia evolução destas reações bioquímicas, elas simplesmente tinham de ser daquele jeito. Behe então volta ao antigo conceito de Paley e propõe o que chama da “complexidade irredutível”. Para entender este termo, Behe usa a analogia da ratoeira, um sistema complexo formado por uma mola, um sensor, um gatilho que disparasse uma prensa de ferro. Behe argúe que a ratoeira seria um objeto de “complexidade irredutível”, qualquer outra configuração da mola, grampos de ferro e sensor, se não fossem desenhadas de uma forma inteligente para nada serviriam. Desta analogia simples ele segue com inúmeros exemplos que existiriam na natureza de “complexidade irredutível”, desde os sistemas digestivos das células até os “motores biológicos” que movem o flagelo da Euglena (um protozoário ciliado). Behe, então explica que na época de Darwin, acreditava-se ser a célula algo muito simples que se desenvolveu das partículas brutas, na verdade para Darwin a célula ainda era uma “caixa preta” desconhecida completamente sua complexidade interior.
Muitos líderes da Igreja achava que a Teoria da Evolução afastasse os homens de Deus, mas vemos não ser este necessariamente o caso, há muitos teístas que conciliam perfeitamente a seleção natural das espécies com um Designer Inteligente.
Outros líderes seguindo o conceito Criacionista alegariam que não poderia haver morte antes da Queda de Adão, uma exigência para que a Teoria da Evolução pudesse ser aceita, para isto citariam a escritura de Paulo:
Romanos 5:12
“Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porquanto todos pecaram.”
Muitos membros da Igreja entendem esta morte como sendo restrita ao Homem, para o qual o plano de Salvação foi delineado. A escritura do Livro de Mórmon compara esta morte física com a sepultura humana, a qual seria revertida na ressurreição de Cristo.
II Néfi 9:11-12
“E por causa do caminho de redenção de nosso Deus, o Santo de Israel, essa morte da qual falei, que é a física, libertará seus mortos; essa morte é a sepultura. E essa morte da qual falei, que é a morte espiritual, libertará seus mortos; e essa morte espiritual é o inferno; portanto, morte e inferno deverão libertar seus mortos; e o inferno deverá libertar seus espíritos cativos e a sepultura deverá libertar seus corpos cativos; e o corpo e o espírito dos homens serão restituídos um ao outro; e é pelo poder da ressurreição do Santo de Israel.”
Alguns entendem que apesar de alguma maneira os espíritos dos animais façam parte do plano de Deus, cada um cumpre a “medida de sua criação”, e as escrituras são mais específicas ao Homem, seu livre arbítrio em aceitar ou rejeitar o sacrifício expiatório de Cristo. Mesmo somente após a Queda o homem foi capaz de procriar e ter filhos enquanto isso toda a Terra, plantas e animais obedeciam o mandamento de “Crescei-vos e multiplicai-vos”, imaginar uma terra sem a morte de animais e plantas antes da Queda seria quase o mesmo que imaginar uma Terra somente com um casal de cada espécie (planta e animal) antes da Queda do Homem.
Alguns eruditos mórmons como Steven E. Jones acreditam que antes da Queda plantas e animais fossem vivificados pelo Espírito de Deus, suas mortes apesar de biologicamente serem mortes espiritualmente não o eram, somente após a Queda estes espíritos não humanos começariam a ganhar identidade. Outros acreditam que a não morte estivesse restrita ao Éden, enquanto isso toda uma Terra estava sendo preparada para acolher o homem.
Outra grande dúvida também viria para explicar os fósseis de pré-homídeos. Explicações desde pré-adamitas extintos após a Queda (B.H. Roberts), ou então de um ínterim de tempo relativamente bem longo entre a transgressão de Adão e sua efetiva expulsão do Éden (Hugh Nibley) surgiram entre líderes e intelectuais mórmons, todavia o grande consenso da maioria é que isto são apenas idéias e especulações humanas tentando conciliar as verdades conforme reveladas pelas escrituras com as descobertas da Ciência, podem ser corretas ou falsas, um dia saberemos. (D&C 121:31-32).
26 de abril de 2009
A Sião Vem, Pois, Depressa!
