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20 de março de 2010

ONDE ENCONTRAR A PAZ?

  
O PROPÓSITO DA VIDA É ENCONTRAR

PAZ E FELICIDADE.

MAS ONDE ESSA PAZ E ESSA FELICIDADE PODEM SER ENCONTRADAS?  
Podem a paz e a felicidade duradouras ser encontradas
















NA COMIDA, NAS ROUPAS

E NA MORADIA?

Para provermos a nossas necessidades básicas—


• Precisamos nos preparar—e aumentar continuamente nosso conhecimento e nossas aptidões—a fim de utilizarmos de maneira
produtiva os talentos que Deus nos deu.
• Devemos trabalhar.
• Devemos gastar com sabedoria o que ganhamos.

Mas, afinal, sabemos que a paz e a felicidade duradouras não são

encontradas em coisas materiais. Como disse Jesus: _________________________________
“De certo vosso Pai Celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”
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Podem a paz e a felicidade duradouras ser encontradas
NA BOA SAÚDE?
 

Para este importante componente da paz e da felicidade, todos
sabemos que ficamos em melhores condições quando:

• Ingerimos alimentos nutritivos—frutas e legumes, grãos, pouca
carne—e não mais do que nosso corpo necessita.

• Exercitamo-nos regularmente.

• Mantemos uma atitude mental positiva.

• Não introduzimos em nosso corpo álcool, fumo e drogas não
prescritas por médicos competentes.

• Abstemo-nos de relacionamentos sexuais antes de nos casarmos e
somos completamente fiéis a nosso cônjuge após o casamento.

A boa saúde é importante e, felizmente, se não vivemos alguns desses princípios no passado, podemos mudar. Mas a doença e a morte, no final, mostram que não podemos buscar a paz e a felicidade
duradouras na saúde física. Entretanto, devemos cuidar de nosso corpo porque:
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“O bem-estar físico não é apenas um predicado inestimável para a própria pessoa—é uma herança a ser transmitida.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
COM OS AMIGOS?
Amigos verdadeiros contribuem de modo inestimável para nossa
paz e felicidade! À medida que as amizades crescem, através dos anos, compreendemos que:
• Para termos amigos, precisamos ser amigos.
• As amizades precisam ser alimentadas—amigos precisam fazer coisas juntos e ajudar um ao outro.
• É necessário relevar as faltas de nossos amigos, tal como esperamos
que relevem as nossas.
• Pessoas que nos incentivam a diminuir nossos padrões morais não
são amigos verdadeiros. Amigos de verdade fazem aflorar o que há de melhor em nós; não nos tentam para que façamos algo que sentimos ser errado.
Embora seja verdade em certo sentido que a paz e a felicidade duradouras devem ser encontradas dentro de nós mesmos, as amizades fazem-nos compreender o valor de relações que perduram ao longo do tempo. O Senhor revelou a Joseph Smith:
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“E a mesma sociabilidade que existe entre nós aqui existirá entre nós lá (após esta vida), só que lá será unida com a glória eterna, glória que não experimentamos agora.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
NA REALIZAÇÃO DE NOSSO POTENCIAL?
É importante para nossa paz e felicidade duradouras que descubramos como utilizar na vida os talentos que o Pai Celestial nos deu.
Habitando em nosso corpo e dando-lhe vida está nosso espírito eterno. Somos filhos do Pai Celestial, com um potencial infinito.
Sentimo-nos melhor a nosso respeito quando:
• Trabalhamos para alcançar uma meta.
• Desenvolvemos talentos, usando-os para servir a outros.

• Vivemos de acordo com nosso potencial.

Em nosso coração, compreendemos:
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“É [nosso] destino...vir a esta Terra e empreender uma jornada.(...) Ao longo de toda a jornada existem oportunidades de aprendizado, crescimento e desenvolvimento em direção à meta final.(...) [Temos] potencial ilimitado para o progresso e a realização.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
NA FAMÍLIA? 
 
Membros de nossa própria família podem dar algumas das mais importantes contribuições para nossa paz e felicidade duradouras. O plano de nosso Pai Celestial nos concede a oportunidade de selar para sempre o amor que partilhamos com os membros da família. Neste mundo agitado, algumas maneiras de fortalecer os laços familiares incluem:
• Passar pelo menos uma noite por semana em família, aprendendo, conversando e divertindo-se juntos.
• Tomar decisões em conjunto.
• Ajudar uns aos outros.
• Sair para “namorar” seu cônjuge uma vez por semana ou, se for solteiro, passar algum tempo cada semana solidificando o relacionamento com a família e os amigos.
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“A obra mais importante que o Senhor quer que desempenhem é aquela que devem realizar dentro das paredes de seu próprio lar.”
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A paz e a felicidade duradouras podem ser encontradas
NO PLANO DO PAI CELESTIAL PARA NOSSA VIDA?
Nosso Pai Celestial tem um plano para que indivíduos e famílias
encontrem paz e felicidade duradouras. Por meio dos ensinamentos de Seu Filho, o Senhor Jesus Cristo, pelas escrituras e as palavras de profetas modernos, e por meio das ordenanças de Seu evangelho, podemos aprender o propósito de nossa vida. Podemos:

• Aprender como ser mais auto-suficientes e alcançar o sentimento
de segurança necessário à paz e à felicidade.

• Ter mais saúde.

• Fazer amizades que cresçam e progridam para sempre.

• Arrepender-nos e ser perdoados das coisas erradas que fizemos no

passado.

• Alcançar nosso pleno potencial.

• Unir nossa família para sempre.

• Compreender o propósito do Pai Celestial para nossa vida e

compreender como, por meio do Senhor Jesus Cristo, podemos

obter a paz e a felicidade que Ele planejou para nós.

Encontre paz e felicidade ainda mais duradouras estudando os
ensinamentos do Salvador a respeito do plano de nosso Pai Celestial.


VOCÊ ENCONTRARÁ OS ENSINAMENTOS DO SALVADOR A RESPEITO DO PLANO DE NOSSO PAI CELESTIAL NO

19 de março de 2010

Propósito da Vida

“O destino dos espíritos dos homens é vir a esta terra e empreender uma jornada de duração indefinida. E eles a empreenderem perigosamente, às vezes com segurança, às vezes com tristeza e outras com alegria. A estrada é sempre marcada por propósito divino.”