5 de abril de 2009
22 de março de 2009
A DESTRUIÇÃO DO LIVRO DE MANDAMENTOS
“Corremos o mais rápido possível. Dois deles foram atrás de nós. Vendo uma abertura numa cerca, entramos num grande milharal, colocamos os papéis no chão e deitamo-nos sobre eles. O milharal tinha entre um metro e meio e dois metros de altura e era bem fechado; eles nos perseguiram por um tempo considerável e chegaram muito perto de nós, mas não nos encontraram”.
Quando os valentões foram embora, as meninas correram para um velho estábulo feito de troncos. Lá, conforme relata Mary Elizabeth, encontraram “a irmã Phelps e os filhos carregando mato e empilhando-o num lado do celeiro para servir de cama. Ela perguntou-me o que eu tinha nas mãos – eu contei. Ela, então, pegou as folhas. ( . . . ) Encadernaram as páginas em pequenos livros e enviaram-me um exemplar, o qual prezo imensamente
18 de março de 2009
CARACTERÍSTICAS DO PÓS-MODERNISMO QUE MAIS NOS AFETAM
(1) O colapso das crenças. Seja a fé, a educação, ou a cultura, há uma descrença em tudo que se afirmou até então. Não crêem que seja verdade que o estudo melhore a vida das pessoas e o mundo. Há desinteresse pela herança passada. Tudo é visto como não funcional, como não resultável, não produtor de bons resultados. Um Ronaldinho, que mal consegue fazer uma sentença gramatical articulada, ganha muito mais que um cientista. Vale a pena estudar? Voltando à questão das crenças: não há um conjunto de valores. O que se faz é desmantelar as regras e as estruturas.
(2) A busca de novidades exóticas. Uma música espanhola ilustra isso: “Cada noite um rolo novo. Ontem o ioga, o tarô, a meditação. Hoje o álcool e a droga. Amanhã a aeróbica e a reencarnação” (Cómo decirte, como cóntarte). Normalmente as novidades são contra o estabelecido, e as drogas, muito mais. A mídia cria mitos, cria conceitos, projeta sempre o que é contra os estabelecido. Um exemplo foi a exaltação do Islã em uma novela da Globo. Os evangélicos, enquanto isso, são ridicularizados. Esta atitude surge por causa dos dois itens seguintes.
(3) A descrença nas instituições. Elas falharam em prover um mundo melhor. Os governos, a família, a escola, todos falharam. O jovem não crê na declaração romântica do educador de que está formando mente e educando para o futuro. Não vê o professor encarar a profissão como um sacerdócio, mas como um ganha-pão. Não vê a escola como um lugar agradável nem crê no seu discurso de que estudando a pessoa pode ter oportunidades. Há milhares com diploma na mão e subempregados. Também não crê nas igrejas porque os escândalos são muitos. A igreja dos anos noventas não produziu santos, mas pessoas preocupadas com dinheiro. O vulto mais importante que a igreja evangélica dos anos sessentas legou à humanidade foi o pastor batista Martin Luther King Jr, Prêmio Nobel da Paz. A igreja evangélica dos anos oitentas apresentou ao mundo o bispo anglicano Desmond Tutu, também Prêmio Nobel da Paz. A igreja evangélica dos anos noventas é mais conhecida por Edir Macedo que por qualquer outro personagem. Para o homem pós-moderno, os governos não são honestos nem a classe política é íntegra. A família, via de regra, é um inferno na sua vida doméstica. Isso se vê na legião de meninos de rua que preferem um estilo de mendicância, superior ao que têm em casa. A autoridade nunca é bem vista. É sinônimo de opressão. As pessoas querem ser livres. É o desdobramento do existencialismo, como foi mostrado num filme dos anos sessentas, Cada um vive como quer. As pessoas são senhoras de suas vidas, sem convenções, sem compromissos e sem autoridade. E as igrejas são, hoje, mais instituição do que comunhão. O aspecto institucional e mais importância à ordem e à lei do que à vida nos colocam em desvantagem. Os regulamentos e o “está errado” falam mais alto que a celebração da vida.
Depois da “morte de Deus” para o homem se afirmar (tese central do existencialismo), temos agora a morte do homem. Cabe aqui a frase de Veith: “O modernismo tinha assumido o projeto da morte de Deus. David Levin mostra como o pós-modernismo dá o passo seguinte. Conservando a idéia de que Deus está morto, o pós-modernismo assume como projeto próprio a morte do eu”.
(4) A necessidade de escandalizar. Escandalizam com a conduta, com a recusa às regras, na indumentária e no visual. A própria maneira de se vestir mostra desleixo e até falta de asseio. Gasta-se muito dinheiro para se comprar uma roupa rasgada. Vestir-se mal e como mendigo é sinal de estar na moda. O pós-moderno rejeita padrões. Costumo dizer que adolescente não se veste, apenas se cobre. É a bermuda que não se sabe se é uma calça comprida do irmão menor, porque ficou no meio da canela, ou se é uma bermuda do irmão maior porque ficou pouco acima do tornozelo. Todo mundo é igual: o boné virado para trás, um tênis encardido no pé e uma blusa de frio amarrada na cintura. Isto porque querem ser diferentes. Copiam-se uns ao outros na sua diferenciação. Um piercing dá um toque a mais. Julgam-se diferentes, mas são clones uns dos outros.
(5) Um estilo individualista, hedonista e narcisista. O pós-moderno é individualista, embora viva em “tribos”. Vive sua existência. Não tem patriotismo ou idealismo. É hedonista, vivendo em função do prazer, não necessariamente sexual, mas a busca o que é agradável. É narcisista, pois olha mais para si que para o mundo. O social e outro são irrelevantes. O que vale é o próprio indivíduo.
(6) A falta de cosmovisão. O pós-moderno não tem uma cosmovisão nem mesmo posturas coerentes. Nega a existência de Deus, mas crê em energia de um cristal. Nega a historicidade de Jesus, mas aceita duendes. Age assim porque as cosmovisões são explicações totalizantes do mundo, trazem respostas cabais e últimas. “Nenhuma certeza pode ser imposta a ninguém”, diz o pós-moderno. Recusando uma cosmovisão, uma visão integrada, as pessoas fazem uma crença tipo picadinho. Tudo está bom, tudo está certo. Ao mesmo tempo, isto não faz diferença. Cada um faz sua crença e sua religião. O padrão aferidor é a própria pessoa. Foi isto que Raul Seixas cantou: “Eu prefiro ser uma metamorfose ambulante do que ter aquela velha opinião sobre tudo, tudo”.
(7) A perda do sentido de história. Não há uma história unificada, produto da visão cristã que impregnou o Ocidente e lhe deu direção. Há acontecimentos isolados, histórias de pessoas que se cruzam entre si, sem nexo, sem ligação. Uma visão global da vida não existe. Existe uma visão fragmentária. Pensa-se no hoje, no fato de agora. Perdeu-se a visão de um passado, um presente e um futuro integrados. O pós-moderno opta pelo efêmero, pelo modismo, pelo fragmentário, pelo descontínuo. Com isto, a vida não tem sentido histórico nem dimensão linear. É para ser vivida agora, numa dimensão pontilear.
(8) A substituição da ética pela estética. O dever cede lugar ao querer. As escolhas são privadas e não mais ligadas à sociedade. A capacidade de viver e de desfrutar o belo substituiu a responsabilidade. O negócio é experimentar sensações, cada vez mais fortes, cada vez mais dinâmicas. Nada de culpa ou de valores. Viver é fazer o que agrada. Ninguém tem nada com a vida alheia. Ninguém se prende afetivamente a alguém.
(9) A crise de pertença, ou seja, a necessidade de pertencer a alguma coisa, se tornou mais aguda, nesta situação. A maldição sobre Caim foi tirar-lhe a pertença. Seria sem raízes, geográficas ou sociais, um nômade, um errante, um peregrino, andante. O homem necessita pertencer a alguma coisa. É uma carência existencial. Precisa pertencer a uma igreja, um clube, uma associação, etc. Com a crise de pertença vieram os relacionamentos “lights”, imediatistas, sem ligações profundas, manifestadas no sexo efêmero e casual. O instinto substitui o afeto. Cada semana, uma pessoa. Pertence-se a uma “tribo”, mas se refugia no anonimato da Internet.