“Vemos pessoas que meramente caminham pela vida, sem ter qualquer desígnio, direção, destino ou propósito. Sem mapas ou algo que possa orientá-las, elas apenas percorrem o caminho, pegando aqui e ali as coisas que lhes agradam os olhos, aguçam-lhes a vaidade, satisfazem-lhes os apetites, saciam-lhes a sede e satisfazem as paixões.”

“por outro lado há os que planejam suas trajetórias, tomam decisões sábias e certas, e, em grande parte, alcançam seus objetivos e reais finalidades. Ao fazerem isso estão cooperando com o Criador, conforme o propósito que Ele estabeleceu para a vida:
Pois eis que esta é minha obra e minha bglória: Levar a efeito a imortalidade e vida eterna do homem.
-Moisés 1:39-


17 de março de 2010

Ensino Familiar e Professoras Visitantes


Os presidentes de estaca e bispos, em coordenação com o presidente de missão, podem usar os missionários para visitar membros menos ativos e famílias em que nem todos são membros da Igreja. Em situações adequadas, eles podem pedir que os missionários de tempo integral participem do ensino familiar e do trabalho de professoras visitantes. Essas oportunidades de ensino devem fortalecer os membros, aumentar a capacidade de ensino dos missionários e ajudar os missionários a conseguirem referências. (Ver “Declaração sobre o Trabalho Missionário”, carta da Primeira Presidência, 11 de dezembro de 2002.)

10 de março de 2010

Aos Mestres com carinho

O ensino familiar coloca ao alcance dos membros todas as bençãos do Evangelho
“Os mestres familiares são representantes do sacerdócio, e o ensino familiar é o meio pelo qual o sacerdócio zela pela igreja. Através dele, os quoruns do sacerdócio orientam e fortalecem seus membros, para que eles, por sua vez, possam aperfeiçoar sua família. Por intermédio dele, os pais, famílias e indivíduos são instruídos de tal maneira, que passam a cumprir os seus deveres e a guardar os seus mandamentos, alcançando assim, a salvação. Quando realizado de maneira adequada, o ensino familiar é a maneira pela qual o senhor coloca ao alcance dos membros de seu reino todas as bençãos do evangelho.” (Élder Bruce R. McConkie. Let Every Man Learn His Duty[Que todo o homem aprenda o seu dever], p. 23. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 11.)


O Mestre Familiar deve ser um guardião ou sentinela
“O mestre familiar deveria ser ensinado mais claramente que sua missão é zelar – fortalecer – cuidar para que os membros cumpram todas as suas obrigações. É nesse ponto que estamos falhando, pois eles acreditam que são apenas mestres da mensagem do evangelho. Talvez devêssemos chamá-los de guardiões ou sentinelas... Precisamos fazer algo no sentido de mudar a ênfase do trabalho de ensinar para o de ser guardiães que zelam pela Igreja.” (Presidente Harold B. Lee. Discurso proferido no Seminário de Representantes Regionais, abril de 1972. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 12.)


O ensino familiar, posto em prática, implementa todos os programas da Igreja
“O ensino familiar deve ser compreendido, aceito e posto em prática, se quisermos implementar devidamente o programa das noites familiares e outros programas em toda a Igreja...
...A melhor maneira de fazermos com que realizadas as noites familiares é através do ensino familiar... Os membros e famílias da Igreja podem ser e estão sendo, através desse programa, encorajados a se aperfeiçoar, a assitir e cumprirem cada um e todos os deveres que lhes foram impostos pelo Senhor. O que estou dizendo se aplica também ao programa genealógico, à frequência à reunião sacramental, ao casamento no templo e à frequência dos alunos às aulas dos seminários e institutos.” (Marion G. Romney. Reunião da Junta Geral do Sacerdócio, 20 de maio de 1970. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 13.)


Os mestres familiares preparam as famílias para entrarem no reino dos céus
“O ensino familiar é mais do que apenas uma visita social realizada mensalmente. Os mestres familiares têm a sagrada responsabilidade de preparar as famílias que lhes foram designadas para estarem dignas de entrar na presença de Deus. Para que ocorra tal preparação, os portadores do sacerdócio devem ajudar a combater os problemas mais urgentes que os pais estão enfretando no lar... Para tanto, precisarão de coragem, dedicação, sabedoria e de um esforço discreto. Podemos fazê-lo Muitos já fizeram. Esta deve ser a atitude de todos os irmãos do sacerdócio empenhados no que o Presidente David O. McKay chamava de ´serviço divino` de um mestre familiar.” (“Are you meeting the needs of your families?” Mensagem do Sacerdócio de Melquisedeque, Improvement Era, setembro de 1967, p. 81. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 17.)



Como posso desempenhar plenamente meu dever como mestre familiar
“Para desempenhar plenamente o nosso dever como mestres familiares devemos estar continuamente cientes das atitudes, atividades e interesses, problemas, emprego, saúde, a felicidade, os planos e objetivos, as coisas físicas e temporais, as necessidades espirituais e circunstâncias de todos – de cada filho, cada jovem, cada adulto no lar e família que foram colocadas sob os nossos cuidados.” (Presidente David O. McKay. Improvemnet Era, janeiro de 1968, p. 2. Também citado em Veste-te da tua fortaleza, ó Sião – Guia de Estudo Pessoal do Sacerdócio de Melquisedeque 1982/1986, p. 19.)

9 de março de 2010

Mestre Familiar

O QUE OS MESTRES FAMILIARES PODEM FAZER POR NÓS

Para o Pai Celestial, toda pessoa é importante.
O Senhor salientou a importância do indivíduo e da família quando revelou a Joseph Smith um plano pelo qual o sacerdócio poderia cuidar de todos. O Senhor instruiu os irmãos a “visitar a casa de todos os membros, exortando-os a oração em voz alta e em segredo”, “a cumprirem todas as obrigações familiares” (D&C 20:47) e a “zelar pela Igreja”. (D&C 84:111)

Quem são esses mestres a quem é pedido que zelem pelas famílias da Igreja?