(10) A característica a seguir é a mais forte, em termos de nosso trabalho: a pluralidade ideológica e cultural. Nossa época é uma época de síntese. As pessoas querem ter posições, mas querem concordar com tudo. A pessoa tem uma cultura tecnológica, de informática avançada, mas crê em florais, astrologia e numerologia. Não tem convicções, mas conveniências. Seu credo é mais produto de ajustes de convivência do que de convicção pessoal. Pode-se ter grande zelo pela ecologia e desprezo pelo humano. As crenças e posturas são casuais e produto de circunstâncias. O evangelho pode ser verdade, mas é verdade para uma pessoa e não para outra. Há tantas verdades como pessoas. Cada uma tem e faz a sua.. Mas o maior problema está hoje no neopentecostalismo. Ele está minado pelo paganismo e ele invade nossas igrejas., com sua contaminação. Quero citar um pastor da Assembléia de Deus, sobre este ponto: “Na América Latina, as religiões pagãs populares vão se incorporando aos rituais pentecostais. Pede-se ao diabo para se manifestar, com o objetivo de exercer poderes exorcistas sobre ele, mapeiam-se as moradias demoníacas por causa da influência da cosmovisão pagã de que os poderes malignos tomam posse de lugares. Os objetos supersticiosos, como óleo ungido, rosas sagradas e a água do rio Jordão, passam a ter o mesmo valor no Cristianismo que na religiosidade popular pagã”
A linha entre paganismo e neo e baixo-pentecostalismo tem sido apagada. Este é um dos mais sérios problemas para nós. Nossos crentes assistem aos programas da Universal, onde os fundamentos do protestantismo são negados. O sacerdócio universal de cada crente, a graça por causa do amor de Deus, o fato de que Deus não se deixa subornar, são negados nas suas práticas exóticas. Ao mesmo tempo há a idéia de que uma água benzida pela oração do pastor tem fluidos mágicos. Tudo isto entra na cabeça de nosso povo. Há uma paganização do movimento evangélico hoje. A crença picadinho é muito forte nos segmentos mais baixos do movimento evangélico.
15 de março de 2009
Conversão de um Cientista Ateu
Um cientista italiano pôs-se a investigar a Igreja De Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O livro De Mórmon passou em seus testes - e ele mudou a sua vida.
Para Mario Ottaviano, a resposta era simples: Não, seus filhos não tomariam aulas de religião em sua escola em Roma. Como ateu, filho e neto de ateus, ele não acreditava em nenhuma religião.
Mas logo seus filhos estavam voltando da escola chorando. Eles eram os únicos na escola que não estavam assistindo às aulas - os únicos que não pertenciam a nenhuma religião. Outros alunos os perturbavam por causa de suas faltas de crença. Eles queriam que seu pai ao menos listasse alguma religião para eles, mesmo se eles não assistissem a nenhuma aula de religião.
E então começou a procura do Doutor Otaviano pela correta igreja para seus filhos. Ele não tinha nenhuma intenção de estar ele mesmo envolvido com qualquer religião.
Mas a sua busca despertaria nele uma fé que não pensasse existir dentro dele. O doutor, um respeitado pesquisador em engenharia genética e biofísica, procurou abordar a questão cientificamente.
Ele começou por rever a informação de todas as igrejas listadas em um vasto catálogo produzido pelo Vaticano.
Embora ele não acreditasse em nenhuma religião, Cristã ou Judaica, ele era um descendente de Judeus, assim automaticamente descartou qualquer organização anti-semítica. Ainda, em todo o catálogo, ele não encontrou nenhuma igreja cujas crenças parecessem suportar seus testes de lógica.
Elas eram "vazias", reconta ele - basicamente igrejas de homens. Sua busca metódica ocupou meses de seu tempo livre. Finalmente, em um pequeno livro de sua própria biblioteca, ele encontrou uma referência ao Livro de Mórmon e a igreja Mórmon.
Ele checou sua enciclopédia "para descobrir o que era o Mormonismo, e quem era este tal de Joseph Smith." A informação de sua enciclopédia era superficial. Um amigo, um professor de história religiosa, assegurou-lhe que era uma igreja Marxista. Mas o próprio Doutor Ottaviano era um líder Marxista Italiano, ele detinha posições educacionais em organizações de afiliação comunista e era fundador de uma organização Ítalo-Soviética de intercâmbio cultural e educacional. Ele não via como qualquer religião pudesse coexistir com o Marxismo.
Foi um outro amigo, um professor da Universidade de Nápoles, que deu ao doutor alguma literatura que explicava crenças básicas dos Santos dos Últimos Dias. Este material lhe dizia que Deus o Pai e Jesus Cristo eram seres separados e ambos possuíam corpos materiais. "Eu achei aquilo verdadeiro," ele relembra. "Ninguém nunca me disse que você deveria ajoelhar e orar, mas eu fiz isto espontaneamente."