Hoje, esses homens são os mestres familiares. Chamados por Deus para zelar por Seu povo. Cabe-lhes fortalecer as pessoas para ajudá-las em suas experiências na vida, e a voltar à presença do Pai Celestial. Devem também ajudar cada indivíduo e família a viverem o evangelho mais completamente.

 
Podemos Ajudar os Mestres Familiares a Cumprirem Sua Responsabilidade.

Devemos fazer com que os mestres familiares sejam bem-vindos em nosso lar, chamando todos os membros da família para receber a visita. Podemos sugerir-lhes que venham nos visitar em ocasiões em que toda a família esteja em casa. Todos os membros devem honrar e respeitar os mestres familiares e considerá-los bons amigos. Nas horas de dificuldade ou emergência, devemos chamar nossos mestres familiares. Eles podem dar bênçãos, se não houver um portador do Sacerdócio de Melquisedeque no lar. Podemos ajudá-los a cumprir seu chamado, solicitando seu apoio espiritual nas horas difíceis. Certo mestre familiar conta de uma visita sua a uma senhora idosa, semi-inválida: “Ela expressou grande preocupação por um dos netos que no dia seguinte devia submeter-se a uma séria intervenção cirúrgica e perguntou se eu queria ajoelhar-me ao lado de sua cama para oferecer uma oração em favor do bem-estar da criança”. (Boyd K. Packer, A Liahona, julho de 1973, p. 9)

 
Os Mestres Familiares e o Chefe da Família
Os mestres familiares devem reconhecer, apoiar e fortalecer o chefe da família. Se houver um pai no lar, ele deve ser respeitado como
patriarca—o membro da família que preside. Se não houver pai no lar, a mãe deve ser reconhecida como autoridade presidente, e os mestres familiares devem trabalhar por meio dela, ajudando-a em seu papel. Os mestres familiares também devem trabalhar diretamente com membros solteiros, viúvos e outros membros, ajudando-os a se fortalecerem e prestando-lhes assistência sempre que necessário. Como os Mestres Familiares Podem Ajudar a Família. Os mestres familiares podem ajudar nossa família de muitas formas. Podem demonstrar como preparar e dirigir uma reunião familiar, incentivar-nos a desenvolver nossos talentos, oferecer conselhos que nos ajudem a resolver problemas e ajudar a aumentar a espiritualidade em nossa casa.


Conclusão

Os mestres familiares representam o Senhor, o bispo ou presidente do ramo, e o quórum do sacerdócio no fortalecimento espiritual, temporal e emocional das famílias. Podem ajudar as famílias que lhes foram designadas a apreciarem os programas da Igreja, e incentivá-las a cuidar de suas responsabilidades para com a família e para com a Igreja. Os mestres familiares trabalham com o chefe de cada

Manual Básico da Mulher Sud.

4 de março de 2010

Testemunhos sobre o Livro de Mórmon

“Os membros da Igreja de todo o mundo deveriam conhecer o Livro de Mórmon melhor do que qualquer outro livro. Deveríamos conhecer não somente os relatos históricos e inspiradores que contém, mas também compreender os seus ensinamentos. (...)Tenho observado dentro da Igreja as diferenças de discernimento, convicção e espírito entre as pessoas que conhecem e apreciam o Livro de Mórmon, e as outras. Esse livro éum grande selecionador de pessoas.”
(Pres. Ezra Taft Benson, Jesus Cristo-Dádivas e Esperanças, A Liahona, abril de 1977, p.25)



“Convidamos a todos os homens, em qualquer lugar, a lerem o Livro de Mórmon, um outro testamento de Jesus Cristo. (...)
Nós não temos de provar que o Livro de Mórmon é verdadeiro; ele é sua própria prova. A única coisa que nos resta fazer é lê-lo e proclamá-lo! O Livro de Mórmon não está em julgamento; quem está em julgamento é o povo do mundo, inclusive os membros da Igreja, com respeito ao que farão com esta segunda testemunha de Cristo.”
(Pres. Ezra Taft Benson, Uma Nova Testemunha, A Liahona, jan de 1985, p.7)


“Existe um poder neste livro que começará a fluir para sua vida no momento em que vocês iniciarem um estudo sério dele.Vocês encontrarão maior força para resistir às tentações. Acharão vigor para evitar as ilusões. Serão fortificados para permanecer no caminho estreito e apertado. As escrituras são chamadas de ‘as palavras de vida’ (D&C 84:85), e em nenhum lugar isso é mais verdade do que no Livro de Mórmon. Quando começarem a ter fome e sede dessas palavras encontrarão vida em abundância cada vez maior”.
(Pres. Ezra Taft Benson, Conference Report, out. de 1986, p. 6; Ensign, nov. de 1986, p. 7.)

 



“Declarei aos irmãos que o Livro de Mórmon era o mais correto de todos os livros da Terra, e a pedra angular de nossa religião; e que um homem se chegaria mais a Deus cumprindo seus preceitos que os de qualquer outro livro.”
(Joseph Smith, Ensinamentos, p.189)


   
 
 
“A pedra angular é a pedra de esquina que une e sustenta as paredes. Se ela for removida, as paredes e a estrutura desmoronam, o que, com efeito, significa que o mormonismo – que realmente é o evangelho de Cristo restaurado nos últimos dias – permanece ou cai com a veracidade ou falsidade do Livro de Mórmon. (...)”
(Élder Bruce R. McConkie, Conference Report, abril de 1961, pp.39-40)




“O início e o fim do evangelho estão escritos na seção dois de Doutrina e Convênios. Essa é a pedra angular do maravilhoso arco do evangelho; se essa pedra central se enfraquecesse e caísse, toda a estrutura do evangelho ruiria em blocos desorganizados de doutrina.”
(Élder John Andreas Widtsoe, Conference Report)

 
 
 
“Na minha maneira de entender, nenhum membro desta Igreja jamais deve sentir-se realizado, enquanto não tiver lido diversas vezes o Livro de Mórmon, examinando-o com sincera devoção, para que possa testificar que, de fato, é um registro preparado com a inspiração do Todo-Poderoso, e
que a história nele contida é verdadeira. (...) Nenhum membro desta Igreja que não tenha lido cuidadosa e sinceramente o Livro de Mórmon, poderá apresentar-se
aprovado na presença de Deus”
(Pres. Joseph Fielding Smith, Conference Report, out de 1961, p.18)