Ele sentiu que deveria aprender mais. "Então eu comecei a procurar por esta igreja. Onde estava a igreja Mórmon?" Ele encontrou o endereço de uma capela SUD local, e ele e seu filho mais novo, Marco, a visitaram no domingo de manhã. Após fazer algumas perguntas, ele foi apresentado a dois missionários. Ele lhes pediu para que viessem e ensinassem religião para seus filhos - "apenas para meus filhos, não para mim e minha esposa." Sua esposa, Stefania, também não acreditava em qualquer religião. Como uma pesquisadora na área de câncer para bebês e crianças, ela houvera se horrorizado por muitas das coisas que havia visto. Sem compreender o propósito da vida (a igreja de sua infância não tinha nenhuma resposta para ela), ela recusou-se a exercer fé em um deus que deixaria tais coisas acontecerem com as pequenas criancinhas.
Doutor Ottaviano, deixou claro ao seu filho e filhas de que se eles compreendessem e acreditassem no que os missionários ensinassem, eles poderiam escolher ser batizados naquela igreja. Mas ele intencionava manter sua tradição de não envolvimento em questões de fé. A princípio, o doutor manteve-se à distância das palestras dos missionários em seu lar. Ele ouviu um pouco a convite dos missionários, mas quando foi convidado a participar, ele recusou, dizendo-lhes que "seria como um gato brincando com um rato." Ele os achou "cheio de fé, mas faltava-lhes conhecimento em muitas coisas." Ele deixou claro que eles não estavam no seu nível de intelectualidade e de educação. Haveria alguém em sua igreja preparado para responder suas questões? Sim, replicaram eles, ele poderia encontrar-se com o presidente de missão (que também detinha um PHD).
Esse encontro não aconteceu por algum tempo, mas Doutor Ottaviano e sua esposa ouviram mais algumas palestras. Ela foi inicialmente mais receptiva do que ele por causa de sua antiga experiência religiosa, mas dentro de pouco tempo ele encontrou-se lendo o Livro de Mórmon.
"Quanto mais eu lia, mais aterrorizado eu ficava, pois era como de as vozes de meus ancestrais surgissem daquelas páginas," ele reflete. No curso de seu estudo, ele sujeitou o Livro de Mórmon a vários testes que ele considerava científicos. Em um período de doze horas, por exemplo, ele leu o livro de capa a capa, começando a anotar
notas detalhadas no verso designadas para lhe mostrar se o livro mantinha sua consistência interna. Ele mantinha. Várias vezes ele tomaria pequenas seções do Livro de Mórmon e dava para alguns amigos instruídos - rabis, ou cientistas familiarizados com textos antigos - e lhes perguntava o que eles achavam. Eles lhe garantiram que os textos eram autênticos; de que fonte antiga eles vieram?
O doutor não disse a seus amigos a fonte, uma vez que eles provavelmente rejeitariam um livro conectado a uma igreja em particular. Mas ele lhes assegurou que um dia lhes mostraria o livro do qual as passagens foram tomadas, e que eles poderiam reconhecer a veracidade daquilo como ele havia verificado.
Em 4 de Dezembro de 1986, no dia do batismo de suas duas filhas (Sahara e Ljoya haviam alcançado a idade de batismo, mas o seu filho Marco ainda não), Doutor Ottaviano encontrou-se pela primeira vez com Dwight B. Williams, o então presidente da Missão Itália Roma. Três dias mais tarde eles tiveram a primeira do que seriam muitas palestras doutrinárias.
Presidente Willians não teve nenhum problema em tratar as indagações do Doutor Ottaviano em seu próprio nível intelectual, e algumas vezes as discussões seguiriam por horas.
O doutor tornou-se tão ansioso em sua investigação da igreja que deixou seu trabalho e suspendeu suas conexões com as associações e institutos Marxistas, dizendo a eles que estaria indefinidamente ocupado e não teria tempo para estar envolvido. Sua família viveu de suas economias e receitas de alguns investimentos, em adição ao salário de sua esposa, durante meses enquanto ele devotava horas cada dia a fim de estudar o evangelho.