“Abri-o ansiosamente e li a página introdutória. Li, a seguir, o testemunho de diversas pessoas a respeito da maneira como ele foi achado e traduzido. Depois disso, comecei a ler seu conteúdo. Li-o o dia todo; comer era penoso, pois não tinha apetite; dormir se tornou difícil quando chegava a noite, pois eu preferia ler a repousar. Quando o li, o espírito do Senhor
desceu sobre mim, e eu soube e compreendi que o livro era
verdadeiro.”
(Parley P. Pratt, Autobiografia, p.20)



“Gostaria de incentivar cada homem e mulher (…) e cada menino e menina que tenha idade suficiente para ler, que leiam o Livro de Mórmon novamente durante o próximo ano. Ele foi escrito para convencer o judeu e o gentio de que Jesus é o Cristo. Não há nada que podemos fazer de maior importância, do que fortalecer em nossa vida individual a convicção inabalável de que Jesus é o Cristo, o Filho vivo, do Deus vivo. Esse é o propósito de se trazer à luz este livro notável e maravilhoso. Sugiro que leiam-no novamente e peguem um lápis, vermelho, caso tenham um, e façam uma marca toda vez que houver no livro referência a Jesus Cristo.
E virá a vocês, uma convicção muito real ao fazê-lo, de que Ele é de fato, um outro testamento do Senhor Jesus Cristo”.
(Teachings of Gordon B. Hinckley [1997], p. 44.)



“Estudamos o Livro de Mórmon na Escola Dominical no ano passado, mas aos membros da Igreja em todo o mundo e a nossos amigos em toda parte lanço o desafio de ler ou reler o Livro de Mórmon. Se lerem um pouco mais que um capítulo e meio por dia, conseguirão terminar o livro antes do fim deste ano. (...)

Prometo-lhes sem reservas que, se seguirem esse programa simples, não importando quantas vezes tiverem lido o Livro de Mórmon antes, haverá em sua vida e em sua casa mais do Espírito do Senhor, uma determinação mais firme de obedecer a seus mandamentos e um testemunho mais forte da realidade viva do filho de Deus.”
(Pres. Gordon B. Hinckley, Um Testemunho Vibrante e Verdadeiro, A Liahona, ago de 2005, pp.3-6)


“Precisamos evitar adotar os males do mundo, temos de buscar um curso que alimente nossa mente diariamente e a leve de volta às coisas do espírito. Não sei de melhor meio para fazê-lo do que ler o Livro de Mórmon diariamente”.

 “Tenho certeza de que se, nos lares da Igreja, os pais lerem o Livro de Mórmon com fervor e regularidade, tanto sozinhos como com os filhos, o espírito desse grandioso livro passará a permear o lar e todos os que nele habitarem. O espírito de reverência aumentará e a consideração e respeito mútuos crescerão. O espírito de contenda se afastará. Os pais aconselharão os filhos com maior amor e sabedoria. Os filhos serão mais receptivos e obedientes às orientações dos pais. A retidão aumentará. A fé, esperança e caridade—o puro amor de Cristo—aumentarão em nosso lar e nossa vida, trazendo em seu bojo paz, alegria e felicidade.” (Pres. Marion G. Romney, Conference Report, abril de 1980, pp. 88, 90, ou Ensign, maio de 1980, pp. 66, 67)

26 de fevereiro de 2010

Não dado à Coca-Cola

Penso comigo que as exigências do ofício de bispo hoje em dia são semelhantes às do tempo de Paulo, que escreveu para Timóteo:

"Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar;


Não dado ao vinho, não espancador [ou seja, não provocador ou violento], ( . . . ) não contencioso, não avarento." (I Timóteo 3:2¬3)


Em sua epístola a Tito, o Apóstolo Paulo acrescenta que "convém que o bispo seja irrepreensível, como despenseiro da casa de Deus; ( . . . )  Retendo firme a fiel palavra, que é conforme a doutrina, para que seja poderoso, tanto para admoestar com a sã doutrina, como para convencer os contradizentes". (Tito 1:7, 9)


Pensando sobre esta admoestação: "NÃO DADO AO VINHO" , talvez pudéssemos dizer hoje: Ah! É claro que um bispo não irá beber vinho! Contudo creio que podemos ir um pouco além.

Vejamos as palavras de Heber J. Grant o sétimo profeta e presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Ele foi conhecido por guiar a Igreja pelos períodos mais difíceis incluindo a Grande Depressão e a Segunda Guerra Mundial.
Presidente da Igreja, Conference Report, April 1922, p.165

"O Chefe do Departamento de Saúde, Dr. Beatty, pediu-me para dizer aos Santos dos Últimos Dias que existem mais ingredientes prejudiciais na Coca-Cola do que existem no café. E digo aos Santos dos Últimos Dias e é meu direito dizê-lo, porque vocês cantaram quando esta conferência começou:

"Damos graças a ti ó Deus

Por um Profeta, para guiar-nos

Nestes últimos dias;

Damos graças por enviar o Evangelho

Para iluminar nossas mentes com seus raios.

Somos gratos por toda benção

Derramada por tua bondosa mão;

Sentimos prazer ao serví-lo

E amamos obedecer seu comando."


Agora, se vocês compreendem isto, eu não vou lhes dar nenhum mandamento, mas vou lhes pedir isto como um favor pessoal e individual a mim; para deixarem a Coca-Cola. O Senhor não quer que vocês usem qualquer droga que cria um apetite por si própria".



Ao atentar-mos para frase: "vou lhes pedir isto como um favor pessoal e individual a mim," poderíamos a priori supor que não passa de um pedido de um colega para outro; “Olha se você puder fazer este favor para mim...”
Façamos uma pausa e analisemos um outro ponto que corrobora com a visão que precisamos ter em relação a este assunto.