Então chegou o dia em que o Presidente Williams lhe disse que ele já havia estudado mais do que o suficiente; era hora de procurar a ajuda do Santo Espírito no conhecimento da verdade. Mas o doutor já houvera chegado a esta conclusão por si mesmo. "Naquela altura, todas as minhas dúvidas teológicas haviam sido respondidas, e eu estava estudando a estrutura da Igreja." Ele percebeu que sua reação intelectual aos jovens missionários que haviam ensinado os seus filhos não havia mostrado a humildade requerida quando alguém está ponderando verdades eternas. Ele sabia que era hora de parar de procurar por provas científicas do evangelho e começar a examinar o assunto com o coração.
Doutor Ottaviano relembra claramente o instante quando ele percebeu que tinha um testemunho do Livro de Mórmon. Ele estava importunando uma jovem sister missionária com questões durante uma intensa discussão, ela bateu o livro contra a mesa em profundo desapontamento pela sua atitude de cabeça-dura. Aquilo o magoou ao ver o livro tratado daquela forma, pois ele sabia que era a palavra de Deus. No próximo dia, ele foi até seu amigo, Presidente Willians, e marcou a sua data de batismo.
Ele foi batizado em 18 de Março de 1987. Stefania foi batizada dois meses mais tarde. Várias vezes ela se maravilhara na intensidade do escrutínio do evangelho pelo seu marido. Quão estranho que aquilo pudesse tê-lo afastado temporariamente dos estudos científicos que ele tanto amava! E ele se perguntava, após o seu batismo, como os seus companheiros Marxistas iriam aceitar a sua decisão. Mas quando um outro membro da Igreja lhe perguntou se ele planejava continuar com suas afiliações comunistas, Irmão Ottaviano replicou que era claro que ele não poderia, pois antes de tudo, Marxismo havia sido previamente a sua religião.
Para sua surpresa, uma vez que ele explicou sua conversão a eles, seus colegas comunistas o compreenderam perfeitamente. Referindo-se a sua crença no Livro de Mórmon, eles arrazoaram:
"Antes que você fosse Marxista, você era Hebreu, e esta é a História de seu povo." Eles concordaram que ele deveria agora seguir o caminho que havia escolhido.
ATMIT
O ALIMENTO SALVA VIDAS
DESENVOLVIDO E FABRICADO POR
A IGREJA DE
JESUS CRISTO
DOS SANTOS
ATMIT é uma palavra de origem etíope que significa “alimento fino” e é um composto nutricional desenvolvido por A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que o produz e distribui para países com carências alimentares. A Etiópia tem sido o principal destino deste produto, tendo já recebido mais de mil toneladas. O alimento é composto por:
com a Igreja Católica ou com Organizações de Socorro Muçulmanas que através dos seus voluntários no terreno procedem à distribuição do ATMIT aos necessitados em todo o mundo.
Existem as mais variadas histórias de sucesso, sobretudo de crianças, que têm sido salvas graças à ingestão deste alimento produzido e distribuído gratuitamente pel’ A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias para aqueles irmãos dos mais diversos países, raças e crenças que sofrem em qualquer parte do mundo.
5 de março de 2009
O Inspirado Programa de Bem-Estar da Igreja
O programa de bem-estar da Igreja é bastante conhecido em todo o mundo. Há pessoas das mais diversas classes sociais que vão à sede da Igreja em Salt Lake City para ver pessoalmente como ela cuida dos pobres e n
ecessitados em todo o mundo sem que os beneficiados se tornem dependentes e sem que as pessoas que doam se ressintam. O presidente de certo país cancelou todos os demais compromissos do dia após visitar a Welfare Square. "O que há aqui é mais importante do que qualquer outro compromisso",
disse ele. "Tenho de ficar e aprender mais." Com o passar dos anos, o programa de bem-estar da Igreja cresceu para atender às necessidades cada vez maiores da Igreja, que está em expansão. Atualmente, na América do Norte, existem 80 fazendas da Igreja que produzem alimentos nutritivos para os necessitados. Oito fábricas cuidam de embalar esse alimento básico. Mais de 100 armazéns do bispo estão prontos a ajudar mais de 10.000 bispos e presidentes de ramo a cumprir seu dever sagrado de estender a mão e auxiliar os pobres e necessitados de suas alas e ramos. Cinqüenta fábricas das Indústrias Deseret oferecem trabalho e treinamento a milhares de pessoas. Em todo o mundo
, existem 160 centros de empregos que, anualmente, ajudam mais de 78.000 pessoas a encontrar emprego. Há 65 escritórios de Serviços Sociais SUD que ajudam os casais da Igreja a adotarem crianças e oferecem aconselhamento a quem precise. Tenho certeza de que os grandes líderes que o Senhor suscitou para serem os pioneiros deste trabalho de bem-estar da época atual ficariam contentes com os avanços deste atual e inspirado programa de bem-estar. 3 de março de 2009
aperfeiçoados’ (D&C 67:13)”.