Não se sabe exatamente quando o Profeta Joseph Smith começou a registrar as principais revelações que recebeu mas sua história pessoal indica que até princípios de 1829 ele já as escrevia com regularidade e que em 6 de abril de 1830, ao organizar a Igreja, recebeu uma revelação que mandou a Igreja manter um registro de suas atividades. Dado que aqueles conselhos são importantes com relação ao que sucedeu na Conferência de Hiram, permitam-me citar:
"Eis que um registro será escrito entre vós; e nele serás [Joseph Smith] chamado vidente, tradutor, profeta, apoóstolo de Jesus Cristo, élder da igreja pela vontade de Deus, o Pai, e pela graça de vosso Senhor Jesus Cristo,
"Portanto vós, ou seja, a igreja, dareis ouvidos a todas as palavras e mandamentos que ele vos transmitir à medida que ele os receber, andando em toda santidade diante de mim;

"Pois suas palavras recebereis como de minha própria boca, como toda paciência e fé.

"Porque, assim fazendo, as portas do inferno não prevalecerão contra vós; sim, e o Senhor Deus afastará de vós os poderes das trevas e fará tremerem os céus para o vosso bem e para a glória de seu nome" (D&C 21:1, 4-6).



O Senhor disse: ...deixem a coca-cola, não quero que vocês usem qualquer droga que crie um apetite por si próprio.

Muitos dirão: Não foi o Senhor quem disse isso e sim Heber J. Grant. Talvez tal pessoa devesse compreender melhor o que está escrito em D&C 1:30O que eu, o Senhor, disse está dito e não me desculpo; e ainda que passem os céus e a Terra, minha palavra não passará, mas será toda cumprida, seja pela minha própria voz ou pela voz de meus servos, é o mesmo.”

Repito: “...seja pela minha própria voz ou pela voz de meus servos, é o mesmo.”
Heber J. Grant assim como outros líderes, e eu irei citá-los logo abaixo, ao declarar que não devemos fazer uso de coca-cola estava agindo em nome do Senhor, em outras palavras, a voz que foi ouvida era de Hebert, e outros profetas, mas é a mesma coisa como se tivéssemos ouvindo o próprio Deus falando.



Outros líderes falando sobre refrigerantes a base de cola:



Joseph Fielding Smith Presidente do Conselho dos Doze Apóstolos, I E September 1966, p.766-767
"Pessoalmente, eu não tenho conhecimento com relação ao conteúdo das bebidas com Cola e portanto não posso dar um conselho perito. Contudo, eu tenho a declaração de um hábil químico, que as bebidas com Cola possuem cafeína, o elemento tão dominante no café e outros estimulantes. Há uma coisa que eu sei, contudo: esta bebida estimulante não é servida em meu lar, e não importa onde eu esteja; pessoalmente eu a evito. Numa revelação ao Profeta Joseph Smith foi dado a conhecer em sua época que esses dois estimulantes (café e chá) foram incluídos, mas que a revelação não era limitada neste conselho a apenas estas duas bebidas. Se os membros da Igreja gastassem algum tempo para ler cuidadosamente o que o Senhor disse-lhes na Palavra de Sabedoria, seção 89 de D&C, e então ouvissem essas declarações, eles seriam grandemente beneficiados" .







Spencer W. Kimball Presidente da Igreja, Teachings of Spencer W. Kimball, p.202

"Eu não bebo nenhuma bebida que possua Cola e minha esperança pessoal é que ninguém o faça."




Bruce R. McConkie Membro do Quorum dos Doze Apóstolos. Mormon Doctrine, p.845
"... Contudo existem muitas outras substâncias que exercem um efeito prejudicial ao corpo humano, apesar de não serem especificamente proibidas na Palavra de Sabedoria. Certamente a utilização de bebidas com Cola, apesar de não incluídas dentro do padrão aqui estabelecido, estão em violação ao Espírito da Palavra de Sabedoria. Drogas prejudiciais de qualquer natureza estão na mesma categoria".


Comecei este texto dizendo: ...penso comigo que as exigências do ofício de bispo hoje em dia são semelhantes às do tempo de Paulo, que escreveu para Timóteo: "Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível...

Ser irrepreensível significa aquele que não merece censura; em que não há nada a repreender: conduta irrepreensível.
Não podemos ver bispos em Sião, tomando Coca-cola! 

25 de fevereiro de 2010

Lei de Saúde

As bebidas que contem Cola são proibidas pela Palavra de Sabedoria?


"Que podemos dizer das bebidas que contem drogas que levam ao hábito, ou cafeína, como as que contem cola? Embora os refrigerantes não sejam mencionados especificamente na Palavra de Sabedoria, uma declaração oficial dos lideres da Igreja afirma o seguinte: "Com relação às bebidas contendo cola, a Igreja nunca tomou uma posição oficial nese sentido, mas os líderes tem advertido, e nós o fazemos tambem agora, CONTRA o uso de bebidas que contem substâncias prejudiciais que causem o hábito de seu uso. 'Todas as bebidas que causam dano ao organismo devem ser evitadas."(Boletim do Sacerdocio, fevereiro de 1972.) Manual de D&C pagina 209.

Aqui precisamos destacar um ponto que talvez passe por despercebido por alguns; O Boletim do Saerdócio diz:     'Todas as bebidas que causam dano ao organismo devem ser evitadas’.

Talvez, alguém ingenuamente poderia indagar: Mas o que é causar dano ao organismo?

Deixaremos a resposta à esta indagação e outras que possam surgir nas mãos de especialistas, vejamos o que eles tem a dizer sobre a bebida em questão, lembrando que os casos apontados abaixo acontecem com muita freqüência, só não são divulgados.


A popular bebida pode levar a uma queda perigosa dos níveis de potássio no sangue, avisam os médicos.
Os efeitos vão de um estado de fraqueza moderado à paralisia muscular profunda.
Um novo estudo publicado no International Journal of Clinical Practice, citado pela BBC avisa que o consumo excessivo de coca-cola e similares pode levar a sérios problemas de saúde.

Para ilustrar a afirmação, os médicos contam o caso de um agricultor australiano que teve de ser hospitalizado de urgência com uma paralisia pulmonar, porque bebia entre 4 a 10 litros de cola por dia.

Outro exemplo envolve uma mulher grávida que consumia diariamente três litros daquela bebida, uma rotina que mantinha há seis anos, e que se queixava de fadiga, perda e apetite e vótimos persistentes. Um exame demonstrou um ritmo cardíaco irregular provocado pelos níveis baixos de potássio no sangue. Quando parou de beber colas, recuperou completamente.

De acordo com a BBC, os investigadores acreditam que estes casos não são raros.