1 de março de 2009
Permaneçam no Caminho Elevado
PRESIDENTE GORDON B. HINCKLEY
28 de fevereiro de 2009
Deus é o nosso amoroso Pai Celestial
Deus é o governante Todo-Poderoso do universo
Por meio de Seu filho Jesus Cristo, Deus criou os céus, a Terra e tudo que neles existe (ver Moisés 2:11). Fez a lua, as estrelas e os sistemas solares. Organizou esse mundo, deu-lhe forma, movimento e vida. Encheu o ar e a água com coisas vivas. Cobriu os montes e as planícies com todos os tipos de vida animal. Deu-nos o dia e a noite, o verão e o inverno, o tempo de semear e o tempo de colher. Ele é o Pai de nossos espíritos e habita nos Céus (ver Mateus 6:9). Somos criados à Sua imagem e Ele nos pôs como governantes sobre Suas criações (ver Gênesis 1:26-27). Deus é o Ser supremo e absoluto em quem cremos e a quem adoramos. Ele é o Criador, o Governante e o Protetor de todas as coisas.
A natureza de Deus
Por sermos feitos à Sua imagem, sabemos que Ele tem um corpo físico que se parece com o nosso. Seu espírito eterno está em um corpo tangível de carne e ossos (ver Doutrina e Convênios 130:22). O corpo de Deus, contudo, é perfeito e glorificado, com uma glória que vai além de qualquer descrição.
Deus é perfeito. É um Deus de amor, misericórdia, caridade, verdade, poder, fé, conhecimento e julgamento. Possui todo o poder. Conhece todas as coisas. É cheio de bondade. Todas as coisas boas vêm de Deus. Tudo o que Ele faz é para ajudar Seus filhos, ou seja, a cada um de nós, indiscriminadamente, a se tornarem como Ele é: um Deus perfeito. Ele disse: “eis que essa é minha obra e minha glória: levar a efeito a imortalidade e vida eterna ao homem” (Moisés 1:39).
Nosso caminho à vida eterna
Como Pai dos nossos espíritos, Deus conhece a cada um de nós pessoal e nominalmente. Ele nos ama mais do que podemos compreender. Toda a Sua obra é feita para nos ajudar a encontrar felicidade nesta vida e para nos guiar a viver com Ele novamente. Para tanto, nosso Pai Celestial proporcionou um plano chamado “o evangelho de Jesus Cristo”, um guia baseado na vida e os ensinamentos de seu Filho, Jesus Cristo.
Vejamos o que disse o próprio Salvador:
“E a vida eterna é essa: que te conheçam, a ti só, por único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (João 17:3).
A Expiação de Jesus Cristo é o ponto central do evangelho. A Expiação inclui Seu sofrimento no Jardim do Getsêmani e também Seu sofrimento e morte na cruz. Por meio da Expiação podemos ser libertados do fardo de nossos pecados e desenvolver fé e forças para enfrentar nossas provações.
Deus fala conosco
Desde o início, o Pai Celestial tem chamado profetas para pregar Sua palavra e fornecer o Seu plano para Seus filhos na terra. Os ensinamentos dos profetas são encontrados em livros sagrados chamados “escrituras” (Amós 3:7).
O propósito de nossa vida terrena é muito maior do que ver passar um dia após outro. Estamos aqui para ganharmos um corpo, aprendermos, crescermos e encontrarmos alegria, muito embora a vida, às vezes, seja como conhecemos bem: muito dura, solitária e até assustadora. Mas sabem o que tenho aprendido? O Pai Celestial SEMPRE está ao nosso lado. Ele chora quando sofremos e Se alegra quando fazemos o que é certo. Ele quer Se comunicar conosco, por isso nos pede que oremos a Ele. Eis outra coisa que tenho aprendido por mim mesma: o Pai Eterno sempre está pronto para nos confortar, dar paz e orientação em todo e qualquer momento de nossas vidas.
Como podemos conhecer a Deus?
Acreditando que Ele existe e que nos ama (ver Mosias 4:9);
Estudando as escrituras (ver II Timóteo 3:14-17);
Orando a Ele (ver Tiago 1:5);
Obedecendo a todos os Seus mandamentos da melhor maneira possível (ver João 14:21-23).
Se fizermos todas essas coisas, conheceremos a Deus e teremos, por fim, a vida eterna.

27 de fevereiro de 2009
26 de fevereiro de 2009
Entrevista do Larry King com o Presidente Gordon B. Hinckley

HINCKLEY: Já não estarei aqui quando essa profecia se cumprir.
Larry King: Eu não teria tanta certeza! O que atrai as pessoas para a fé "mórmon", tirando aquelas que já nasceram nela?
HINCKLEY: Penso que há muitas razões.
O Programa foi para o ar dia 8 de Setembro de 1998 - 21:00 (hora europeia)
25 de fevereiro de 2009
Cristo Trouxe a Rendenção da Queda.
"O Salvador assim, torna-se senhor da situação - é pago o débito, conseguida a rendeção, cumprindo o convênio, satisfeita a justiça, feita a vontade de Deus e todo o poder posto nas mãos do Filho de Deus - o poder da ressurreição, o poder da rendenção, o poder da salvação, o poder para decretar leis para o prosseguimento e realização deste desígnio. Portanto, vida e imortalidade são trazidas à luz, o Evangelho introduzido e ele se torna o autor da Vida Eterna e da Exaltação. Ele é o Redentor, o Restaurador, o Salvador do homem e do mundo; e designou a lei do Evangelho, como aquilo que devemos cumprir neste mundo e no próximo, da forma como Ele cumpriu a Lei de seu Pai; portanto "aquele que crê será salvo e o que não crê será condenado" O Plano, o acordo, o convênio foi feito, iniciando no Jardim e consumado na cruz. Assim, sendo o mediador entre Deus e o homem. Ele torna-se por direito o ditador e adminstrador dos vivos e dos mortos, tanto na Terra como nos céus, no passado, presente, futuro, no que se refere ao homem associado a esta Terra ou ao céus, no tempo ou na eternidade, o Capitão de nossa salvação, o Apóstolo e Sumo Sacerdote de nossa fé, o Senhor e doador da vida". (Mediation and Atonement, p. 171 John Taylor)
18 de fevereiro de 2009
Real Interesse
Brigham Young
16 de fevereiro de 2009
UNIÃO

A Maneira de Realizar a Obra do Senhor
“Estamos realmente felizes por saber que existe tamanho espírito de união em todas as igrejas, neste país e no exterior (…) ; porque por esse princípio e pela concentração de ações poderemos levar a efeito os propósitos de nosso Deus.”
“União é força. (…) Que os santos do Altíssimo cultivem sempre esse princípio, e disso resultarão as mais gloriosas bênçãos, não apenas para eles individualmente, mas para toda a Igreja.”
Extirpar Sentimentos Egoístas
“Que os santos lembrem que grandes coisas dependem de seu esforço individual e que eles foram chamados para trabalhar a nosso lado e com o Santo Espírito na realização da grande obra dos últimos dias; e (…) que todo sentimento egoísta seja não apenas enterrado, mas aniquilado.”
“Reconheçamos que não devemos viver para nós mesmos, mas para Deus; ao fazê-lo, receberemos as maiores bênçãos nesta vida e na eternidade.”
As Bênçãos da União
“Só por uma concentração de ações e uma união de esforços, poderemos realizar a grande obra dos últimos dias (…), ao passo que nossos interesses, tanto materiais quanto espirituais e as bênçãos do céu devem fluir para nós numa corrente ininterrupta.”
Extraído de Ensinamentos dos Presidentes da Igreja: Joseph Smith
(Curso de estudo do Sacerdócio de Melquisedeque e da Sociedade de
Socorro, 2008), pp. 287, 289, 290, 291.
21 de janeiro de 2009
Amor e medo...
Conforme lemos no Livro de Mórmon e no Novo Testamento:
“O perfeito amor lança fora todo o medo” (Morôni 8:16), e “O que teme não é perfeito em amor” (1 João 4:18).
Um princípio parece estar bem claro: Cristo tem um profundo respeito pelo nosso arbítrio. Ele não nos força a abrir os olhos, e sim bate à porta e espera com paciência.