Os fabricantes destas bebidas contrapõem que o seu consumo moderado é "completamente seguro".


Não há dúvidas de que a A Palavra de Sabedoria é uma lei simples e direta. Muitas pessoas sabem dos perigos decorrentes da desobediência a essa lei. É importante que nos lembremos dessas conseqüências, mas também é importante que nos lembremos das bênçãos físicas e espirituais que receberemos se obedecermos à Palavra de Sabedoria.
Segue abaixo algumas dessas bênçãos:

O Senhor revelou a Palavra de Sabedoria como sendo “um princípio com promessa”. (D&C 89:3)

Bom para o corpo:
a. D&C 89:10. (Ervas salutares: verduras, legumes e outras plantas comestíveis.)

b. D&C 89:11. (As frutas.)

c. D&C 89:12; ver também D&C 49:19. (A carne de animais e das aves.)

d. D&C 89:14–17. (Os grãos.)

e. D&C 88:124. (Dormir cedo e acordar cedo: dormir o necessário.)


Bênçãos Prometidas
a. D&C 89:18. (Saúde física.)

b. D&C 89:19. (Sabedoria e grandes tesouros de conhecimento.)

c. D&C 89:20. (A capacidade de correr e não se cansar, andar e não desfalecer.)

d. D&C 89:21. (Proteção contra o anjo destruidor.)

22 de fevereiro de 2010

EVANGÉLICOS PEDEM PERDÃO AOS MÓRMONS

Um líder evangélico fala no Tabernáculo Mórmon e diz que os evangélicos disseminaram mentiras sobre as crenças da Igreja.

Temos Pecado Contra Vocês – Por Richard Mouw

Pela primeira vez em 105 anos, não Mórmons tomaram o púlpito do Tabernáculo Mórmon, em Salt Lake City, no dia 14 de novembro de 2004. O evento denominado “Uma Noite de Amizade”, foi organizado por uma rede de 100 igrejas evangélicas chamada "Permanecendo Juntos", na tentativa de melhorar o relacionamento com os membros d´A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A histórica animosidade, entre os dois grupos, data desde a fundação da Igreja SUD e foi exacerbada nos últimos anos, particularmente na década dos 90, quando líderes evangélicos de renome declararam que os Mórmons não são cristãos e, a Igreja Batista do sul dos EUA, levou a cabo uma de suas reuniões anuais em Salt Lake City, parcialmente com a "meta de converter os Mórmons" ao protestantismo evangélico.

Ao que o jornal Deseret News referiu como comentários incrivelmente sinceros, o presidente do Seminário Teológico Fuller e colunista do “Beliefnet”, Richard Mouw, pediu perdão aos Mórmons pela tendência que os evangélicos têm de distorcer a verdade sobre a crença da Igreja S.U.D. (Santos dos Últimos Dias)

Richard Mouw é Presidente do renomado Fuller Theological Seminary, no qual também é professor de Filosofia Cristã e Ética. Ele á autor de 10 livros, entre eles "The God Who Commands", "Uncommon Decency: Christian Civility in an Uncivil World" e "Consulting the Faithful.

Ricahrd Mouw declarou: “Permitam-me falar claramente, nós evangélicos pecamos contra vocês.” O discurso está dando o que falar entre os grupos evangélicos e Mórmons que, em geral, estão surpresos e agradecidos. Nós repetimos as declarações abaixo.
"Me é difícil encontrar palavras adequadas para expressar o quão emocionado estou por estar aqui nesta noite. Aqui estamos, Protestantes evangélicos e membros d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, reunidos neste Tabernáculo do Lago Salgado para um evento descrito como, “Uma Noite de Amizade.
Não estou sendo melodramático quando digo que esta é uma ocasião histórica. Para ser mais exato, temos desenvolvido longas amizades entre alguns evangélicos e alguns SUD mas, isto não tem sido veiculado publicamente. As relações públicas entre nossas duas comunidades têm sido, colocando numa maneira mais amena, decididamente não amigável.
Desde o princípio, quando Joseph Smith organizou a Igreja em 1830, meus precursores evangélicos levantaram rudes acusações e veementes denúncias contra a comunidade Mórmon; uma prática que continua desde as sedes evangélicas ainda na atualidade. Creio ser justo dizer que os Mórmons, em certas ocasiões, responderam da mesma forma. Amizade não veio com facilidade para nossas duas comunidades.
Recentemente algumas coisas começaram a mudar, evangélicos e Mórmons trabalharam juntos no importante tema da moralidade pública. Aqui em Utah, o ministério "Permanecendo Juntos" tem tomado riscos consideráveis no desejo de combater os mais agressivos e problemáticos ataques evangélicos contra a Igreja SUD. Os concorridos diálogos do Pastor Greg Johnson com o professor universitário, Bob Millet, tem alcançado muito ao moldar um novo espírito de franco, mas amigável, intercambio no tocante a tópicos relacionados à fé. Agora nesta noite, estamos experimentando a grata hospitalidade da liderança SUD que nos convidou a todos para este lugar de reuniões que tem ocupado, e continua a ocupar, um papel importante na vida da comunidade Mórmon.
Nos últimos 12 anos tenho, pessoalmente, participado como membro de um pequeno grupo de estudiosos evangélicos engajados em longos debates, a portas fechadas, discutindo sobre matérias espirituais e teológicas com um pequeno grupo de membros mórmons. Não temos tido nenhum receio ao discutir, com vigor, uns com os outros, mas nossas discussões têm sido conduzidas com o desejo genuíno e sincero de entendimento mutuo e, neste processo, profundos laços de amizade foram estabelecidos.
Sei que tenho aprendido muito neste diálogo contínuo e agora estou convencido de que, nós evangélicos, temos com freqüência, mal interpretado as crenças e práticas da comunidade Mórmon. Definitivamente, permitam-me dizer abertamente aos indivíduos SUD que se encontram aqui nesta noite: Nós temos pecado contra vocês. O Deus das Escrituras é claro ao expressar que prestar falso testemunho, contra nossos vizinhos, é um ato terrível e nós temos sido culpados deste tipo de transgressão com respeito a coisas que temos dito sobre vocês. Temos dito o que vocês acreditam sem, primeiramente, fazer um sincero esforço de lhes perguntar o que acreditam.
Temos nos empenhado muito em fazer com que vocês apresentem uma forte defesa das convicções cristãs tradicionais, freqüentemente citando a diretiva do Apóstolo Pedro que apresentamos a pessoas como vocês, “a razão da esperança que há em vós”; mas, não temos sido cuidadosos ao seguir o mesmo conselho do Apóstolo, que imediatamente segue aquele conselho, quando nos diz que nós devemos “estar sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir”. (N.T. 1Pe 3:15). De fato, em certas ocasiões, até os tomamos como demônios, tecendo teorias de conspiração com respeito a que a comunidade SUD está “realmente” tentando realizar no mundo. E temos feito, o melhor que podemos, (e isto é verdade em ambas comunidades) para ignorar-nos mutuamente, estabelecendo explicações, superficiais e distorcidas, sobre o que o outro grupo acredita.

Formei algumas amizades maravilhosas com Mórmons nestes últimos anos. Estes amigos me ajudaram a ver as maneiras em que eu, freqüentemente, mal interpretava o pensamento Mórmon. Em realidade, como resultado daqueles intercâmbios, permaneci convencido de que existem tópicos de divergência reais entre nós e, algumas dessas questões são matéria de significado eterno. Mas podemos agora discutir esses tópicos como amigos, e nesta noite um número maior de nossos amigos se congregaram neste lugar para uma pública “Noite de Amizade” em grande escala. Deus seja louvado!

Somente daqui a um mês e meio, daremos as boas vindas ao ano 2005 que marca o ducentésimo aniversário do nascimento de Joseph Smith. Durante este ano existirão muitas ocasiões para dar uma atenção especial à vida de Joseph e seus ensinamentos, e, espero que muitas comunidades evangélicas tomem parte naqueles eventos. Mas esta noite não estamos aqui para falar sobre Joseph Smith, mas sobre Aquele cujo nascimento celebraremos novamente, um pouco antes do bicentenário do ano em que Joseph apareceu. Este é Aquele cujo nascimento cantamos em palavras, devo acrescentar, que muitos de nós gostamos de ouvir daquele grande coro que entoa estas palavras neste Tebernáculo, “as esperanças e temores de todos estes anos se cumprem em Ti nesta noite.” (N.T. este é o final da primeira estrofe do hino Pequena Vila de Belém, em Inglês)

Que evento maravilhoso é este em que podemos nos reunir para falar sobre o Senhor Jesus Cristo e sobre quem ele é e o que fez por nós. Existe muito o que falar aqui. Eu, pessoalmente, sou tomado de grande animo com as palavras que Joseph Smith pronunciou na ocasião da fundação d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em abril de 1830: “Sabemos, que todos o homens devem arrepender e acreditar no nome de Jesus Cristo, adorar ao Pai em seu nome, e perseverar em fé no seu nome até o fim, caso contrário não poderão ser salvos no reino de Deus.” E então ele acrescentou: “E sabemos que a justificação através da graça de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo é justa e verdadeira, e também sabemos que a santificação através da graça de nosso Senhor Jesus Cristo é justa e verdadeira, a todos os que amam e servem Deus com todo seu poder, mente e força.”
É neste espírito que estendo minha saudação a vocês nesta noite; como alguém que anseia mais que qualquer outra coisa, amar e servir a Deus, com todo seu poder, mente e força; através do poder disponível pela maravilhosa graça que enviou o Senhor Jesus Cristo à manjedoura em Belém, e para o Jardim do Getsêmani, e para a Cruz do Calvário, onde ele derramou seu sangue para pagar a dívida de nosso pecado; um débito que jamais poderíamos pagar por nós mesmos.
Este é o espírito pelo qual Ravi Zacharias nos falará esta noite; espírito de devoção à Aquele cujo nome está acima de qualquer outro nome, Aquele que é o único que nos pode salvar, perante o qual, um dia, todo o joelho se dobrará e toda língua confessará que ele é o Senhor para a glória do Pai. Possa esta maravilhosa “Noite de Amizade” nos dirigir para aquele grande dia.

Obrigado e que Deus os abençoe.
Ravi Zacharias, renomado filósofo cristão discursa no Tabernáculo Mórmon, em Salt Lake City, no evento chamado "Permanecendo Juntos".




11 de fevereiro de 2010

Convênio Abraâmico

O Convênio Abraâmico é um convênio feito entre Deus e Abraão, grande patriarca do Velho Testamento, prometendo a seus descendentes adotados por todo mundo todas as bênçãos do evangelho, incluindo o Sacerdócio e a vida eterna, desde que fossem fiéis.



O Convênio Abraâmico inclui o casamento celestial, que permite que as pessoas tenham uma família eterna. Uma outra parte desde convênio envolve a posse eterna da terra de Canaã por Abraão e por sua posteridade. Também inclui a presciência de Deus, pois eventualmente a posteridade de Abraão seria espalhada por toda a terra e teria uma inclinação espiritual de aceitar a plenitude do Evangelho de Jesus Cristo e compartilhar o evangelho com toda a humanidade.

O Convênio Abraâmico foi introduzido em Gênesis 12 e em Abraão 2, quando o Senhor disse a Abraão para sair da terra de seu pai e entrar na terra de Canaã, onde “Far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gênesis 12: 2–3).

Quando Abraão chegou a Canaã, o Senhor disse-lhe: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência depois de ti em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus, e à tua descendência depois de ti. E te darei a ti e à tua descendência depois de ti, a terra de tuas peregrinações, toda a terra de Canaã em perpétua possessão e ser-lhe-ei o seu Deus” (Gênesis 17: 7–8).


O livro de Abraão, em Pérola de Grande Valor contém uma introspecção adicional das promessas que Jeová declarou a Abraão:

“E farei de ti uma grande nação, e abençoar-te-ei sobremaneira e engrandecerei o teu nome entre todas as nações; e serás uma bênção para tua semente depois de ti, para que em suas mãos levem este ministério e Sacerdócio a todas as nações; E abençoá-las-ei por meio de teu nome;pois todos os que receberem este Evangelho serão chamados segundo o teu nome e contados como tua semente; e levantar-se-ão e abençoar-te-ão como seu pai; E abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti (isto é, em teu Sacerdócio) e em tua semente (isto é, teu Sacerdócio), pois faço-te a promessa de que este direito continuará em ti e em tua semente depois de ti (isto quer dizer a semente literal, ou seja, a semente do corpo, serão abençoadas todas as famílias da Terra, sim, com as bênçãos do Evangelho, que são as bênçãos de salvação, sim, de vida eterna” (Abraão 2: 9 – 11).

O Mormonismo ensina que Abraão foi abençoado com estas promessas do convênio porque procurou recuperar o verdadeiro Sacerdócio e o verdadeiro Evangelho possuído por seus antepassados, mas perdido pelas apostasias de seus pais e porque estavam dispostos a seguir a direção do Senhor em todas as coisas.

Mais tarde, quando foi pedido para sacrificar seu filho, Isaac, na semelhança do Sacrificio expiatório, onde Deus oferece à humanidade como sacrifício seu único e amado filho, Jesus Cristo, Abraão mostrou sua boa vontade em obedecer a essa diretriz e sua fé na ressurreição do seu filho, Isaac.

Abraão tornou-se, pelo exemplo e pelo convênio o “pai da fidelidade”. No Mormonismo explica que aqueles que recebem a “plenitude do Evangelho Eterno” e seus convênios e Sacerdócio responderam as instigações espirituais que Abraão foi prometido que sua posteridade e as nações dos Gentios entre eles receberiam (3 Néfi 20:25 – 27).
A terra prometida à semente de Abraão é esta terra, que se transformará em um lugar santificado para aqueles que herdam a vida eterna com sua lealdade de fidelidade em todas as coisas (Doutrina e Convênios 130:9).

24 de janeiro de 2010

"Fundar uma cidade de Santidade"

“As estacas de Sião (...) estão sendo organizadas nos confins da Terra. A esse respeito, façamos a seguinte reflexão: Uma estaca de Sião faz parte de Sião. Não é possível criar uma estaca de Sião sem criar uma parte de Sião. Sião são os puros de coração; adquirimos pureza de coração pelo batismo e pela obediência. Uma estaca tem limites geográficos, sim, limites físicos. Criar uma estaca é como fundar uma Cidade de Santidade. Todas as estacas espalhadas ao redor do mundo são locais de reunião das ovelhas perdidas de Israel que nela residem.

O local de reunião dos argentinos fica nas estacas de Sião da Argentina, ou em lugares que em breve se tornarão estacas. Os lugares de reunião dos japoneses é no Japão; para os mexicanos é no México; para os coreanos, na Coréia; e assim por diante em toda a extensão da Terra. A Israel dispersa em todas as nações é chamada para reunir-se ao rebanho de Cristo, às estacas de Sião, conforme estabelecidas em sua respectiva nação. (...)

Este, portanto, é o conselho das Autoridades Gerais:
Edifiquem Sião, mas edifiquem-na na área que Deus lhes concedeu para nascerem e terem sua nacionalidade. Edifiquem-na onde Ele lhes concedeu cidadania, família e amigos.
A Sião é aqui na América do Sul, e os santos que compõem esta parte de Sião são e devem ser uma influência contagiante para o bem em todas essas nações. E saibam disto: Deus abençoará a nação que assim agir para levar adiante o Seu trabalho

(“A Edificação de Sião”. A Liahona, setembro de 1977, pp. 14–15).

6 de janeiro de 2010

...um coração quebrantado!

O poeta Rudyard Kipling escreveu o seguinte poema, em 1897, como uma advertência contra o orgulho do Império Britânico:
Morrem os gritos e o clamor,
Passa dos reis o vão poder
Ainda teu antigo sacrifício permanece,
Um humilde e contrito coração.
(“God of Our Fathers, Known of Old”, Hymns, no 80)

Quando Kipling se referiu ao coração contrito como um “sacrifício antigo”, é provável que tivesse em mente o que disse o rei Davi, no salmo 51: “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; (...) um coração quebrantado e contrito(Salmos 51:17). As palavras de Davi mostram que, até na época do Velho Testamento, o povo do Senhor compreendia que todos precisavam oferecer o coração a Deus; apenas os sacrifícios queimados não eram suficientes.




Após a Sua Ressurreição, Jesus Cristo declarou ao povo do Novo Mundo:

“Vossos sacrifícios e holocaustos cessarão, porque não aceitarei [nenhum deles]. (...)

E oferecer-me-eis como sacrifício um coração quebrantado e um espírito contrito. E todo aquele que a mim vier com um coração quebrantado, (...) eu batizarei com fogo e com o Espírito Santo”
(3 Néfi 9:19–20).

7 de dezembro de 2009

A Sião vem, pois, depressa!

O Profeta Joseph Smith disse: “A edificação de Sião é uma causa que foi do interesse do povo de Deus em todas as épocas; é um tema sobre o qual profetas, sacerdotes e reis falaram com especial deleite; eles aguardaram com grande e alegre expectativa o dia em que vivemos; e inflamados com esse alegre anseio celeste, cantaram, escreveram e profetizaram a respeito de nossos dias; mas morreram sem vê-lo; somos o povo abençoado que Deus escolheu para trazer à luz a glória dos últimos dias” [Ensinamentos dos Presidentes da Igreja:Joseph Smith (curso de estudos do Sacerdócio de Melquisedeque e da Sociedade de Socorro, 2007), p. 194].



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Você que está lendo este Blog deve compreender que Sião só é Sião devido ao caráter sagrado que há em Sião, devido aos atributos, qualidades supremas que refletem a divindade, devido à fidelidade de seus cidadãos em estar com Deus. Vale a pena lembrar: “O Senhor chamou seu povo Sião, porque eram unos de coração e vontade e viviam em retidão; e não havia pobres entre eles” (Moisés 7:18).
Se nós temos o desejo de estabelecer Sião em nossa casa, nosso ramo, nossa ala e nossa estaca, devemos pagar o preço!
Primeiro: tornar-se uno de coração e vontade!
Segundo: tornar-se individual e coletivamente um povo santo!
Terceiro: cuidar dos pobres e necessitados com tamanha eficácia que eliminemos a pobreza do nosso meio.
- Não podemos esperar até que Sião venha para que essas coisas aconteçam —
Sião virá apenas se elas acontecerem.